Departamento de Ciências da Terra e Energia

A marcação das palestras é realizada diretamente com os docentes responsáveis, através do contacto disponibilizado em cada um delas.

Abaixo contará com as áreas de Geologia, Oceanografia, Metereologia, Energia e Ambiente, Geofísica, Sismologia e Engenharia Geoespacial

Não encontra a palestra que procura? Faça-nos uma sugestão.

Geologia

Título

Orador e contacto

Património geológico e paleontológico da Arriba Fóssil da Costa da Caparica

a.) Conteúdo fóssil marinho do Miocénico Inferior; b.) Primeiro impulso tectónico miocénico da Arrábida; c.) Paleofaunas continentais do Miocénico Médio; d.) Paleofaunas marinhas do Miocénico Médio a Superior; e.) Segundo impulso tectónico miocénico; f.) O delta do Pré-Tejo pliocénico; g.) A mina de Ouro da Adiça.

50/60 minutos

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Mário Cachão

(mcachao@ciencias.ulisboa.pt)

A Geologia e Paleontologia das Freguesias de Lisboa

A Geologia e Paleontologia de Lisboa (e.g. Ajuda, Marvila, Belém, São Vicente):

a.) Paleoambientes e tipos de fósseis ocorrem nas formações de Caneças e da Bica (Liós); b.) Caracterização geológica e gemológica do Complexo Vulcânico de Lisboa-Mafra; c.) Paleofaunas miocénicas marinhas e continentais da região do Baixo-Tejo.

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Mário Cachão

(mcachao@ciencias.ulisboa.pt)

Água subterrânea: um recurso estratégico

Armazenada nos aquíferos, resulta da infiltração da água da chuva no solo e constitui uma das principais reservas de água doce disponíveis à humanidade. Em muitas regiões, é a principal fonte de abastecimento para consumo humano, agrícola e industrial, e para a manutenção de ecossistemas aquáticos, especialmente em períodos de seca. Reconhecer a água subterrânea como um recurso estratégico é essencial para garantir a segurança hídrica, proteger os ecossistemas e assegurar água de qualidade para as gerações atuais e futuras.

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Maria do Rosário Carvalho

(mdrcarvalho@ciencias.ulisboa.pt)

Dinossáurios carnívoros do Jurássico de Portugal: à descoberta dos terópodes

Vamos descobrir como trabalham os paleontólogos e como os fósseis nos ajudam a compreender a evolução da vida. Iremos explorar o registo fóssil do Jurássico de Portugal e conhecer os dinossáurios carnívoros, os terópodes, que viveram há 150 milhões de anos e a sua evolução até às aves atuais.

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Elisabete Malafaia

(efmalafaia@ciencias.ulisboa.pt)

Antes, durante e depois da Serra de Sintra

a.) Paleoambientes anteriores de laguna tropical e de recifes marinhos alienígenas; b.) Causas para a génese do complexo ígneo de Sintra. Razões porque a diferenciação magmática não explica o Granito de Sintra; c.) As rochas singulares que se formaram como consequência da intrusão de Sintra.

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Mário Cachão

(mcachao@ciencias.ulisboa.pt)

Fósseis do Neogénico (20 a 6 Ma) de Portugal continental e insular

a.) Recifes subtropicais povoados por Sirénios do Miocénico Inferior, na região da Bacia do Baixo Tejo;
b.) Paleofaunas terrestres (Proboscídeos, Rinocerontes, roedores, predadores);
c.) Tubarões, golfinhos, baleias e aves do Miocénico Médio de Portugal continental;
d.) Fósseis recifais tropicais miocénicos do Porto Santo;
e.) Paleofaunas marinhas de Santa Maria.

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Mário Cachão

(mcachao@ciencias.ulisboa.pt)

Geotermia: um recurso geológico na transição energética

Reconhecer a geotermia como um recurso geológico fundamental permite compreender a ligação entre a dinâmica interna da Terra e as soluções energéticas do futuro, contribuindo para uma transição energética mais sustentável e para um uso mais responsável dos recursos naturais.

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Maria do Rosário Carvalho

(mdrcarvalho@ciencias.ulisboa.pt)

Descobrindo e escavando dinossáurios: aonde, como e para que serve este enorme património paleontológico.

