27 e 28 abril 2017

Jobshop Ciências

“Enquanto docente grande parte das minhas funções passam por integrar os nossos estudantes no mercado de trabalho”, diz Cristina Catita, professora do DEGGE e uma das organizadoras da feira anual de emprego

ACI Ciências

Indicadores Jobshop Ciências 2016

35 empresas/entidades participantes
30 workshops empresas
858 alunos inscritos nos workshops empresas
17 apresentações no “Flash Empresas”
11 apresentações de estudantes “Talentos em Ciências”
21 antigos alunos presentes no “Espaço Alumni
210 alunos inscritos nos workshops de preparação para o mercado de trabalho, sessões de role play de entrevistas de trabalho, revisão de currículos e sessão de competências empreendedoras

Nos dias 27 e 28 de abril de 2017 realiza-se a 8.ª edição da feira anual de emprego da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Conhecer o lado prático do curso foi um dos motivos que levou Carolina Xavier a participar o ano passado na Jobshop Ciências na qualidade de finalista da licenciatura em Matemática Aplicada, ramo de Estatística e Investigação Operacional.

Refletir sobre o que podem fazer no futuro é um fator de motivação. “Um aluno quando acaba o curso quer ter algum apoio”, conta Daniel Oliveira, formado em Engenharia da Energia e do Ambiente.

Diana Botelho Duarte estuda Matemática em Ciências e antes de terminar o curso pretende saber como é que as empresas funcionam, por isso já frequentou um estágio de verão.

Rita Matildes apoiou a organização do evento o ano passado, na época estava preste a entregar a tese de doutoramento em Ciências Geofísicas e da Geoinformação, especialização em Engenharia Geográfica, e durante o evento pôde estabelecer contactos com algumas empresas. Para Rita Matildes “esta jobshop foi incrivelmente cheia, extremamente intensa e com uma afluência enorme”.


Celso Pinto

“Passados 3/4 meses de terminar a licenciatura em Geologia Aplicada do Ambiente estava a trabalhar na área que queria e com as pessoas que queria… Melhor era impossível”, conta Celso Pinto, técnico superior do Departamento Litoral e Proteção Costeira da Agência Portuguesa de Ambiente.

O ano passado participou na Jobshop Ciências e conversou com alunos da licenciatura em Geologia, alertando-os para o que poderá vir a ser o mercado de trabalho e para os desafios que irão enfrentar, deixando alguns conselhos. Empenho e genuinidade são características importantes e conciliadas com alguma sorte e muita perseverança podem determinar o sucesso profissional.

Celso Pinto trabalha desde 2000. Em 2012 começou a trabalhar na Agência Portuguesa de Ambiente estando ligado ao planeamento costeiro, gestão do risco costeiro, questões relacionadas com a erosão costeira e as próprias intervenções que são feitas no litoral português. Formou-se em Ciências há 16 anos e em 2007 regressou à Faculdade como trabalhador/estudante para realizar o mestrado em Geologia Económica e Aplicada. Quis juntar o útil ao agradável. “A Universidade tem um papel muito importante! Depois de estar a trabalhar há alguns anos senti necessidade de acrescentar mais conhecimento à minha área”, refere salientando que a investigação aplicada tem benefícios para a universidade e para a entidade empregadora, por isso há vários anos que trabalha em conjunto com a Faculdade.

“A faculdade não é só o conhecimento, dá outras valências que são tão ou mais importantes que o conhecimento, tais como: trabalhar em equipa, sobre pressão, com pessoas de diferentes áreas; saber ouvir e saber lidar com situações de stress.”
Celso Pinto, Agência Portuguesa de Ambiente

A poucos dias da Jobshop Ciências 2017, a opinião de quem já participou no fórum destinado a promover o contacto entre o mundo empresarial, a área internacional, o setor público e os estudantes finalistas e recém-graduados dos vários cursos de Ciências é muito positivo.

