2.as Jornadas de Voluntariado de Ciências

“Não é necessário fazer muito para ter um reflexo positivo muito grande!”

Nas 2.as Jornadas de Voluntariado de Ciências, pretendeu-se juntar no mesmo espaço associações de voluntariado, voluntários, beneficiários, professores e estudantes de Ciências, para abordar a temática

ACI Ciências

Ciências promove a educação dos estudantes através da prática da investigação. Os alunos que optam por frequentar a unidade curricular Voluntariado Curricular têm ainda a possibilidade de complementar essa formação com a vertente de responsabilidade social e de cidadania ativa. O objetivo é contribuir para o desenvolvimento pessoal dos discentes, aumentando a consciência social sobre o mundo envolvente.

Nas 2.as Jornadas de Voluntariado de Ciências, que aconteceram em março, pretendeu-se juntar no mesmo espaço associações de voluntariado, voluntários, beneficiários, professores e estudantes de Ciências com dúvidas sobre a disciplina e curiosidade pela experiência de outros colegas que dela já fizeram parte.

A iniciativa incluiu expositores com fotografias, bancas com flyers informativos e em alguns casos trabalhos manuais realizados pelos utentes dessas associações. Para além disso, no evento participaram membros dessas instituições prontos a esclarecer dúvidas e estudantes de Ciências, que testemunharam algumas dessas experiências. Este foi o ambiente criado para mostrar aos estudantes “uma série de realidades que nem sempre conhecem”, dizem as responsáveis pela organização das Jornadas, Luísa Cyrne, professora do Departamento de Química e Bioquímica e Ana Atouguia, coordenadora do Gabinete de Empregabilidade, acrescentando que “por vezes não é necessário fazer muito para ter um reflexo positivo muito grande!”.

A unidade curricular iniciou-se este ano letivo. Atualmente é uma das 32 disciplinas de Formação Cultural, Social e Ética. No 1.º semestre participaram sete estudantes, no 2.º semestre 23. O maior número de estudantes inscritos nesta disciplina – 21 - é de Bioquímica; seguindo-se Matemática Aplicada com cinco estudantes; e Matemática, Estatística Aplicada, Engenharia Biomédica e Biofísica, Biologia com um estudante cada. No ano letivo 2017/2018 foram submetidas até ao passado dia 12 de abril 40 candidaturas.

Atualmente Ciências tem acordos com 14 instituições/associações de voluntariado parceiras, que acolhem os estudantes e que por sua vez são apoiados por tutores, professores de Ciências que acompanham o período de voluntariado. Este ano letivo 21 docentes foram designados tutores. No próximo ano letivo cerca de 35 professores disponibilizaram-se para assumir essas funções. O Gabinete de Empregabilidade prevê que em 2017/2018 cerca de 40 estudantes possam frequentar a disciplina.

Insitituições e Associações parceiras

Crescer Bem                                                       

Companhia de Santa Teresa de Jesus

APN                                                                   

Convento dos Cardaes

APSA                                                                 

Sonha, Faz e Acontece

Candeia                                                             

 Obra Social Irmãs Oblatas Santíssimo Redentor

Centro Social e Paroquial de Barcarena                 

Refood Lumiar

CSPCG                                                               

SPOT – Epic Student Associação

Centro Social e Paroquial São João das Lampas    

Fundação "O Século"

Centro Social e Paroquial São Tomás de Aquino

De acordo com Luísa Cyrne e Ana Atouguia, o Voluntariado Curricular em Ciências “oferece aos estudantes a possibilidade de enriquecer e complementar a formação técnica e científica com a vertente de responsabilidade social e de cidadania ativa, aumentando a consciência social sobre o mundo envolvente”, contribuindo dessa forma para o desenvolvimento pessoal.

Carolina Matos, estudante do 3.º ano de Biologia, fez voluntariado extracurricular no 1.º semestre deste ano letivo. Soube da existência desta unidade curricular através das 1as Jornadas de Voluntariado em Ciências em 2016. Decidiu informar-se e avançar.

