O Sol dá horas e põe um robot a pintar?

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relógio solar

Raquel Figueiredo e o Rodrigo Silva, alunos de doutoramento da Faculdade e do Instituto Dom Luiz, demonstraram que o Planeta Terra gira e que o Sol nem sempre brilha para todos

IDL

O Colégio da Beloura trabalha em projetos, cujos temas são lançados pelos próprios alunos. Desta vez, o tema foi a energia solar.

“O que é o Planeta Terra?” foi a questão que marcou o início dos workshops “Relógio Solar” e “Robot/Pintor” que decorreram no passado dia 9 de abril na Faculdade de Ciências e que contaram com a participação de 15 alunos do Colégio da Beloura em Sintra com idades entre os 4 e os 5 anos.

“É onde vivem as pessoas”, foi uma das respostas. Essas pessoas acordam e dormem, porque é de dia ou porque chega a noite. Foi este o ponto de partida para a Raquel Figueiredo e o Rodrigo Silva, alunos de doutoramento da Faculdade e do Instituto Dom Luiz, demonstrarem que o Planeta Terra gira e que o Sol nem sempre brilha para todos. Mas o Sol não só nos diz se é dia ou noite, como também pode ser usado para nos indicar que horas são. Os 15 alunos do Colégio da Beloura perceberam como através da construção de um relógio solar. Com dobras, vincos, lápis, bússolas e uma lanterna – porque o dia estava nublado - perceberam que neste relógio podem ver se são 12h00, hora de ir almoçar ou 13h30, hora de fazer a sesta.

relógio solar
Relógio Solar, construído por um dos alunos do Colégio da Beloura, cuja sombra indica que são 12h00
Fonte IDL

O Luís Martins, aluno do mestrado integrado em Engenharia da Energia e do Ambiente (MIEEA) e membro da Oficina das Energias, dinamizou ainda o workshopRobot/pintor” e explicou que este robot, tal como as plantas, precisa do Sol para produzir energia. Desta vez, com células solares, fios elétricos, um copo de iogurte, uma lanterna, papel e um marcador, os alunos tiveram a oportunidade de montar os seus robots/pintores e produzir obras de arte, que levaram para expor na sua escola.


Robot/pintor e a sua obra de arte
Fonte IDL

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Raquel Figueiredo, estudante do doutoramento em Sistemas Sustentáveis de Energia, diz que o que a motiva a participar neste tipo de workshops é a possibilidade de partilha de conhecimento e o sentir que consegue chegar a pessoas de ambientes muito diferentes do seu. Rodrigo Silva, estudante do programa doutoral Earthsystems, refere que o que mais gostou nesta atividade foi a curiosidade, a espontaneidade e o à vontade que os alunos demonstraram.

Marta Aido, IDL com ACI Ciências
info.ciencias@ciencias.ulisboa.pt
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Os jardins do Campo Grande surgem entre os preferidos de Lisboa, de acordo com os resultados de um inquérito online desenvolvido pelo Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais (cE3c) em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa.

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Ciências ULisboa preenche a totalidade das vagas na 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao ensino superior. Este ano houve mais de cinco mil candidaturas aos cursos da Faculdade.

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Colegas e amigos homenageiam José Rufino, falecido em julho passado, com uma missa em ação de graças e uma recolha de fundos para a Ciências Solidária, que será entregue a esta associação em nome do professor do Departamento de Informática de Ciências ULisboa.

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Se ainda não conhece o projeto das cigarras marroquinas, entre no Instagram e acompanhe as aventuras de Gonçalo Costa, distinguido este ano com uma bolsa de início de carreira pela National Geographic Society.

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Fotografia de Sven Fischer da Unsplash

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O EIT Health é um consórcio europeu dedicado à inovação em saúde, constituído por cerca de 140 entidades. Ciências ULisboa é parte integrante e ativa desde a sua génese.

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Cláudio M. Gomes

A ciência é global e colaborativa. Quem o diz é Cláudio M. Gomes, professor do DQB e investigador do BioISI. Recentemente, juntamente com outros cientistas descobriu um novo mecanismo bioquímico nas células nervosas, que retarda a formação dos depósitos de agregados de proteína no cérebro, causadores da doença de Alzheimer.

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