"Uma faculdade que se preocupa com o conhecimento que os alunos recebem e com a sua integração no mercado de trabalho é uma faculdade que dá segurança"
Conversas em Ciências com Gustavo Ribeiro

Gustavo Ribeiro começou a trabalhar na Accenture antes de terminar o mestrado integrado em Engenharia Biomédica e Biofísica. Através da consultoria ganhou competências em muitas áreas. Para Gustavo Ribeiro o conhecimento técnico é importante mas a vontade de aprender é fundamental. “O espirito crítico é muito valorizado pelos empregadores”, diz o antigo aluno de Ciências.


Joana Estevans

Joana Estevans começou a trabalhar na Fidelidade ao mesmo tempo que começou a tirar o mestrado em Matemática Financeira. A jovem é atuária do ramo não vida. Os conhecimentos adquiridos na licenciatura em Matemática ensinaram-na a pensar. Para a jovem, “as pessoas têm que procurar o que querem e o que gostam”. Como gosta muito de estudar, ingressou no doutoramento em Estatística e Investigação Operacional.

Uma feira pensada para os alunos e sua empregabilidade
Conversas em Ciências com Ana Atouguia

“O envolvimento de todos foi a chave do sucesso”, diz Ana Atouguia, a propósito da última edição da feira anual de emprego. “É muito importante trabalharmos para o mesmo objetivo e aqui foi isso que aconteceu”, conclui a coordenadora do Gabinete de Empregabilidade da Área de Mobilidade e Apoio ao Aluno (AMAA), que aconselha os estudantes a consultarem com regularidade o portal de emprego.

Se os alunos tiverem dúvidas sobre oportunidades de emprego, quiserem saber mais sobre os empregadores também podem dirigir-se ao atendimento geral e entrar em contacto com o Gabinete que está disponível para rever currículos e prestar apoio em processos de recrutamento, por exemplo.

Competências transversais dos alunos
Conversas em Ciências com Andreia Santos

O ano passado a adesão à feira de emprego foi grande. Para Andreia Santos, psicóloga no Gabinete de Apoio Psicopedagógico (GAPsi) da AMAA, este tipo de atividade é muito importante. “Estas pessoas não têm nenhuma experiência com o mercado de trabalho”, diz acrescentando que o evento permite que os estudantes reflitam sobre a temática.

A Maxdata está sempre a recrutar por isso também foi uma das empresas presentes na feira anual de emprego. O que procuram? Pessoas com brio, competentes e dispostas a dar o máximo todos os dias.

"O melhor de Ciências é a transversalidade do conhecimento dos nossos alunos"
Conversas em Ciências com Cristina Catita

Cristina Catita, professora do DEGGE e uma das organizadoras da Jobshop Ciências, entende que este acontecimento proporciona um conhecimento bilateral. “Enquanto docente grande parte das minhas funções passam por integrar os nossos estudantes no mercado de trabalho”, afirma realçando que espera que este ano haja ainda uma maior mobilização por parte do corpo docente e dos estudantes.

“Tudo aquilo que ajudar os nossos estudantes a entrar no mercado de trabalho é importante para a nossa Faculdade de Ciências, não só por razões de responsabilidade social, mas também práticas”, comenta José Rebordão, subdiretor de Ciências. Este ano espera que o acontecimento seja ainda melhor e o culminar dos anos anteriores. Para José Rebordão, a Jobshop Ciências é um instrumento fundamental para a atuação da faculdade, uma responsabilidade permanente e uma oportunidade para as empresas conhecerem o universo Ciências.

"Encontramos graduados de qualquer área científica associados a empresas de qualquer área de negócio"
Conversas em Ciências com José Rebordão

Rui Roda estudou Engenharia Física em Ciências por isso foi com especial prazer que participou o ano passado na feira de emprego. Entrou no mercado de trabalho em finais de 1989 numa iniciativa deste género, através de um estágio profissionalizante. Primeiro trabalhou com lasers, depois mudou para o mercado das telecomunicações. Atualmente coordena os programas de Inovação da ESRI Portugal. A responsabilidade que lhe está atribuída é dinamizar os SIG e dar suporte às ideias inovadoras.

