Título | Orador e contacto |
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Património geológico e paleontológico da Arriba Fóssil da Costa da Caparica a.) Conteúdo fóssil marinho do Miocénico Inferior; b.) Primeiro impulso tectónico miocénico da Arrábida; c.) Paleofaunas continentais do Miocénico Médio; d.) Paleofaunas marinhas do Miocénico Médio a Superior; e.) Segundo impulso tectónico miocénico; f.) O delta do Pré-Tejo pliocénico; g.) A mina de Ouro da Adiça. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Mário Cachão (mcachao@ciencias.ulisboa.pt) |
A Geologia e Paleontologia das Freguesias de Lisboa A Geologia e Paleontologia de Lisboa (e.g. Ajuda, Marvila, Belém, São Vicente): a.) Paleoambientes e tipos de fósseis ocorrem nas formações de Caneças e da Bica (Liós); b.) Caracterização geológica e gemológica do Complexo Vulcânico de Lisboa-Mafra; c.) Paleofaunas miocénicas marinhas e continentais da região do Baixo-Tejo. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Mário Cachão (mcachao@ciencias.ulisboa.pt) |
Água subterrânea: um recurso estratégico Armazenada nos aquíferos, resulta da infiltração da água da chuva no solo e constitui uma das principais reservas de água doce disponíveis à humanidade. Em muitas regiões, é a principal fonte de abastecimento para consumo humano, agrícola e industrial, e para a manutenção de ecossistemas aquáticos, especialmente em períodos de seca. Reconhecer a água subterrânea como um recurso estratégico é essencial para garantir a segurança hídrica, proteger os ecossistemas e assegurar água de qualidade para as gerações atuais e futuras. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Maria do Rosário Carvalho (mdrcarvalho@ciencias.ulisboa.pt) |
Dinossáurios carnívoros do Jurássico de Portugal: à descoberta dos terópodes Vamos descobrir como trabalham os paleontólogos e como os fósseis nos ajudam a compreender a evolução da vida. Iremos explorar o registo fóssil do Jurássico de Portugal e conhecer os dinossáurios carnívoros, os terópodes, que viveram há 150 milhões de anos e a sua evolução até às aves atuais. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Elisabete Malafaia (efmalafaia@ciencias.ulisboa.pt) |
Antes, durante e depois da Serra de Sintra a.) Paleoambientes anteriores de laguna tropical e de recifes marinhos alienígenas; b.) Causas para a génese do complexo ígneo de Sintra. Razões porque a diferenciação magmática não explica o Granito de Sintra; c.) As rochas singulares que se formaram como consequência da intrusão de Sintra. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Mário Cachão (mcachao@ciencias.ulisboa.pt) |
Fósseis do Neogénico (20 a 6 Ma) de Portugal continental e insular a.) Recifes subtropicais povoados por Sirénios do Miocénico Inferior, na região da Bacia do Baixo Tejo; b.) Paleofaunas terrestres (Proboscídeos, Rinocerontes, roedores, predadores); c.) Tubarões, golfinhos, baleias e aves do Miocénico Médio de Portugal continental; d.) Fósseis recifais tropicais miocénicos do Porto Santo; e.) Paleofaunas marinhas de Santa Maria. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Mário Cachão (mcachao@ciencias.ulisboa.pt) |
Geotermia: um recurso geológico na transição energética Reconhecer a geotermia como um recurso geológico fundamental permite compreender a ligação entre a dinâmica interna da Terra e as soluções energéticas do futuro, contribuindo para uma transição energética mais sustentável e para um uso mais responsável dos recursos naturais. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Maria do Rosário Carvalho (mdrcarvalho@ciencias.ulisboa.pt) |
Descobrindo e escavando dinossáurios: aonde, como e para que serve este enorme património paleontológico. Como é descobrir e escavar um dinossáurio? Do deserto tórrido do Oeste americano às imprevisíveis praias portuguesas, descrevemos em detalhe como procuramos e identificamos restos fósseis de dinossáurios no campo, bem como todas as etapas e peripécias envolvidas na sua escavação e extração em segurança. A sua investigação possibilita compreender as relações de parentesco entre os dinossáurios (história evolutiva), os seus modos de vida (paleobiologia) e a sua distribuição geográfica ao longo do tempo (paleobiogeografia). Explicaremos porquê e como. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Pedro Mocho (pdmocho@ciencias.ulisboa.pt) |