“Achei o conceito de fazer voluntariado estando ligada à Faculdade uma forma bastante interessante de conseguir concretizar esse meu desejo de ajudar mais pessoas e decidi inscrever-me”, diz Carolina, que destaca não só o enriquecimento pessoal alcançado, como as competências sociais e profissionais que esta experiência lhe proporcionou. "Hoje, valorizo mais aquilo que tenho e fiquei com uma consciência maior das dificuldades por que algumas pessoas passam. Aprendi a organizar melhor o meu tempo e a fazer um planeamento de tarefas, uma vez que tinha de conciliar o tempo de estudo com o tempo de voluntariado e melhorei também as minhas capacidades de comunicação”, conclui.

A Crescer Bem – associação que em parceria com a área de apoio social agiliza competências de forma a potenciar o bem-estar das famílias menos protegidas -, acolheu-a. Aqui, desempenhou trabalhos tais como dar conta da missão da associação, divulgação e angariação de sócios, gestão de armazém, e, também, vestir a mascote em eventos da Associação.

Aos estudantes de Ciências e a todos os estudantes que pretendam um dia fazer voluntariado, Carolina reforça: “um dos maiores objetivos que devemos ter enquanto estudantes universitários é desafiarmo-nos a experimentar novas ‘coisas’. Através desta via conseguem fazer isso mesmo, sendo uma aprendizagem que só vos irá valorizar enquanto estudantes e ser humanos”.

Também para Joana Brázio, aluna de Matemática Aplicada e voluntária na APN - Associação Portuguesa de Neuromusculares, foi uma experiência espetacular, que espera repetir brevemente. “É algo que vou levar para a vida, que me fez crescer imenso. Aconselho vivamente a experimentarem! É normal haver receio, também tive, mas tudo passou e o que perdurou foi uma sensação de realização única”, refere.

O colega Francisco Cristóvão Agostinho acompanhou-a nesta experiência. “Conheci pessoas novas, pessoas que sei que irão ficar na minha memória durante muito tempo. Acho que isso é o mais importante, pois significa que elas de alguma forma nos marcaram”, conta o jovem aluno de Matemática, para quem é maravilhoso ajudar quem mais precisa. “O facto de estar a conviver com pessoas que não vivem diariamente a mesma realidade que eu, fez-me pôr as coisas em perspetiva e pensar na vida de uma outra forma! Só por isso, já sinto que tirei algo de positivo da minha participação. Mas também, ser voluntário, para além de estar a ajudar os outros, é também isso mesmo: contactar com outras realidades e fazer-nos pensar de outra forma”, conclui o voluntário da APN - Associação Portuguesa de Neuromusculares.

Mais informações:

Gabinete de Empregabilidade /Área de Mobilidade e Apoio ao Aluno
Tel.: (+351) 217 500 457 | Ext. 25313 / 25338  
Email:emprego@ciencias.ulisboa.pt

Raquel Salgueira Póvoas, Área de Comunicação e Imagem
info.ciencias@ciencias.ulisboa.pt

A entrada na faculdade é muito mais do que a transição para uma nova etapa académica, é o início de uma aventura no próprio desenvolvimento, onde se passa de jovem a adulto. Esta fase acarreta desafios para o próprio e nas relações com os outros, ficando este jovem adulto entre o medo e o desejo de crescer com tarefas académicas, sociais, pessoais e vocacionais para fazer face, simultaneamente.

Dois investigadores do cE3c – Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais receberam bolsas europeias Marie Sklodowska-Curie para desenvolver investigação nos próximos dois anos.

A semifinal aconteceu a 17 de fevereiro, a final nacional a 12 de abril e a final internacional entre 5 e 10 de junho. Em Ciências foram apurados quatro finalistas, estudantes da ULisboa nos cursos de Física, Biologia, Engenharia Química e Matemática Aplicada e Computação.

Faleceu a 9 de fevereiro de 2018, com 97 anos, Carlos Mateus Romariz Monteiro.

Passamos, quer no trabalho como em momentos de lazer, longos períodos sentados. Estar sentado é um descanso! Mas, será mesmo assim?

O que fazem e o que pensam alguns membros da comunidade de Ciências? O Dictum et factum de fevereiro de 2018 é com João Martins, técnico superior do Departamento de Física de Ciências.

A cooperação (e colaboração) científica apoia-se sempre em ensinar e aprender (dar e receber), num registo de amizade e humildade, de motivação e de empolgamento. A paridade é fundamental, tal como o “foco e simplicidade”, a relevância e a utilidade (Steve Jobs).

João Carlos Marques, professor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra é o novo diretor do MARE, sucedendo no cargo Henrique Cabral, professor do Departamento de Biologia Animal de Ciências.

