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O Universo na palma da mão

Constantemente, um cientista é confrontado com a pergunta “porquê?”, seja por si mesmo, por outros cientistas, ou ainda mais assustadoramente… por uma criança na idade dos “porquês”!!

Nestas alturas, o cientista não pode usar o seu vocabulário cheio de acrónimos e pressupostos, mas tem de simplificar e tornar tudo mais palpável.

Nesta conversa, através de discurso simples e exemplos práticos, serão desmistificados alguns conceitos da Astronomia permitindo que, no final, cada um leve o Universo na palma da sua mão.

O lado brilhante do Universo

O dia 29 de maio marcou o centenário das observações do eclipse solar total de 1919, em Sobral (Brasil), e na ilha do Príncipe (São Tomé e Príncipe), observações de que resultou a confirmação de uma das previsões da teoria da relatividade geral de Einstein.

Cem anos depois, a nossa visão do Universo é extraordinariamente mais vasta do que aquilo que era conhecido ao tempo de Einstein. O astrónomo americano Edwin Hubble mostrou entretanto que a nossa galáxia é apenas uma num oceano cósmico povoado por outras galáxias.

Buracos Negros: Novos Horizontes

Os buracos negros são regiões extremamente distorcidas no espaço (e no tempo), nas quais nem sequer a luz consegue escapar à atração gravitacional.

Duas importantíssimas descobertas recentes estão a ajudar os cientistas a revelar os segredos que estes objetos extraordinários abrigam: a deteção de ondas gravitacionais, que resultam da colisão cataclísmica entre dois buracos negros, e a primeira imagem de um buraco negro supermassivo, obtida pelo projeto Event Horizon Telescope.

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