“A jobshop em si é a oportunidade de vir buscar talentos para a ESRI Portugal. Neste momento 10% dos seus quadros são pessoas que saíram daqui.”
Rui Roda, ESRI Portugal

Bruno Ferreira também estudou em Ciências. Primeiro frequentou a licenciatura em Biologia Ambiental Terrestre e mais tarde o mestrado em Ecologia e Gestão Ambiental. Recorda com carinho esses anos produtivos, considerando a experiência interessante. A capacidade de análise e de encontrar soluções interessantes ganhou-os na faculdade, diz o jovem cujo primeiro emprego foi numa consultora. O ano passado esteve no Espaço Alumni para falar da sua experiência. Conversou com cinco alunas de Biologia e deixou conselhos, nomeadamente que participem em projetos de investigação e que tenham interesse em descobrir “coisas” novas.

“Trabalhar e estudar ao mesmo tempo foi muito importante.”
Bruno Ferreira, Prosegur


Inês Vilas Boas e Duarte Lima

Quando Inês Vilas Boas e Duarte Lima participaram na Jobshop Ciências estavam no último ano do mestrado em Engenharia Geográfica. Ela estudava a vulnerabilidade sísmica dos edifícios de Lisboa em 3D, ele edifícios inteligentes. Participaram em vários workshops e também entregaram currículos. Durante a feira os alunos podem contactar com as empresas nas bancas e tirar dúvidas, como foi o caso de Filipe Azinheira, na época finalista de Estatística Aplicada.

A Just Code it quer chegar aos estudantes e por isso participou na feira de emprego. O conceito é simples: permitir o desenvolvimento de projetos de alunos de qualquer área, enquanto ainda são estudantes.

“Quanto mais investigamos, mais ideias alcançamos para aplicar no dia-a-dia”, comenta Miguel Costa, licenciado, mestre e doutor em Engenharia Informática, atualmente na NOS. Enquanto aluno de Ciências Miguel Costa participou em muitas Informanias. “É importante que os alunos tenham uma visão das várias empresas que estão no mercado e o que procuram”, comenta. Para Miguel Costa os estudantes que procuram uma experiência profissional devem ter sempre uma atitude positiva: acreditar em si próprios, arriscar sem medo de falhar.

Ana Prata, cofundadora da MY.SKINMIX, é empreendedora por natureza e foi nessa condição que participou na jobshop. Falou da sua experiência como estudante de Microbologia Aplicada, da sua startup e de como se sente realizada afirmando que é muito importante não largarmos o que gostamos de fazer.

"É importante que percebam que podem fazer alguma coisa diferente"
Conversas em Ciências com Ana Prata

Para Sandro Batista, da Focus BCc, foi muito importante estar presente no fórum, até porque a Faculdade tem sido “uma ótima fonte de recursos humanos”, especialmente das áreas de Engenharia Geográfica e Engenharia Geoespacial. Patricia Silva, da Caixa Mágica, normalmente acompanha as feiras de emprego e o ano passado esteve pela primeira vez em Ciências. O balanço foi positivo. Rita Ardisson, da Glintt, também considerou a experiência positiva salientando os perfis “muito interessantes” dos alunos que entrevistaram.

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Ana Subtil Simões, Área de Comunicação e Imagem de Ciências
info.ciencias@ciencias.ulisboa.pt
Pessoas junto ao edifício do MARE, na Ciências ULisboa

Com o intuito de colaborar no desenvolvimento de um parque eólico offshore flutuante ao largo da Figueira da Foz, o MARE e a IberBlue Wind (IBW) assinaram a 5 de dezembro passado um protocolo que estabelece os moldes da parceria futura. A colaboração da IBW com o MARE irá permitir estudar os eventuais impactos da instalação da infraestrutura nos ecossistemas marinhos da área de implementação, e propor soluções que mitiguem os eventuais impactos negativos na componente ecológica e na atividade da pesca.