A Geodiversidade do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros: há calcários e calcários! a.) A génese marinha tropical dos calcários e o nascimento do Atlântico Norte; b.) Significado paleoambiental de três dos principais constituintes dos calcários. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Mário Cachão (mcachao@ciencias.ulisboa.pt) |
Pegadas de dinossáurios (e não só) de Carenque a.) O Monumento Natural de Carenque; b.) A descoberta; c.) As vicissitudes da sua preservação; d.) Proteção das pegadas; e.) O paleoambiente lagunar, tropical, do Belasiano; f.) O seu rico património paleontológico, incluindo peixes, tubarões e invertebrados; g.) Ações de proteção e valorização da APELO. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Mário Cachão (mcachao@ciencias.ulisboa.pt) |
Lisboa, submersa, tropical, recifal: o património do Liós a.) O Liós nos monumentos de Lisboa; b.) O Liós não é um mármore porque... c.) O conteúdo fóssil especial do Liós; d.) Porque os recifes da Formação da Bica não tinham corais? e.) Qual a razão (validação das principais hipóteses)? f.) Importância no atual contexto das alterações (aquecimento) climáticas? g.) Serviço ambiental do Liós. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Mário Cachão (mcachao@ciencias.ulisboa.pt) |
Dinossáurios de Portugal, os gigantes do Mesozoico Uma viagem pela era dos dinossáurios em Portugal! Nesta breve conversa, pretendemos explorar a história evolutiva dos dinossáurios não avianos em Portugal, desde as suas primeiras evidências fósseis até aos últimos sobreviventes antes da grande extinção no final do Cretácico Superior, há cerca de 66 milhões de anos. Esta história, com cerca de 200 milhões de anos, centra-se nos abundantes achados fósseis do Jurássico Superior e do Cretácico em Portugal, provenientes sobretudo das regiões Oeste (Lourinhã, Torres Vedras e Alenquer) e Centro (Pombal, Leiria, Batalha e Porto de Mós), bem como da Península de Setúbal e da região de Aveiro. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Pedro Mocho (pdmocho@ciencias.ulisboa.pt) |
As Rochas à nossa volta Vivemos num mundo onde a Natureza tem vindo a ganhar importância e as rochas são parte dessa Natureza. Elas estão nas paisagens que procuramos para passear e nos materiais que usamos para construir e fabricar. As rochas e as paisagens da nossa região e do nosso país são parte da nossa identidade e conhecê-las é perceber melhor o país em que vivemos. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Nuno Pimentel (npimentel@ciencias.ulisboa.pt) |
Património paleontológico da região da Grande Lisboa a.) Os dinossáurios jurássicos do Oeste de Portugal continental e como se conservaram até aos dias de hoje? b.) As pegadas de dinossáurios de Pego Longo-Carenque; c.) Os recifes de Rudistas no Liós dos monumentos lisboetas; d.) Os fósseis marinhos de invertebrados e vertebrados (incluindo tubarões e sirénios) do Miocénico Inferior; e.) Paleofaunas terrestres de savana tropical na região de Lisboa; f.) Os fósseis marinhos de ouriços, caranguejos, tubarões, répteis aves, cetáceos, entre outros. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Mário Cachão (mcachao@ciencias.ulisboa.pt) |
Uma mão cheia de fósseis a.) Evolução do conceito de fóssil ao longo dos tempos; b.) Tipos de fósseis; c.) Produtos de Fossilização; d.) Paleobiodiversidade; e.) Evolução e datação com base em fósseis; f.) Interpretação paleoambiental com base em fósseis. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Mário Cachão (mcachao@ciencias.ulisboa.pt) |
A mina de Granadas do Suímo a.) A (re)descoberta das Minas do Suímo; b.) Mina Grande e Mina Pequena; c.) Registo histórico das granadas do Suímo; d.) O eu é que as granadas do Suímo têm em comum com as cinzas vulcânicas de Pompeia? e.) Mineração romana ou, mais antiga, fenícia? f.) Joias merovíngias com Granadas do Suímo; g.) Génese mantélica das Granadas no contexto do Complexo vulcânico de Lisboa-Mafra; 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Mário Cachão (mcachao@ciencias.ulisboa.pt) |