Como é descobrir e escavar um dinossáurio? Do deserto tórrido do Oeste americano às imprevisíveis praias portuguesas, descrevemos em detalhe como procuramos e identificamos restos fósseis de dinossáurios no campo, bem como todas as etapas e peripécias envolvidas na sua escavação e extração em segurança. A sua investigação possibilita compreender as relações de parentesco entre os dinossáurios (história evolutiva), os seus modos de vida (paleobiologia) e a sua distribuição geográfica ao longo do tempo (paleobiogeografia). Explicaremos porquê e como.

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Pedro Mocho

(pdmocho@ciencias.ulisboa.pt)

A Geodiversidade do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros: há calcários e calcários!

a.) A génese marinha tropical dos calcários e o nascimento do Atlântico Norte;

b.) Significado paleoambiental de três dos principais constituintes dos calcários.

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Mário Cachão

(mcachao@ciencias.ulisboa.pt)

Pegadas de dinossáurios (e não só) de Carenque

a.) O Monumento Natural de Carenque;

b.) A descoberta;

c.) As vicissitudes da sua preservação;

d.) Proteção das pegadas;

e.) O paleoambiente lagunar, tropical, do Belasiano;

f.) O seu rico património paleontológico, incluindo peixes, tubarões e invertebrados;

g.) Ações de proteção e valorização da APELO.

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Mário Cachão

(mcachao@ciencias.ulisboa.pt)

Lisboa, submersa, tropical, recifal: o património do Liós

a.) O Liós nos monumentos de Lisboa;

b.) O Liós não é um mármore porque...

c.) O conteúdo fóssil especial do Liós;

d.) Porque os recifes da Formação da Bica não tinham corais?

e.) Qual a razão (validação das principais hipóteses)?

f.) Importância no atual contexto das alterações (aquecimento) climáticas?

g.) Serviço ambiental do Liós.

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Mário Cachão

(mcachao@ciencias.ulisboa.pt)

Dinossáurios de Portugal, os gigantes do Mesozoico

Uma viagem pela era dos dinossáurios em Portugal! Nesta breve conversa, pretendemos explorar a história evolutiva dos dinossáurios não avianos em Portugal, desde as suas primeiras evidências fósseis até aos últimos sobreviventes antes da grande extinção no final do Cretácico Superior, há cerca de 66 milhões de anos. Esta história, com cerca de 200 milhões de anos, centra-se nos abundantes achados fósseis do Jurássico Superior e do Cretácico em Portugal, provenientes sobretudo das regiões Oeste (Lourinhã, Torres Vedras e Alenquer) e Centro (Pombal, Leiria, Batalha e Porto de Mós), bem como da Península de Setúbal e da região de Aveiro.

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Pedro Mocho

(pdmocho@ciencias.ulisboa.pt)

As Rochas à nossa volta

Vivemos num mundo onde a Natureza tem vindo a ganhar importância e as rochas são parte dessa Natureza. Elas estão nas paisagens que procuramos para passear e nos materiais que usamos para construir e fabricar. As rochas e as paisagens da nossa região e do nosso país são parte da nossa identidade e conhecê-las é perceber melhor o país em que vivemos.

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Nuno Pimentel

(npimentel@ciencias.ulisboa.pt)

Património paleontológico da região da Grande Lisboa

a.) Os dinossáurios jurássicos do Oeste de Portugal continental e como se conservaram até aos dias de hoje?

b.) As pegadas de dinossáurios de Pego Longo-Carenque;

c.) Os recifes de Rudistas no Liós dos monumentos lisboetas;

d.) Os fósseis marinhos de invertebrados e vertebrados (incluindo tubarões e sirénios) do Miocénico Inferior;

e.) Paleofaunas terrestres de savana tropical na região de Lisboa;

f.) Os fósseis marinhos de ouriços, caranguejos, tubarões, répteis aves, cetáceos, entre outros.

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Mário Cachão

(mcachao@ciencias.ulisboa.pt)

Uma mão cheia de fósseis

a.) Evolução do conceito de fóssil ao longo dos tempos;

b.) Tipos de fósseis;

c.) Produtos de Fossilização;

d.) Paleobiodiversidade;

e.) Evolução e datação com base em fósseis;

f.) Interpretação paleoambiental com base em fósseis.