A Ciências ULisboa foi palco do mais recente workshop da International Atomic Energy Agency (IAEA). O “Regional Workshop on Nuclear and Radiation Education - Strategies and Approaches to Enhance Capacity Building in Nuclear Education and Training” realizou-se entre os dias 4 e 7 de dezembro e contou com a presença de 37 representantes de 25 países europeus e asiáticos, assim como de especialistas internacionais e delegados da IAEA.

Ricardo Trigo e membros da ULisboa e CGD

Ricardo Trigo é professor no Departamento de Engenharia Geográfica, Geofísica e Energia e investigador no Instituto Dom Luiz, no RG1 – Climate change, atmosphere-land-ocean processes and extremes. Este ano foi distinguido, pela segunda vez, pela ULisboa e Caixa Geral da Depósitos (CGD) com um prémio científico, na área das Ciências da Terra e Geofísica. O primeiro prémio científico atribuído pela ULisboa e pela CGD ao cientista ocorreu em 2017. Leia a entrevista com o cientista e saiba o que pensa sobre esta distinção e em que consiste a sua investigação.

salão nobre da Reitoria da ULisboa

Na edição de 2023 dos Prémios Científicos ULisboa / Caixa Geral de Depósitos (CGD) foram atribuídos 20 prémios e 20 menções honrosas a professores e investigadores da Universidade. Os cientistas da Ciências ULisboa alvo desta distinção foram Alysson Bessani, Ricardo Trigo e Vladimir Konotop, com prémios no valor de 6.500€; e Carla Silva, Jaime Coelho, José P. Granadeiro e Rita Margarida Tavares, com menções honrosas.

Alysson Bessani e membros da ULisboa e CGD

Alysson Bessani é professor no Departamento de Informática e investigador no LASIGE Computer Science and Engineering Research Centre da Ciências ULisboa. Este ano foi distinguido pela ULisboa e pela Caixa Geral da Depósitos (CGD) com um prémio científico, na área das Ciências da Computação e Engenharia Informática. Leia a entrevista com o cientista e saiba o que pensa sobre esta distinção e em que consiste a sua investigação.

Luís Carriço e memebros da ULisboa e CGD

José P. Granadeiro é professor no Departamento de Biologia Animal e investigador no grupo de investigação Biologia da Adaptação e Processos Ecológicos do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM). Este ano foi distinguido pela ULisboa e pela Caixa Geral da Depósitos (CGD) com uma menção honrosa, na área de Biologia, Engenharia Biológica, Bioquímica e Biotecnologia. Leia a entrevista com o cientista e saiba o que pensa sobre esta distinção e em que consiste a sua investigação.

Imagem gráfica da rubrica com fotografia de André Rodrigues

A crónica da autoria da Comissão de Imagem do Departamento de Informática da Ciências ULisboa visa realçar a investigação feita pelos docentes e investigadores deste departamento. A primeira dá a conhecer André Rodrigues.

Carla Silva com membros da ULisboa e da CGD

Carla Silva é professora no Departamento de Engenharia Geográfica, Geofísica e Energia e investigadora no Instituto Dom Luiz, no RG5 – Energy Transition. Este ano foi distinguida pela ULisboa e pela Caixa Geral da Depósitos com uma menção honrosa, na área de Engenharia do Ambiente e Energia. Leia a entrevista com a cientista e saiba o que pensa sobre esta distinção e em que consiste a sua investigação.

Rita Margarida Cardoso e membros da ULisboa e CGD

Rita Margarida Cardoso é investigadora no Departamento de Engenharia Geográfica, Geofísica e Energia e investigadora no Instituto Dom Luiz (IDL), no RG1 – Climate change, atmosphere-land-ocean processes and extremes. Este ano foi distinguido pela ULisboa e pela Caixa Geral da Depósitos (CGD) com uma menção honrosa, na área das Ciências da Terra e Geofísica. Leia a entrevista com a cientista e saiba o que pensa sobre esta distinção e em que consiste a sua investigação.