Origem das areias do Porto Santo: recifal ou glacial? a. Os mitos sobre a génese das areias do Porto Santo; b. As três razões por que as areias da Praia do Porto Santo não deveriam existir; c. Condições para a génese da rocha-mãe, o Eolianito: topografia, vento, produtividade marinha, variação do nível média das águas do mar; d. Conteúdo fóssil, marinho e terrestre do Eolianito. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Mário Cachão (mcachao@ciencias.ulisboa.pt) |
Crescimento e destruição de Cadeias de Montanhas - A cadeia Varisca na Península Ibérica Nesta conferencia será abordado o tema da construção e destruição de cadeias de montanhas no decurso do processo de colisão continental. Serão apresentadas evidências de campo e de laboratório que levaram à formulação de modelos evolutivos da cadeia de montanhas Varisca em Portugal Continental, integrando diferentes campos do conhecimento geológico. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Ícaro Dias da Silva (ifsilva@ciencias.ulisboa.pt) |
Medir o impossível: como a ciência mede ondas gigantes na Nazaré A Nazaré é um dos maiores laboratórios naturais de ondas extremas do mundo. Esta palestra explica como a geologia submarina e a dinâmica oceânica geram ondas gigantes e apresenta o BigWaveTracker, uma nova ferramenta para medir, compreender e avaliar os impactos das ondas extremas, incluindo no surf. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Luís Pedro Almeida (lpealmeida@ciencias.ulisboa.pt) |
Porque é que a tua altura depende da Terra e a altura da Serra da Estrela depende da Lua? Nesta palestra revela-se a origem da unidade de medida metro e do estabelecimento da superfície de referência para as altitudes (nível médio das água do mar), mostrando a relação que elas têm com as dimensões da Terra e com a gravidade da Lua. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Paula Redweik (pmredweik@ciencias.ulisboa.pt) |
As praias estão a desaparecer? O que os satélites nos dizem As praias prestam serviços essenciais à sociedade, mas estão ameaçadas pelas alterações climáticas e atividade antrópicas. Esta palestra mostra como dados de satélite permitem monitorizar a evolução das praias no tempo e no espaço, apresentando o sistema CASSIE e exemplos reais de aplicação científica e de gestão costeira. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Luís Pedro Almeida (lpealmeida@ciencias.ulisboa.pt) |
Recursos geológicos - Como se formam e importância na sociedade Nesta apresentação serão focados os principais aspetos para a génese de recursos minerais metálicos e a sua importância na sociedade atual, com especial ênfase nos que foram gerados no decorrer da orogenia Varisca em Portugal continental. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Ícaro Dias da Silva (ifsilva@ciencias.ulisboa.pt) |
O Terramoto de 1755: porque é que há sismos de magnitude muito elevada em Portugal? Nesta palestra explicam-se quais as principais causas para a ocorrência de grandes sismos no território nacional, em vista da caracterização tectónica do offshore do SW Ibérico (fronteira de placas Iberia-Núbia). Explica-se a dificuldade, que ainda persiste, relativa à identificação precisa da fonte sismogénica/tsunamigénica de grandes terramotos como o de 1755. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Filipe M. Rosas (frosas@ciencias.ulisboa.pt) |
Recursos Minerais e Tectónica de Placas Os processos geológicos estimulados pela tectónica de placas desempenham papel crucial na formação de diferentes tipos de recursos minerais, cuja distribuição no espaço e no tempo não é aleatória. Alterações da tectónica global, determinando a evolução do Planeta, foram também decisivas na génese das principais províncias metalogenéticas. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | António Mateus (amateus@ciencias.ulisboa.pt) |
