Ensino multidisciplinar

Duas empresas. Cinco universidades. O mesmo desafio

Fotografia de alunos a andarem, junto ao C8
Eliseu Furtado

A FCUL, com mais quatro instituições universitárias portuguesas e brasileiras, cria e participa no programa de estudos avançados em Geo-Engenharia de Reservatórios Carbonatados, promovido pela Galp Energia e Petrobas.

Os reservatórios carbonatados, em geral, e os reservatórios de hidrocarbonetos em águas profundas, em especial, representam uma nova e muito relevante fronteira da indústria petrolífera internacional, com importante potencial económico. Neste contexto, a Galp Energia e a Petrobas decidiram promover o lançamento de uma pós-graduação visando a formação avançada de quadros (geólogos, geocientistas e engenheiros), dotando-os de competências multidisciplinares diferenciadoras no domínio dos reservatórios carbonatados. Esta iniciativa poderá também vir a ser o embrião de projetos de investigação conjuntos entre as duas empresas e as instituições científicas dos dois países.

Neste contexto, o Instituto Superior Técnico, a FCUL, a Universidade de Aveiro, a Universidade Estadual de Campinas e a Universidade Estadual Paulista, com a Galp Energia e a Petrobas, criaram em cooperação o diploma de estudos avançados em Geo-Engenharia de Reservatórios Carbonatados. Trata-se de um curso de formação avançada, não conferente de grau académico, cuja conclusão com aprovação dá lugar à atribuição de um diploma de estudos avançados em Geo-Engenharia de Reservatórios Carbonatados com menção conjunta às universidades envolvidas. No passado dia 13 de dezembro de 2011 celebraram-se, simultaneamente em Lisboa e no Rio de Janeiro, os acordos formais ao alto nível entre as duas empresas e as cinco instituições de ensino superior, concretizando uma iniciativa de natureza e dimensão pouco comuns, que vai seguramente marcar uma nova etapa do ensino e investigação na área do petróleo em Portugal.

A primeira edição do curso realiza-se já em 2012. O curso é antecedido por uma fase de nivelamento de conhecimentos fundamentais, que se justifica pelas diferentes formações de base dos formandos. O programa completo prevê 840 horas de aulas e, para efeitos de prossecução de estudos com vista a dissertação de doutoramento, dará equivalência ao primeiro ano de um programa doutoral nas universidades portuguesas envolvidas.

A participação da FCUL, sob responsabilidade de Ana Cristina Azerêdo, docente do Departamento de Geologia e investigadora do Centro de Geologia, incidirá sobre Geologia dos Reservatórios Carbonatados e Trabalho de campo na Bacia Lusitânica, além de módulos da fase de nivelamento.

Ana Cristina Azerêdo, Departamento de Geologia e Centro de Geologia da FCUL
acazeredo@fc.ul.pt

Ciências integra um consórcio europeu que vai receber do programa Horizon 2020 cinco milhões de euros para desenvolver, entre 2018 e 2021, a mais avançada tecnologia de espectrometria de massa.

Agora que terminaste o ensino secundário e estás prestes a iniciar esta nova etapa, vários vão ser os desafios pessoais e académicos que vais enfrentar.

O "MOONS Science Consortium Meeting" termina esta quarta-feira, dia 13 de setembro, após dois dias de reuniões. O encontro "à porta fechada" decorre no campus de Ciências e visa consolidar os casos científicos e discutir as estratégias de observação do espectrógrafo, cuja fase de construção arranca agora.

O que fazem e o que pensam alguns membros da comunidade de Ciências? O Dictum et factum de setembro é com Sandra Crespo, assistente técnico do Departamento de Informática de Ciências.

Ciências preencheu 99,9% das suas vagas na 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso (CNA) ao ensino superior, a taxa mais elevada desde que há registo.

No dia 14 de setembro, pelas 17h30, a arqueóloga Lídia Fernandes vai falar sobre o chão, no MUHNAC-ULisboa, em mais uma sessão de 60 Minutos de Ciência.

Maria de Deus Carvalho, professora do Departamento de Química e Bioquímica (DQB) e investigadora do Centro de Química e Bioquímica de Ciências, faleceu aos 53 anos, no dia 5 de setembro de 2017.

As Olimpíadas Internacionais de Ciências da Terra ocorreram nos dias 29 e 30 de agosto, em Nice, na Côte d'Azur, em França. Pelo terceiro ano consecutivo, os estudantes do ensino secundário português voltaram a conquistar medalhas.

