Tec Labs Day

Os convidados visitaram alguns dos laboratórios e escritórios das empresas e projetos aqui sedeados

Tec Labs

A entrada fazia prever o dia: balões coloridos, pipocas, uma mascote que rouba atenções e cliques fotográficos. Dia de festa no Tec Labs – Centro de Inovação de Ciências.

O motivo pelo qual se abriram as portas ao ecossistema de inovação e empreendedorismo de Lisboa prendeu-se com a necessidade de partilhar o que está para vir: novos espaços, tipologias de trabalho, empresas e desafios.


Imagem de Tec Labs

“Este dia é muito importante para nós. É o dia de contar o que andámos a fazer ao longo deste tempo [desde a última vez em que se abriram as portas aos parceiros] e falar sobre as novidades para 2017. Este ano estamos em processo de renovação: a receber novas empresas, novas pessoas e projetos muito interessantes. E vamos continuar a criar rede, estabelecer contactos, reforçar sinergias”, explica Bruno Santos Amaro, coordenador de projetos no Tec Labs.

No espaço renovado do Tec Labs, existem agora laboratórios capazes de suportar mais do que uma empresa ou projeto. A esta nova tipologia de trabalho dá-se o nome de CoLab, laboratórios partilhados. Para além disso, há escritórios disponíveis para receber novas ideias de negócio e a possibiliade de receber o apoio da incubadora de forma virtual: ou seja, ter acesso a salas de reunião, participar em eventos dinamizados pelo Tec Labs, ligação à rede de contactos do centro, acesso à rede de parceiros e mentores e plano de incubação, tudo à distância. 


Imagem de Tec Labs

Depois das novidades, com direito a confetti de festejo final, foi altura de conhecer quem faz parte da casa, nomeadamente os projetos, empresas e startups já incubadas, destaque especial para Blastingfm, SGS Molecular, 2AdaPT, Delta Soluções, Ciência Clara, Dynamic Flow, We Timing, NeuroPsyCad, MY.SKINMIX, Bugworkers, PPL Crowdfunding, Lumisense, Maxdata e Associação PAR – Respostas Sociais.

Houve ainda uma sala, a SciencieIN2Business, composta por bancas com alunos e investigadores empreendedores, o objetivo da mesma foi o de dar a conhecer os projetos empresariais que têm em mãos.

Duarte Cordeiro, vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, deu conta do entusiasmo após o tour pelos laboratórios e escritórios. “Estou fascinado. Conheci alguns dos projetos e fiquei de ‘boca aberta’. Acho que podem ser revolucionários dentro da área em que se inserem e na própria ligação à cidade de Lisboa”, disse lançando o desafio: “candidatem-se a projetos pensados para a cidade [é preciso] pensar e crescer em conjunto dentro da comunidade (…) ver alguns dos projetos como grandes projetos nacionais”.

No dia 15 de fevereiro estiveram presentes outras figuras de destaque do empreendedorismo e inovação como Rui Coelho da Invest Lisboa; Bruno Mourão da Câmara Comércio; Paulo Sousa Marques do Shark Tank Portugal; Tim Vieira da Brave Generation; Cristina Simões coordenadora do COHiTEC Lisboa e membro do Conselho Consultivo do Tec Labs, entre outros.

Em breve será publicada a reportagem multimédia do evento. Até lá, pode visitar o novo sítio da Internet em www.teclabs.pt, tornado público nessa data.

Raquel Salgueira Póvoas, Área de Comunicação e Imagem
info.ciencias@ciencias.ulisboa.pt

“Tropical specialist vs. climate generalist: Diversification and demographic history of sister species of Carlia skinks from northwestern Australia” é da autoria de Ana C. Afonso Silva, Jason G. Bragg, Sally Potter, Carlos Fernandes, Maria Manuela Coelho e Craig Moritz. Neste artigo os investigadores apresentam a história evolutiva de duas espécies de lagartos endémicos da Austrália - Carlia triacantha e Carlia johnstonei - revelando como se adaptaram a alterações climáticas do passado.

Com o fortalecimento da Aprendizagem (Machine Learning), a escola clássica da Inteligência Artificial ou IA (Good Old Fashion AI, GOFAI), apoiada em sistemas simbólicos, ficou entrincheirada. O livro mais recente do professor Hector Levesque, “Common Sense, the Turing Test, and the Quest for Real AI”, da MIT Press (2017), vem ajudar a não esquecermos o que a IA nos tem ensinado, ano após ano, acerca da mente, e, em particular, que o pensamento é um processo computacional. Como pode, então, a computação iluminar o pensamento?

O que fazem e o que pensam alguns membros da comunidade de Ciências? O Dictum et factum de agosto é com Cristina Manessiez, técnica superior da Biblioteca de Ciências.

