Opinião

Entre o desejo e a realidade

A barreira entre o passado e o presente

Figura feminina

Andreia Santos, psicóloga do Gapsi, deixa uma questão para cada um pensar sobre si próprio: “Qual é a minha atitude perante aquilo que geralmente não pode ser mudado?”

Unsplash Maaike Nienhuis
Andreia Santos
Andreia Santos
Fonte ACI Ciências ULisboa

Muitas são as situações onde o pensamento: “Queria que as coisas tivessem sido de outra maneira!”, “Não queria que isto tivesse acontecido”, “Gostava era de como as coisas eram no passado” está presente.

Quando este pensamento está associado a marcos emocionais, que correspondem a situações difíceis de lidar e que causaram sofrimento psicológico, é natural que exista o desejo de que as coisas tivessem ocorrido de forma diferente. Contudo, quando esse desejo se fixa, persiste no tempo e ganha mais força do que a realidade, faz com que a pessoa fique presa ao passado e muitas vezes, fique paralisada. Esta situação pode levar, a que a pessoa se resigne à situação, levando-a à passividade perante a sua própria vida.

Perante situações destas é necessário fazer o “luto” das mesmas, processar os sentimentos de zanga e negação e, numa fase posterior, processar a tristeza, que envolve a aceitação da situação (ex. o fim de uma relação amorosa, a relação que se teve com os pais, os resultados académicos que não corresponderam às expetativas). A aceitação destas situações, não implica que as desejássemos, implica, por sua vez, reconhecer a realidade presente, o que também pressupõe reconhecer o sofrimento que causa no próprio e permitir-se entristecer.

Só há espaço para o presente e futuro, quando existe esse reconhecimento e aceitação da realidade, não resistindo aos factos com zanga, numa luta interna que não deixa espaço para a transformação e crescimento com as situações.

Se as pessoas se encontram nesta fase é porque ainda estão a sofrer com os acontecimentos, e mesmo tendo consciência da importância da aceitação, não o estão a conseguir fazer. Nestes casos, poderá ser importante ter a ajuda de alguém.

Embora possam haver situações mais difíceis de gerir do que outras, deixo uma questão para cada um pensar sobre si próprio: “Qual é a minha atitude perante aquilo que geralmente não pode ser mudado?”.

Andreia Santos, Gabinete de Apoio Psicopedagógico da Área de Mobilidade e Apoio ao Aluno de Ciências
info.ciencias@ciencias.ulisboa.pt

No penúltimo dia de março realiza-se a quinta e última sessão do workshop destinado a preparar os estudantes para a obtenção do 1.º emprego.

 

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A Schlumberger realiza uma sessão de recrutamento em Ciências. As grandes empresas procuram os melhores profissionais. A FCUL apoia a inserção profissional dos seus diplomados.
 

O evento é uma organização conjunta da Norton/Symantec e do mestrado em Segurança Informática do DI-FCUL.

O DM está na Futurália

Para Duarte Flor, presidente da associação académica e aluno do 12.º ano em Ciências, é importante que os candidatos ao ensino superior visitem as instalações de uma faculdade.

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“Existe um espaço onde o sentimento de pertença a uma escola pode ser reavivado", afirma Miguel Ramos.

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O que são líquidos iónicos? Num dos primeiros programas do ano, o Com Ciência entrevistou o professor e investigador da FCUL, Carlos Nieto de Castro sobre esta classe de solventes.

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A data de lançamento do livro ainda não é pública, mas o evento deverá ocorrer brevemente, na Faculdade de Belas-Artes da UL.

Ontem evocou-se o Dia das Doenças Raras. A fibrose quística é um desses males incomuns. A investigação científica é importante em todos os setores, mas ganha especial sentido em áreas como esta.

Cerca de 20 professores de Ciências da Natureza e Ciências Naturais de nove concelhos portugueses participam na atividade promovida pelo MNHNC-UL a decorrer até abril.

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