Três novos cursos em Ciências em 2017/2018

Após a 1.ª fase de candidaturas aos mestrados e pós-graduações não conferentes de grau segue-se a 2.ª fase de candidaturas, que decorre de 18 a 31 de agosto

Ciências

O mestrado em Cultura Científica e Divulgação das Ciências é uma iniciativa conjunta do Instituto de Educação, da Faculdade de Ciências e do Instituto de Ciências Sociais da ULisboa, que conta com a participação da Faculdade de Letras, Faculdade de Medicina, Faculdade de Farmácia, Instituto Superior Técnico, Instituto Superior de Agronomia, Instituto de Geografia e Ordenamento do Território. O Museu Nacional de História Natural e da Ciência também participa neste curso prevendo-se ainda a colaboração de outros museus e centros de ciência. As candidaturas terminaram a 22 de junho. No próximo dia 19 de julho serão afixadas as listas definitivas dos candidatos admitidos, sendo que as inscrições ocorrem de 20 a 31 de julho de 2017.

No próximo ano letivo Ciências apresenta três novos cursos: Biologia dos Recursos Vegetais, Cultura Científica e Divulgação das Ciências e Data Science.

Após a 1.ª fase de candidaturas aos mestrados e pós-graduações não conferentes de grau segue-se a 2.ª fase de candidaturas, que decorre de 18 a 31 de agosto.

Para Cristina Branquinho, professora do Departamento de Biologia Vegetal e coordenadora de um destes cursos, “o mestrado em Biologia dos Recursos Vegetais pretende formar mestres com o melhor conhecimento disponível na Universidade de Lisboa na área da Biologia recursos vegetais, juntando as escolas da Faculdade de Ciências e do Instituto Superior de Agronomia”.

As áreas de formação deste novo mestrado vão desde as tecnologias moleculares e celulares até à ecotecnologia e biotecnologia, que poderão ser aplicadas da agricultura à medicina, passando pelas florestas, ambiente, mar e bioenergia.

“Pretende-se ainda que os alunos tenham oportunidade de desenvolver competências de conceção e desenvolvimento de investigação científica, preparando‐os como fortes candidatos a doutoramento na área da Biologia de Plantas e/ou para intervirem ativamente na sociedade como empreendedores nas áreas de aplicações das plantas”, refere a docente concluindo que “para isso irá facilitar-se o contacto dos estudantes com o meio empresarial, fomentando o seu espírito empreendedor e estimulando os alunos para resolução de problemas concretos, promovendo assim a transferência de conhecimento para a sociedade”.

A nova pós-graduação Data Science aproveita a multidisciplinaridade de Ciências, permitindo um currículo nas áreas fundamentais e técnicas, nomeadamente da Informática e da Estatística, que segue as melhores recomendações internacionais (exemplo: European Data Science Academy), complementado por áreas aplicacionais variadas como a Biologia, Bioinformática, Biomedicina, Física, e a Química.

Para Tiago Guerreiro, professor do Departamento de Informática, “a importância da Ciência de Dados é confirmada pelo relevo crescente de profissionais em grandes empresas e instituições, a nível internacional mas também a nível nacional, com competências em ciência de dados, incluindo análise de dados, processamento de dados, e prospeção de dados, entre outros – acrescentando que - a ciência de dados representa uma área de conhecimento ubíqua na sociedade da informação atual, sendo expectável que a sua importância e relevo continue a crescer nos próximos anos”.

 “O que hoje não sabemos, amanhã saberemos”
A missão de Ciências ULisboa é expandir os limites do conhecimento científico e da tecnologia, transferir esse conhecimento para a sociedade e promover a educação dos seus estudantes através da prática da investigação.

ACI Ciências
info.ciencias@ciencias.ulisboa.pt

Cinquenta alunos do 4.º ano do Colégio Colibri, de Massamá, foram cientistas por um dia nos Departamentos de Biologia Animal e Biologia Vegetal.

Quando João Graça Gomes iniciou o estágio “Cenarização Sistema Elétrico 100 % Renovável em 2040”, com a duração de um ano, no Departamento Técnico da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN), sob a orientação de José Medeiros Pinto, engenheiro e secretário-geral daquela associação, quis “dar o melhor e mostrar a qualidade do ensino de engenharia na FCUL”. O ano passado foi distinguido com um dos prémios de maior destaque da engenharia nacional.

João Graça Gomes, engenheiro do Departamento Técnico da APREN e mestre em Engenharia da Energia e do Ambiente, foi galardoado com o Prémio - Melhor Estágio Nacional em Engenharia Eletrotécnica da Ordem dos Engenheiros.

Nesta fotolegenda destacamos uma passagem da entrevista com o climatologista Ricardo Trigo e que pode ser ouvida no canal YouTube e na área multimédia deste site.

Por forma a gerir a ansiedade de uma forma mais eficaz antes dos momentos de avaliação são propostas algumas estratégias que não eliminam a ameaça mas podem ajudar a lidar de um modo mais eficaz com a ansiedade.

O que fazem e o que pensam alguns membros da comunidade de Ciências? O primeiro Dictum et factum de 2018 é com Marta Daniela Santos, responsável pelo Gabinete de Comunicação do cE3c – Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais.

Ciências será o palco de uma eliminatória regional do Famelab 2018, um dos maiores concursos internacionais de comunicação de ciência.

Ler Filosofia (através de Espinosa) permite olhar o mundo, de forma crítica e pensar em profundidade. Em Ciência, observar e refletir são indispensáveis, para caminharmos, abrindo novas linhas de pesquisa.