Matéria-prima mineral: alicerce basilar da Civilização Humana Incrementos sucessivos de produção, transformação e consumo de matéria-prima mineral assinalam todas as etapas da evolução da Civilização Humana. As transições em curso geram dependência assinalável em elevado número de metais e metaloides, muitos deles registando risco elevado de disrupção de abastecimento. Como deveremos encarar o futuro? 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | António Mateus (amateus@ciencias.ulisboa.pt) |
Contributos das Ciências da Terra para as Metas de Desenvolvimento Sustentável Em 2015, na sua Agenda 2030, a ONU identificou 17 Metas para o Desenvolvimento Sustentável, visando estratégias de crescimento que garantissem acesso a eco-serviços e recursos naturais no presente e futuro, alicerçadas no progresso social e aumento da qualidade de vida. O que foi realizado até ao momento e quais os contributos das Ciências da Terra? 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | António Mateus (amateus@ciencias.ulisboa.pt) |
Uma visão atual da teoria da Tectónica de Placas A teoria da tectónica de placas é a teoria unificadora das ciências da Terra sólida. Na sua formulação inicial, era uma teoria cinemática que descrevia a superfície do planeta como estando fragmentada em diversas placas litosféricas que se movem umas em relação às outras. Atualmente, a comunidade científica está a desenvolver uma nova teoria que descreve as forças que fazem mover as placas e integra a tectónica de placas e a convecção do manto como parte de um mesmo sistema dinâmico. 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | João Duarte (jdduarte@ciencias.ulisboa.pt) |
Os Foraminíferos e a evolução do Clima: a revelação! (Os foraminí... quê? deixa lá, depois vais perceber) Os foraminíferos surgiram antes Câmbrico (Paleozóico); são bons fósseis de idade, mas não é disso que vamos falar. Adaptaram-se a todos os ambientes marinhos e representam mais de 50% da biomassa dos fundos oceânicos. Por que é que nunca viste nenhum? Porque são microfósseis (~0,5 mm). Muitas das espécies são sensíveis às variações do ambiente, nomeadamente às alterações do clima. Isto faz dos foraminíferos uma ferramenta crucial na reconstituição paleoambiental e paleoclimática da Terra, como vamos ver... 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Francisco Fatela (ffatela@ciencias.ulisboa.pt) |
Grandes sismos, tsunamis e microfósseis: os foraminíferos no registo geológico de 1755. De tempos a tempos Portugal sente um grande sismo, como o de 1755. No estudo dos sismos é importante avaliar o seu intervalo de recorrência; quando é que se pode repetir um ablo devastador? Como o registo histórico é curto para responder a esta questão, procuram-se evidências de grandes sismos nos sedimentos depositados pelos tsunamis usando, por exemplo, os foraminíferos, que são microfósseis (~0,5 mm), muito sensíveis às variações do ambiente em que vivem... 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Francisco Fatela (ffatela@ciencias.ulisboa.pt) |
Fósseis! O que são e para que servem? Já todos ouvimos falar de fósseis. Os fósseis cativam-nos! Mas será que sabemos, mesmo, o que é um fóssil? Serão observados somatofósseis e icnofósseis de trilobites, de conchas de amonites, de folhagem de plantas, de ossos de dinossáurios e até de dentes de tubarões gigantes extintos! E que tamanho poderiam esses tubarões atingir? 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Carlos Marques da Silva (cmsilva@ciencias.ulisboa.pt) |
Da Deriva Continental à Tectónica de Placas: episódios de uma aventura científica nas Ciências da Terra Nesta palstra abordam-se os seguintes tópicos fundamentais: Quem foi, como viveu e como morreu Alfred Wegner? Em que é que consistia a ideia fundamental por ele proposta da Deriva Continental? Como é que essa ideia revolucionária foi recebida pela comunidade científica e porquê? Quais as diferenças entre a ideia original da Deriva Continental e a moderna teoria da Tectónica de Placas e porquê? Porque é que a Tectónica de Placas não pode ser compreendida com base numa descrição geométrica e cinemática do que está em causa, mas requere a compreensão física (dinâmica) dos processos em causa? 50/60 minutos Presencial ou através de plataforma digital (Zoom ou outras) | Filipe M. Rosas (frosas@ciencias.ulisboa.pt) |