Vladimir Konotop e membros da ULisboa e da CGD

Vladimir Konotop é professor no Departamento de Física e investigador no Centro de Física Teórica e computacional da Ciências ULisboa. Este ano foi distinguido pela segunda vez, pela ULisboa e pela Caixa Geral da Depósitos (CGD) com um prémio científico, na área de Física e Materiais. O primeiro prémio científico atribuído pela ULisboa e pela CGD ao cientista ocorreu em 2017. Leia a entrevista com o cientista e saiba o que pensa sobre esta distinção e em que consiste a sua investigação.

José Ricardo Paula

José Ricardo Paula, investigador auxiliar júnior no Departamento de Biologia Animal da Ciências ULisboa e no Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (MARE), é o vencedor da 4.ª edição do FLAD Science Award Atlantic, atribuído pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD). De acordo com o comunicado de imprensa emitido pela FLAD, “José Ricardo Paula irá receber 300 mil euros de financiamento, em três anos, para desenvolver uma ideia inovadora, nomeadamente, o projeto ‘ATLANTICDIVERSA’, que pretende contribuir para compreender o papel dos mutualismos de limpeza na conservação da Biodiversidade do Atlântico, com recurso a tecnologias emergentes, como a Inteligência Artificial”.

Movimento de partículas ativas em meios desordenados

Sabia que quando um conjunto de robots ou bactérias se move num espaço onde há vários objetos livres, esses robots ou bactérias desviam esses objetos para poderem passar? Um grupo de investigadores da Ciências ULisboa e das universidades de College of London (Reino Unido) e de Gothenburg (Suécia) conseguiu mostrar que o rasto deixado por esse movimento contribui para a formação de grupos, funcionando como um mecanismo efetivo de comunicação entre eles.

Fotografia de Catarina Frazão Santos

Catarina Frazão Santos, investigadora no DBA Ciências ULisboa e no MARE, em entrevista ao canal YouTube da Faculdade, a propósito da distinção do ERC, com uma bolsa de arranque, no valor de quase 1,5 milhões de euros, dá a conhecer a sua pessoa, os objetivos e expetativas do projeto PLAnT, refletindo também sobre o contributo da Faculdade para o seu percurso profissional e a importância da sua área de investigação.

Identidade gráfica do café ciências da exposição cem medidas

“Cem Meias Medidas: desenhos e gravuras de Inez Wijnhorst” está patente ao público na Galeria Ciências até fevereiro de 2024. O curador da exposição - Pedro  Freitas - escreve uma crónica sobre esta mostra inaugurada a 21 de novembro. A 12 de dezembro, pelas 17h00, na Galeria Ciências, o curador e a autora participam numa mesa-redonda, que conta ainda com a participação do cientista Henrique Leitão. Os três pretendem explorar a exposição através dos seguintes pontos de vista: o da criação e da intenção dos desenhos, o do seu conteúdo matemático e físico, e o das suas eventuais interações com a história da ciência.

Conceção artística de um buraco negro

Num artigo publicado na revista científica Astronomy & Astrophysics, uma equipa internacional liderada por Rodrigo Carvajal, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e da Ciências ULisboa, e que inclui dez investigadores do IA, apresenta um método de aprendizagem automática (machine learning) que reconhece galáxias superluminosas no início do Universo.

Ignacio Schoendorff, diretor geral da Gilead, Perpétua Gomes, da Comissão de Avaliação dos Projetos de Investigação em Virologia, Margarida Gama Carvalho e a sua equipa

O projeto de investigação miThic-eSwitch na área da Virologia – Infeção pelo Vírus da Imunodeficiência Adquirida/ Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, coordenado por Margarida Gama Carvalho, professora do DQB e líder de um dos grupos do BioISI, foi um dos vencedores da 9.ª edição do Programa Gilead GÉNESE, com um prémio no valor de 34 mil euros.