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Mário Cachão

(mcachao@ciencias.ulisboa.pt)

A mina de Granadas do Suímo

a.) A (re)descoberta das Minas do Suímo;

b.) Mina Grande e Mina Pequena;

c.) Registo histórico das granadas do Suímo;

d.) O eu é que as granadas do Suímo têm em comum com as cinzas vulcânicas de Pompeia?

e.) Mineração romana ou, mais antiga, fenícia?

f.) Joias merovíngias com Granadas do Suímo;

g.) Génese mantélica das Granadas no contexto do Complexo vulcânico de Lisboa-Mafra;

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Mário Cachão

(mcachao@ciencias.ulisboa.pt)

Origem das areias do Porto Santo: recifal ou glacial?

a.            Os mitos sobre a génese das areias do Porto Santo;

b.            As três razões por que as areias da Praia do Porto Santo não deveriam existir;

c.            Condições para a génese da rocha-mãe, o Eolianito: topografia, vento, produtividade marinha, variação do nível média das águas do mar;

d.            Conteúdo fóssil, marinho e terrestre do Eolianito.

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Mário Cachão

(mcachao@ciencias.ulisboa.pt)

Crescimento e destruição de Cadeias de Montanhas - A cadeia Varisca na Península Ibérica

Nesta conferencia será abordado o tema da construção e destruição de cadeias de montanhas no decurso do processo de colisão continental. Serão apresentadas evidências de campo e de laboratório que levaram à formulação de modelos evolutivos da cadeia de montanhas Varisca em Portugal Continental, integrando diferentes campos do conhecimento geológico.

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Ícaro Dias da Silva

(ifsilva@ciencias.ulisboa.pt)

Medir o impossível: como a ciência mede ondas gigantes na Nazaré

A Nazaré é um dos maiores laboratórios naturais de ondas extremas do mundo. Esta palestra explica como a geologia submarina e a dinâmica oceânica geram ondas gigantes e apresenta o BigWaveTracker, uma nova ferramenta para medir, compreender e avaliar os impactos das ondas extremas, incluindo no surf.

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Luís Pedro Almeida

(lpealmeida@ciencias.ulisboa.pt)

Porque é que a tua altura depende da Terra e a altura da Serra da Estrela depende da Lua?

Nesta palestra revela-se a origem da unidade de medida metro e do estabelecimento da superfície de referência para as altitudes (nível médio das água do mar), mostrando a relação que elas têm com as dimensões da Terra e com a gravidade da Lua.

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Paula Redweik

(pmredweik@ciencias.ulisboa.pt)

As praias estão a desaparecer? O que os satélites nos dizem

As praias prestam serviços essenciais à sociedade, mas estão ameaçadas pelas alterações climáticas e atividade antrópicas. Esta palestra mostra como dados de satélite permitem monitorizar a evolução das praias no tempo e no espaço, apresentando o sistema CASSIE e exemplos reais de aplicação científica e de gestão costeira.

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Luís Pedro Almeida

(lpealmeida@ciencias.ulisboa.pt)

Recursos geológicos - Como se formam e importância na sociedade

Nesta apresentação serão focados os principais aspetos para a génese de recursos minerais metálicos e a sua importância na sociedade atual, com especial ênfase nos que foram gerados no decorrer da orogenia Varisca em Portugal continental.

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Ícaro Dias da Silva

(ifsilva@ciencias.ulisboa.pt)

O Terramoto de 1755: porque é que há sismos de magnitude muito elevada em Portugal?

Nesta palestra explicam-se quais as principais causas para a ocorrência de grandes sismos no território nacional, em vista da caracterização tectónica do offshore do SW Ibérico (fronteira de placas Iberia-Núbia). Explica-se a dificuldade, que ainda persiste, relativa à identificação precisa da fonte sismogénica/tsunamigénica de grandes terramotos como o de 1755.

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Filipe M. Rosas

(frosas@ciencias.ulisboa.pt)

Recursos Minerais e Tectónica de Placas

Os processos geológicos estimulados pela tectónica de placas desempenham papel crucial na formação de diferentes tipos de recursos minerais, cuja distribuição no espaço e no tempo não é aleatória. Alterações da tectónica global, determinando a evolução do Planeta, foram também decisivas na génese das principais províncias metalogenéticas.

