Colégio F3

Direito Agrário e Sustentabilidade

Num país tradicionalmente agrícola que redescobre a mais-valia do sector agrário para o crescimento sustentável da economia, a Formação Avançada em Direito Agrário e Sustentabilidade tem por objetivo principal colmatar a lacuna observada de ausência, no plano nacional, de uma formação especializada na matéria, dirigindo-se tanto a juristas como a todos os profissionais que trabalhem ou se interessem pela área, tais como engenheiros agrónomos, funcionários da Administração Pública, consultores agrícolas e de ambiente, membros de associações agrícolas e empreendedores ou em

A influência da ética e da justiça alimentar na cidade

A 6.ª e última sessão do Ciclo de Seminários sobre Planeamento Alimentar Urbano que o Colégio Food, Farming and Forestry (F3) organiza em parceria com o Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), abordará o tema “A influência da ética e da justiça alimentar na cidade” e contará com intervenções de Hunter Halder (Re-Food), Jorge Cancela (FA-ULisboa) e Rute Saraiva (FD-ULisboa).

Os circuitos curtos agroalimentares, o direito à alimentação e as redes cidadãs

A 4.ª Sessão do Ciclo de Seminários sobre Planeamento Alimentar Urbano que o Colégio Food, Farming and Forestry (F3) organiza em parceria com o Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), abordará o tema “Os circuitos curtos agroalimentares, o direito à alimentação e as redes cidadãs” e contará com intervenções de Isabel Rodrigo (ISA-ULisboa), Maria João Estorninho (FD/ULisboa) e Maria José Ilhéu (RRN).

Perspetivar o futuro da alimentação nas áreas urbanas num mundo em mudança

A 3.ª Sessão do Ciclo de Seminários sobre Planeamento Alimentar Urbano que o Colégio Food, Farming and Forestry (F3) organiza em parceria com o Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), abordará o tema “Perspetivar o futuro da alimentação nas áreas urbanas num mundo em mudança” e contará com intervenções de Isabel Loupa Ramos (IST-ULisboa), Jorge Gaspar (CEG-IGOT/ULisboa) e Paulo Morgado (IGOT-ULisboa).

A expansão urbana e regressão das áreas agrícolas: O caso da Área Metropolitana de Lisboa

A 2.ª Sessão do Ciclo de Seminários sobre Planeamento Alimentar Urbano, que o Colégio Food, Farming and Forestry (F3) da Universidade de Lisboa organiza em parceria com o Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), abordará a “expansão urbana e regressão das áreas agrícolas: O caso da Área Metropolitana de Lisboa” e contará com intervenções de João Teixeira (CCDR-LVT), Leonel Fadigas (FA-ULisboa) e Rosário Oliveira (ICS-ULisboa).

AlimentAÇÃO: direito humano a uma alimentação adequada através de compras públicas a cadeias curtas agroalimentares

Com o objetivo de contribuir para promover a realização do Direito Humano à Alimentação Adequada, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a rede ReAlimentar, a Rede Rural Nacional (RRN) e o Colégio Food, Farming and Forestry (F3) da Universidade de Lisboa organizam no dia 7 de fevereiro, em Lisboa, o Seminário “AlimentAção: Direito Humano a uma Alimentação Adequada através de compras públicas a cadeias curtas agroalimentares”.

Pegada alimentar urbana: de onde vêm e para onde vão os alimentos consumidos nas cidades?

A quantificação dos fluxos de recursos que as áreas urbanas consomem/utilizam permite caracterizar o metabolismo destas áreas e perceber qual a sua dependência em termos de recursos externos em contraposição com o uso de recursos locais, situação que se verifica nomeadamente com os alimentos. É comum nos dias de hoje verificar que vários alimentos que podemos adquirir, mesmo nos mais pequenos estabelecimentos como mercearias de bairro, provêm de zonas muito distantes do local de consumo.

A Floresta e o Novo Pacote Legislativo

Num país que arde todos os anos, em que a propriedade florestal se encontra fragmentada, mal cadastrada e mal gerida, em que as doenças das árvores se multiplicam, em que a produção nacional só consegue suprir 80% das necessidades da indústria, enquanto milhões de hectares estão ao abandono e em que a valorização da produção florestal e a ligação ao mercado são débeis com um licenciamento florestal demasiado burocratizado, impõe-se uma alteração profunda no plano da política nacional de florestas.

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