Opinião

Todos os dias o pisamos, mas raramente lhe prestamos atenção

60 minutos de Ciência com Lídia Fernandes

No Torreão Poente na Praça do Comércio, encontra-se em exibição a exposição “Debaixo dos Nossos Pés”

AJM

António José Monteiro

Sim, estou a falar-lhe do chão, mas deixe-me ser mais específico e referir-me a ele enquanto pavimento. Do latim pavimentum, este termo significa capa ou o revestimento com que se cobre o solo, e como exemplos temos as nossas praças, passeios, estradas e terraços que embelezam e enriquecem as cidades.

Mas que interesse têm os pavimentos? Pisados por tantas gentes ao longo de tantos séculos e séculos de história, imagine o que lhe diziam se pudessem falar. Poder, sabemos que não podem, mas há quem possa falar por eles, e havendo essa possibilidade, não há como não ouvir o que têm para nos contar.

No Torreão Poente na Praça do Comércio, encontra-se em exibição a exposição “Debaixo dos Nossos Pés”, que nos convida precisamente a conhecer os pavimentos de Lisboa desde a Pré-História até ao início do século XX e a compreender quais as suas raízes e evolução.

O que se esconde debaixo dos nossos pés? Que relação existe entre os pavimentos e o contexto histórico em que foram construídos? Como refletem os pavimentos a identidade da cidade? Conhecer este património ajuda-nos a compreender as raízes desta tão antiga cidade, Lisboa, e os fatores que levaram e continuam a levar à sua reinvenção.

No mês em que se celebra o Dia Mundial do Turismo, a valorização do património urbano reveste-se de particular importância uma vez que é o testemunho material de um legado de histórias, épocas e ocupações que marcam e definem a identidade cultural do país.

Na próxima quinta-feira, dia 14 de setembro, pelas 17h30, junte-se a nós e à arqueóloga Lídia Fernandes no MUHNAC-ULisboa para mais uma sessão de 60 Minutos de Ciência.

António José Monteiro, organizador do ciclo 60 Minutos de Ciência
info.ciencias@ciencias.ulisboa.pt

Activo até 19 de Março

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Na sequência da avaliação das unidades de investigação promovida em 2014 pela FCT, o CCMM passou a integrar o Centro de Química Estrutural da Universidade de Lisboa.

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Entrevista com... Pedro Raposo, curador Adler

“Haverá sempre altos e baixos, mas estou em crer que se soubermos muito bem o que queremos, se procurarmos estudar e trabalhar com os melhores na área que nos interessa, se formos persistentes, e se mantivermos uma atitude cosmopolita, colheremos sempre algum fruto do nosso esforço”, declara Pedro Raposo.

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Um modelo de previsão desenvolvido na União Europeia, mostrou que a doença por vírus Ébola terá infetado na África Ocidental entre 14.000 e 22.000 pessoas no final de novembro.

“Este Prémio traz em si o incentivo de que é preciso continuar [a fazer] mais e melhor. Embora este Prémio tenha o meu nome, dedico-o e só o reconheço como sendo de um grupo de pessoas com quem trabalho, do meu centro de investigação e da Faculdade”, declarou Henrique Leitão.

Prémio Pessoa 2014

Henrique Leitão, investigador principal da Secção Autónoma de História e Filosofia das Ciências e membro do Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia, é o vencedor do Prémio Pessoa 2014.

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