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António Mateus

(amateus@ciencias.ulisboa.pt)

Matéria-prima mineral: alicerce basilar da Civilização Humana

Incrementos sucessivos de produção, transformação e consumo de matéria-prima mineral assinalam todas as etapas da evolução da Civilização Humana. As transições em curso geram dependência assinalável em elevado número de metais e metaloides, muitos deles registando risco elevado de disrupção de abastecimento. Como deveremos encarar o futuro?

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António Mateus

(amateus@ciencias.ulisboa.pt)

Contributos das Ciências da Terra para as Metas de Desenvolvimento Sustentável

Em 2015, na sua Agenda 2030, a ONU identificou 17 Metas para o Desenvolvimento Sustentável, visando estratégias de crescimento que garantissem acesso a eco-serviços e recursos naturais no presente e futuro, alicerçadas no progresso social e aumento da qualidade de vida. O que foi realizado até ao momento e quais os contributos das Ciências da Terra?

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António Mateus

(amateus@ciencias.ulisboa.pt)

Uma visão atual da teoria da Tectónica de Placas

A teoria da tectónica de placas é a teoria unificadora das ciências da Terra sólida. Na sua formulação inicial, era uma teoria cinemática que descrevia a superfície do planeta como estando fragmentada em diversas placas litosféricas que se movem umas em relação às outras. Atualmente, a comunidade científica está a desenvolver uma nova teoria que descreve as forças que fazem mover as placas e integra a tectónica de placas e a convecção do manto como parte de um mesmo sistema dinâmico.

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João Duarte

(jdduarte@ciencias.ulisboa.pt)

Os Foraminíferos e a evolução do Clima: a revelação!  (Os foraminí... quê? deixa lá, depois vais perceber)

Os foraminíferos surgiram antes Câmbrico (Paleozóico); são bons fósseis de idade, mas não é disso que vamos falar. Adaptaram-se a todos os ambientes marinhos e representam mais de 50% da biomassa dos fundos oceânicos. Por que é que nunca viste nenhum? Porque são microfósseis (~0,5 mm). Muitas das espécies são sensíveis às variações do ambiente, nomeadamente às alterações do clima. Isto faz dos foraminíferos uma ferramenta crucial na reconstituição paleoambiental e paleoclimática da Terra, como vamos ver...

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Francisco Fatela

(ffatela@ciencias.ulisboa.pt)

Grandes sismos, tsunamis e microfósseis: os foraminíferos no registo geológico de 1755.

De tempos a tempos Portugal sente um grande sismo, como o de 1755. No estudo dos sismos é importante avaliar o seu intervalo de recorrência; quando é que se pode repetir um ablo devastador? Como o registo histórico é curto para responder a esta questão, procuram-se evidências de grandes sismos nos sedimentos depositados pelos tsunamis usando, por exemplo, os foraminíferos, que são microfósseis (~0,5 mm), muito sensíveis às variações do ambiente em que vivem...

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Francisco Fatela

(ffatela@ciencias.ulisboa.pt)

Fósseis! O que são e para que servem?

Já todos ouvimos falar de fósseis. Os fósseis cativam-nos! Mas será que sabemos, mesmo, o que é um fóssil? Serão observados somatofósseis e icnofósseis de trilobites, de conchas de amonites, de folhagem de plantas, de ossos de dinossáurios e até de dentes de tubarões gigantes extintos! E que tamanho poderiam esses tubarões atingir?

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Carlos Marques da Silva

(cmsilva@ciencias.ulisboa.pt)

Da Deriva Continental à Tectónica de Placas: episódios de uma aventura científica nas Ciências da Terra

Nesta palstra abordam-se os seguintes tópicos fundamentais: Quem foi, como viveu e como morreu Alfred Wegner? Em que é que consistia a ideia fundamental por ele proposta da Deriva Continental? Como é que essa ideia revolucionária foi recebida pela comunidade científica e porquê? Quais as diferenças entre a ideia original da Deriva Continental e a moderna teoria da Tectónica de Placas e porquê? Porque é que a Tectónica de Placas não pode ser compreendida com base numa descrição geométrica e cinemática do que está em causa, mas requere a compreensão física (dinâmica) dos processos em causa?