Vinte e três alunos estiveram na Faculdade de Ciências a estudar as bases metodológicas para a classificação sistemática de plantas. O curso inseriu-se no projeto HEI-PLADI, um programa ERASMUS + e ocorreu pela primeira vez em Portugal.

Parte do antigo bar do edifício C1 de Ciências dá agora lugar a um novo laboratório de investigação em Ecologia Evolutiva. Aqui vai ser explorado um sistema biológico composto por duas espécies de ácaro aranha,Tetranychus urticaeeTetranychus ludeni, que competem por um alimento - a planta do tomate.

O livro Faça Sol ou Faça Vento reúne seis histórias infantojuvenis sobre energias renováveis. Todas elas são escritas por autores com ligação à Faculdade de Ciências da ULisboa.

Será possível ter uma pessoa dentro de um scanner e dizer-lhe para mudar a atividade de diferentes zonas do seu cérebro, com base no que estamos a observar num monitor desse mesmo scanner? Pode a Inteligência Artificial (IA) abordar e interatuar com a Neurociência, e vice-versa?

Quase a terminar o ano, surgem as frequentes resoluções de ano novo, um conjunto de ideias e desejos para aquele que se perspetiva ser um ano talvez igual ou melhor que o anterior. Existem assim duas perspetivas temporais: o ano que passou (o passado) e o que vem (futuro), e é sobre a integração destas duas perspetivas que gostaria de deixar uma reflexão.

Estas duas imagens foram produzidas por André Moitinho, Márcia Barros, Carlos Barata do Centro Multidisciplinar para a Astrofísica (CENTRA) e Hélder Savietto da Fork Research no âmbito da missão Gaia.

O que fazem e o que pensam alguns membros da comunidade de Ciências? O Dictum et factum de dezembro é com Rodrigo Maia, técnico superior do Laboratório de Isótopos Estáveis do Departamento de Biologia Vegetal de Ciências.

A cidade é um bom exemplo de um sistema adaptativo, inteligente e complexo. Fala-se hoje muito em cidades espertas, onde os peões e os habitantes só encontram motivos para viverem contentes, porque tudo é pensado para os ajudar, graças à capacidade analítica sobre os dados das pessoas e das cidades. A sua manutenção é imprescindível, e a sua renovação deve obedecer à inteligência e jamais à usura. Nem sempre isso ocorre.

O projeto AQUA LINE, da empresa PEN Wave, vencedor do concurso MAREINOV Montepio, destina-se a produzir de forma inovadora microalgas e copépodes para o sector da aquicultura.

André Borges, Bernardo Tavares e Luis Martins, alunos do mestrado integrado em Engenharia da Energia e do Ambiente venceram o 1.º Hackathon de Transportes Internacional de Moscovo. A equipa classificada em 1.º lugar contou ainda com estudantes de Espanha e Colômbia.

O Prémio Luso-Espanhol de Química 2017 foi atribuído a Amélia Pilar Rauter, professora do Departamento de Química e Bioquímica e coordenadora do Grupo da Química dos Glúcidos do Centro de Química e Bioquímica de Ciências.

O quinto livro de António Damásio, colocado à venda a 3 de novembro, aborda o diálogo da vida com os sentimentos, como formadores da consciência e motor da ciência, e o que daí resulta, em especial para a cultura (ou ainda, sobre a estranha ordem, da sensação à emoção e depois ao sentimento). Os sentimentos são sinais da nossa vida e também os motivadores da criação intelectual dos homens. E, daí resultam multitudes de condutas, padrões variados de comportamentos. Enfim, os sentimentos facilitam a formação da nossa personalidade.

Uma das melhores decisões de Ricardo Rocha foi estudar Biologia em Ciências. Aqui fez amigos e aprendeu. Na entrevista que se segue fica a conhecer o antigo aluno de Ciências, membro do cE3c e investigador pós-doutorado da Universidade de Cambrigde, galardoado com o 1.º lugar do Prémio de Doutoramento em Ecologia - Fundação Amadeu Dias, lançado este ano pela primeira vez pela Sociedade Portuguesa de Ecologia.

A procrastinação é uma das grandes causas do insucesso académico e fonte de muito sofrimento e conflito interno. Para conquistar a procrastinação podemos começar por nos questionarmos: porque é que ando, constantemente a adiar.

Um estudo publicado na revista científica Science, do qual Vítor Sousa, investigador do Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais (cE3c), é coautor, demonstra que há mais de 34 000 anos os grupos de seres humanos caçadores-recoletores desenvolveram redes sociais complexas para escolher parceiros e evitar riscos da endogamia.

No âmbito dos projetos “MoTHER – Mobilidade e Transição em Habitações Especiais e Reativas” e “HIPE – Habitações Interativas para Pessoas Excecionais”, Manuel J. Fonseca, Luís Carriço e Tiago Guerreiro, professores do Departamento de Informática e investigadores do Laboratório de Sistemas Informáticos de Grande Escala, irão desenvolver soluções tecnológicas para melhorar a qualidade de vida, nomeadamente a autonomização de pessoas com lesões vertebro medulares, alojadas em residências da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

A Associação Ciências Solidária foi constituída por escritura pública em 6 de abril de 2016, por iniciativa da Direção da Faculdade de Ciências, com o apoio de vários membros da comunidade. É um projeto de proximidade, baseado na responsabilidade social, com o fim de contribuir para a construção de uma comunidade mais justa e solidária.

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