Fotografia de António M. Vallêra

“Neste ensaio analiso a descarbonização simultânea dos transportes terrestres e do sistema elétrico, tomando Portugal como um caso de estudo, e comparo os resultados de vários modelos possíveis para esta transição”, diz António M. Vallêra, autor do livro “The Transition”.

Carlos Marques da Silva à frente do globo do C6

O estudo coordenado por Carlos Marques da Silva, professor do Departamento de Geologia da Ciências ULisboa e investigador do Instituto Dom Luiz (IDL), venceu a 2.ª edição do Prémio Paleontologia e Estratigrafia de Portugal, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Paleontologia (SPdP) e pela empresa Chronosurveys.

Exemplo de linhas de costa derivadas da ferramenta CASSIE

Daniel Pais, estudante de doutoramento em Geologia na Ciências ULisboa, é um dos autores do  artigo - “Benchmarking satellite-derived shoreline mapping algorithms” - publicado na Communications Earth & Environment, e que apresenta uma avaliação inédita da precisão na deteção da linha de costa, através de imagens satélites disponíveis ao público.

Representantes do Tec Labs e das suas startups e spin-offs posam para fotografia

O Tec Labs esteve no LISPOLIS a celebrar os resultados da call INNOV-ID, promovida pela Agência Nacional de Inovação e pela Portugal Ventures e que financiou nos últimos três anos, com mais de 5,5 milhões de euros, mais de 55 projetos inovadores e startups nascidos no ecossistema científico e tecnológico português. Nesta terceira call, como ignition partner da Portugal Ventures, o Tec Labs conseguiu ajudar duas startups do seu ecossistema  - a Generosa e a KeepIT - garantindo um investimento de 100 mil euros cada.

várias pessoas sentadas em volta de uma mesa

No dia 6 de novembro, o MARE ULisboa recebeu nas suas instalações Tibor Králik, embaixador da Eslováquia em Portugal, numa reunião preparatória da visita de estado a Portugal da presidente daquele país, Zuzana Čaputová, agendada para os dias 5 e 6 de dezembro.

Zita numa sala com livros

"Portugal é mais mar que terra”, diz a professora cientista - Maria José Costa – bióloga marinha, nesta curta entrevista a propósito do Grande Prémio Ciência Viva 2023, que lhe é atribuído, pela sua colaboração na disseminação da cultura científica nas áreas da biodiversidade marinha, ambiente e literacia do oceano.

Alan Phillips, investigador no Departamento de Biologia Vegetal da Ciências ULisboa e no Laboratório de Genómica e Microbiologia Translacional, no Instituto de Biossistemas e Ciências Integrativas (BioISI), foi novamente distinguido na lista de investigadores altamente citados de 2023 da Clarivate Analytics, na categoria de Ciência Vegetal e Animal. O investigador Alan Philips desenvolve trabalho na área da Microbiologia e foi, este ano, reconhecido pela 6ª vez consecutiva pela Clarivate como um dos investigadores mais citados a nível mundial.

Atribuição dos prémios BfK

"Em Ciências ULisboa decidimos candidatar à edição deste ano do BfK o projeto “Block-Based Accessible Tangible System” desenvolvido por Filipa Rocha, estudante de doutoramento em Informática no LASIGE Ciências ULisboa e participante no Impact Program do nosso ScienceIN2Business. A ideia do projeto é tornar a aprendizagem digital mais acessível às crianças com dificuldades visuais". Leia a crónica do Tec Labs sobre o assunto.

Einstein com estudantes da Lincoln University

"Ao longo destas décadas, a presença da Filosofia da Ciência tem sido enriquecedora no trajeto de muitos nesta Faculdade e um elemento diferenciador relativamente a outras escolas", escreve João L. Cordovil, coordenador científico do Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa.

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