Depois de ter passado pela Austrália, África do Sul, EUA e Reino Unido, entre outros países, a EMAPI chega a Portugal.

Valiant acredita que a ciência da aprendizagem permanece apenas explorada parcialmente, e que o uso das previsões (via a Aprendizagem) no mundo atual, tão sujeito às mudanças e às surpresas, é particularmente interessante. Por exemplo, os sistemas biológicos são altamente adaptativos, e compreender o que eles fazem, passo a passo, e porquê tem êxito, levaram-no a considerá-los como tópicos ideais para uma teoria da aprendizagem e da ciência da computação.

O “5th International Tsunami Field Symposium” realiza-se de 3 a 7 de setembro de 2017, em Lisboa e no Algarve e reúne a elite mundial no estudo de depósitos de tsunami, destaque para os dois oradores convidados - Alastair Dawson e Raphael Paris.

O projeto “Caixa Sismológica”, do Agrupamento D. Maria II, com sede na Escola Básica e Secundária Gama Barros, no Cacém, venceu o concurso internacional “Ciência na Escola”, 1.º escalão – Educação Pré-escolar, promovido pela Fundação Ilídio Pinho. Neste escalão do concurso, participaram 48 projetos, dos quais só 12 chegaram à fase final, em Coimbra.

Após perto de dez anos de planeamento e construção, o espectrógrafo ESPRESSO vai ser instalado no Very Large Telescope, do ESO, no Chile. O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço é um dos membros do consórcio, pelo que terá acesso a 273 noites de observação com o VLT.

Cerca de 360 pessoas estiveram presentes na sessão Ignite IAstro e que integrou o programa do XXVII Encontro Nacional de Astronomia e Astrofísica. Em outubro a digressão ruma até à Ribeira Grande, nos Açores.

Os autores do artigo apresentam a história evolutiva de duas espécies de lagartos endémicos da Austrália - Carlia triacanth e Carlia johnstonei - revelando como se adaptaram a alterações climáticas do passado.

Com o fortalecimento da Aprendizagem (Machine Learning), a escola clássica da Inteligência Artificial ou IA (Good Old Fashion AI, GOFAI), apoiada em sistemas simbólicos, ficou entrincheirada. O livro mais recente do professor Hector Levesque, “Common Sense, the Turing Test, and the Quest for Real AI”, da MIT Press (2017), vem ajudar a não esquecermos o que a IA nos tem ensinado, ano após ano, acerca da mente, e, em particular, que o pensamento é um processo computacional. Como pode, então, a computação iluminar o pensamento?

O que fazem e o que pensam alguns membros da comunidade de Ciências? O Dictum et factum de agosto é com Cristina Manessiez, técnica superior da Biblioteca de Ciências.

Investigadores de Ciências e do Instituto Universitário de Lisboa desenvolvem hardware capaz de resolver tarefas robóticas, em contexto real, em menos tempo do que o alcançado até então. Os resultados foram publicados na revista científica Royal Society.

Em 2017 os Prémios Científicos ULisboa/Caixa Geral de Depósitos foram atribuídos a Vladimir Konotop e Ricardo Trigo. O ano passado foi a vez de Henrique Cabral e Eric Font. Ainda não é conhecida a data da cerimónia pública de entrega das referidas distinções.

Na lista de artigos e livros notáveis da ACM Computing Reviews, a Best of Computing, encontram-se publicações de professores e investigadores do Departamento de Informática de Ciências.

Alunos do ensino secundário participaramem projetos de investigação na Faculdade de Ciências da ULisboa. O culminar da atividade deu-se com um Congresso Científico, onde os "novos cientistas" apresentaram os resultados do trabalho realizado.

A palestra "Por que não anda o tempo para trás?”acontece dia 29 de julho, pelas 21h30,no Planetário Calouste Gulbenkian,Centro Ciência Viva deBelém.

Durante duas semanas, estudantes do ensino básico e secundário conheceram o ambiente da Faculdade e os métodos de trabalho dos cursos aqui lecionados.

“Tina dos Tsunamis” ocorreu no passado dia 29 de junho, durante o campo de férias Exploradores, com um grupo de 25 crianças, entre os 7 e os 14 anos do bairro do 2.º Torrão, em Almada.

Para compreendermos as capacidades de cada um de nós é preciso entender como as células nervosas se comportam e como interatuam entre si, isto é, pode sempre existir uma outra hipótese que consiga explicar um pouco mais. E, existem sempre os factos e as interpretações.

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