Investigadores de Ciências e do Instituto Universitário de Lisboa desenvolvem hardware capaz de resolver tarefas robóticas, em contexto real, em menos tempo do que o alcançado até então. Os resultados foram publicados na revista científica Royal Society.

Em 2017 os Prémios Científicos ULisboa/Caixa Geral de Depósitos foram atribuídos a Vladimir Konotop e Ricardo Trigo. O ano passado foi a vez de Henrique Cabral e Eric Font. Ainda não é conhecida a data da cerimónia pública de entrega das referidas distinções.

Na lista de artigos e livros notáveis da ACM Computing Reviews, a Best of Computing, encontram-se publicações de professores e investigadores do Departamento de Informática de Ciências.

Alunos do ensino secundário participaramem projetos de investigação na Faculdade de Ciências da ULisboa. O culminar da atividade deu-se com um Congresso Científico, onde os "novos cientistas" apresentaram os resultados do trabalho realizado.

A palestra "Por que não anda o tempo para trás?”acontece dia 29 de julho, pelas 21h30,no Planetário Calouste Gulbenkian,Centro Ciência Viva deBelém.

Durante duas semanas, estudantes do ensino básico e secundário conheceram o ambiente da Faculdade e os métodos de trabalho dos cursos aqui lecionados.

“Tina dos Tsunamis” ocorreu no passado dia 29 de junho, durante o campo de férias Exploradores, com um grupo de 25 crianças, entre os 7 e os 14 anos do bairro do 2.º Torrão, em Almada.

Para compreendermos as capacidades de cada um de nós é preciso entender como as células nervosas se comportam e como interatuam entre si, isto é, pode sempre existir uma outra hipótese que consiga explicar um pouco mais. E, existem sempre os factos e as interpretações.

A Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa organiza de 24 a 28 de julho de 2017 a 4.ª edição do “Ser Cientista”.

No próximo ano letivo Ciências apresenta três novos cursos: Biologia dos Recursos Vegetais, Cultura Científica e Divulgação das Ciências e Data Science.

Preparado para mineração nos fundos marinhos profundos? E para viver sem telemóvel? Venha visitar a exposição Mar Mineral e compreender a relação.

O que fazem e o que pensam alguns membros da comunidade de Ciências? O Dictum et factum de julho é com Andreia Santos, técnica superior do Gabinete de Apoio Psicopedagógico (GAPsi) da Área de Mobilidade e Apoio ao Aluno de Ciências.

O primeiro mestrado em Gestão e Governança Ambiental da Universidade Agostinho Neto foi frequentado por 24 alunos. Os primeiros dez estudantes apresentaram as teses em maio, numa cerimónia que contou com a presença de Maria de Fátima Jardim, ministra de Ambiente de Angola. As próximas defesas deverão ocorrer em outubro.

Em 2017, o Prémio Bronstein foi atribuído a Mercedes Martín-Benito, investigadora do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, em reconhecimento pelo seu importante contributo para a Cosmologia Quântica em Loop.

Em 2017 a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa acolhe o IV Encontro Internacional da Casa das Ciências, que ocorre entre 10 e 12 de julho.

“Foi um tempo para ficar apaixonada pelo estudo, investigação, conhecimento e sua aplicação na nossa vida diária”, conta a antiga aluna de Ciências, professora de Biologia e Geologia na Escola na Escola Secundária de Raul Proença, em Caldas da Rainha, Maria de Matos.

Ciências fez parte do roteiro da viagem de finalistas de uma turma de 9.º da Escola Básica Integrada Francisco Ferreira Drummond.

A unidade curricular Projeto Empresarial contou, em 2017, com a participação de nove alunos de mestrado de Ciências e 38 alunos da licenciatura de Finanças do ISCTE-IUL. Na sessão final de apresentação dos trabalhos desenvolvidos, o projeto Ecovital distinguiu-se.

Se olharmos bem para os seres humanos, capazes de sentir, pensar e sonhar, de criar, interpretar e compreender ideias, teorias e conceitos, perguntamos como a matéria de que são feitos foi então capaz de dar origem a estados mentais, incluindo mesmo a faculdade de consciência? A resposta a esta questão está cada vez mais ao alcance da consiliência (síntese), entre as neurociências, a psicologia, a robótica, e a inteligência artificial (aprendizagem).

Novo estudo com recurso a análises genéticas revela que o sapo-asiático que está a invadir a ilha de Madagáscar terá origem numa população do Camboja e Vietname.

“Ao transformarmos o problema dos resíduos orgânicos, numa oportunidade para melhorarmos o solo do campus de Ciências, ou seja, a matriz que suporta a vida, estamos a melhorar as plantas que aqui crescem com externalidades positivas para o ambiente”, declara David Avelar, guardião da HortaFCUL.

Exposição de design inclui projetos de comunicação de ciência, fruto de uma parceria entre o Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.

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