A iniciativa possibilita aos estudantes a recolha de informação sobre diversas áreas do saber das 18 escolas da Universidade de Lisboa.

Ciências presta homenagem a Dmitri Ivanovich Mendeleev a 8 de fevereiro de 2018, data em que se assinala o 184º aniversário do seu nascimento. Nesse dia, 118 alunos do 9.º ano do Colégio de Santa Doroteia, em Lisboa, visitam a tabela periódica existente neste campus universitário.

O artigo “The Little Ice Age in Iberian mountains” publicado em fevereiro de 2018 na Earth-Science Reviews caracteriza com maior precisão o último grande evento frio do hemisfério norte, de acordo com comunicado de imprensa emitido esta quinta-feira.
A Little Ice Age (LIA) ou a Pequena Idade do Gelo ocorreu aproximadamente entre 1300 e 1850 e afetou as comunidades dos Pirenéus. Os resultados desta investigação está a ter algum impacto em Espanha.

“Ao contrário do que aparentava no início deste projeto, foi relativamente fácil dar um ritmo de arte sequencial (banda desenhada) ao argumento.

A 2.ª edição do mestrado em Gestão e Governança Ambiental da Faculdade de Ciências da Universidade Agostinho Neto (FCUAN) deverá arrancar no último trimestre do ano letivo 2018/2019 e contará novamente com o apoio de Ciências. Na 1.ª edição 16 estudantes concluíram com sucesso os programas de estudo.

Cinquenta alunos do 4.º ano do Colégio Colibri, de Massamá, foram cientistas por um dia nos Departamentos de Biologia Animal e Biologia Vegetal.

Quando João Graça Gomes iniciou o estágio “Cenarização Sistema Elétrico 100 % Renovável em 2040”, com a duração de um ano, no Departamento Técnico da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN), sob a orientação de José Medeiros Pinto, engenheiro e secretário-geral daquela associação, quis “dar o melhor e mostrar a qualidade do ensino de engenharia na FCUL”. O ano passado foi distinguido com um dos prémios de maior destaque da engenharia nacional.

João Graça Gomes, engenheiro do Departamento Técnico da APREN e mestre em Engenharia da Energia e do Ambiente, foi galardoado com o Prémio - Melhor Estágio Nacional em Engenharia Eletrotécnica da Ordem dos Engenheiros.

Nesta fotolegenda destacamos uma passagem da entrevista com o climatologista Ricardo Trigo e que pode ser ouvida no canal YouTube e na área multimédia deste site.

Por forma a gerir a ansiedade de uma forma mais eficaz antes dos momentos de avaliação são propostas algumas estratégias que não eliminam a ameaça mas podem ajudar a lidar de um modo mais eficaz com a ansiedade.

O que fazem e o que pensam alguns membros da comunidade de Ciências? O primeiro Dictum et factum de 2018 é com Marta Daniela Santos, responsável pelo Gabinete de Comunicação do cE3c – Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais.

Ciências será o palco de uma eliminatória regional do Famelab 2018, um dos maiores concursos internacionais de comunicação de ciência.

Ler Filosofia (através de Espinosa) permite olhar o mundo, de forma crítica e pensar em profundidade. Em Ciência, observar e refletir são indispensáveis, para caminharmos, abrindo novas linhas de pesquisa.

Vinte e três alunos estiveram na Faculdade de Ciências a estudar as bases metodológicas para a classificação sistemática de plantas. O curso inseriu-se no projeto HEI-PLADI, um programa ERASMUS + e ocorreu pela primeira vez em Portugal.

Parte do antigo bar do edifício C1 de Ciências dá agora lugar a um novo laboratório de investigação em Ecologia Evolutiva. Aqui vai ser explorado um sistema biológico composto por duas espécies de ácaro aranha,Tetranychus urticaeeTetranychus ludeni, que competem por um alimento - a planta do tomate.

O livro Faça Sol ou Faça Vento reúne seis histórias infantojuvenis sobre energias renováveis. Todas elas são escritas por autores com ligação à Faculdade de Ciências da ULisboa.

Será possível ter uma pessoa dentro de um scanner e dizer-lhe para mudar a atividade de diferentes zonas do seu cérebro, com base no que estamos a observar num monitor desse mesmo scanner? Pode a Inteligência Artificial (IA) abordar e interatuar com a Neurociência, e vice-versa?

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