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Filipe M. Rosas

(frosas@ciencias.ulisboa.pt)

Bolsa de Palestras

Oceanografia

Título e duração

Orador e contacto

Medir o mar

A importância da medição e cartografia do fundo do mar na sociedade atual

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Paula Redweik

(pmredweik@ciencias.ulisboa.pt)

O papel do Oceano no Clima

O Oceano é um reservatório de massa (água, CO₂) e de energia (calor), que troca com a atmosfera e redistribui pelo planeta através das suas correntes. Dados observacionais ilustram o papel do Oceano como elemento físico ativo do sistema climático da Terra. O estado físico atual do oceano revela a assinatura de variações climáticas em curso

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Joaquim Dias

(jdias@ciencias.ulisboa.pt)

Física do Oceano

Os Oceanos são, antes de mais, um meio físico. As correntes, as ondas, as marés, a temperatura e densidade, as trocas de calor e gases com a atmosfera fazem do Oceano global uma peça fundamental do nosso sistema climático e abrigo de vastos ecossistemas vitais para o equilíbrio do planeta. Nesta apresentação fazemos uma breve viagem pela física dos Oceanos; a termodinâmica, a mecânica, a acústica e a óptica, e discutir como todas estas áreas da física são relevantes para compreender o funcionamento dos Oceanos

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Álvaro Peliz

(ajpeliz@ciencias.ulisboa.pt)

Do Aquecimento Global à Subida do Nível do Mar e ao Risco Costeiro

De acordo com os CENSOS2021, contabilizam-se cerca de 387 mil pessoas a viver em áreas vulneráveis para um cenário de subida do NMM de 1 m. A preparação da estratégia de adaptação à vulnerabilidade costeira é urgente, dado o longo caminho necessário para definir e implementar o adequado roteiro de adaptação costeira, como transportes e portos marítimos.

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Carlos Antunes

(cmantunes@ciencias.ulisboa.pt)

Oceano em Movimento: Correntes, Afloramento e Turbilhões na Nossa Costa

Descobre a dinâmica da oceano numa palestra interativa, com experiências práticas. Vamos falar do afloramento, das correntes e do afundamento das águas do Mediterrâneo. Entende como se formam os turbilhões e aprende como faz um/a oceanógrafo/a para aprender mais sobre o oceano.

50/60 minutos

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Ana Machado

(ammachado@ciencias.ulisboa.pt)

Bolsa de Palestras

Meteorologia

Título e duração

Orador  e contacto

Conhecer a Terra para melhor prever o clima do futuro: Modelos e observações do nosso planeta

A Terra recebe e emite radiação de forma desigual no globo, gerando movimentos da atmosfera e do oceano, e evaporação/condensação da água. Por detrás de tudo isto está a física, a matemática, satélites de observação e computadores potentes necessários à previsão do tempo e clima, amanhã e no futuro.

50/60 minutos

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Carlos Pires

(clpires@ciencias.ulisboa.pt)

Impacto das alterações climáticas na Península Ibérica

Esta palestra tem por objetivo principal mostrar como as alterações climáticas já estão a ter fortes impactos no clima dos países Mediterrânicos, nomeadamente no incremento da ocorrência de secas, ondas de calor e incêndios florestais com impacto nos ecossistemas e nos humanos.

50/60 minutos

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Ricardo Trigo

(rmtrigo@ciencias.ulisboa.pt)

Bolsa de Palestras

Energia e Ambiente

Título e duração

Orador e contacto

Desafios e Oportunidades para as Energias Renováveis

A transição energética depende das fontes renováveis, mas enfrenta desafios técnicos, económicos e sociais. Nesta palestra, exploramos questões como variabilidade, armazenamento, integração na rede, tendo a energia solar fotovoltaica como caso de estudo. Discutiremos também soluções inovadoras, incluindo aplicações agrivoltaicas ou em ambiente urbano, para acelerar um futuro sustentável.

50/60 minutos

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Miguel Brito

(mcbrito@ciencias.ulisboa.pt)

Cidades e Edifícios Sustentáveis

Como é que as cidades e os edifícios podem ser mais sustentáveis? Nesta palestra vamos ver como podemos construir um futuro urbano mais eficiente e saudável.

50/60 minutos

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Guilherme Carrilho de Graça

(gcg@ciencias.ulisboa.pt)

Alterações climáticas: sim, mas...

Entre o Ambientalismo dogmático e o Trumpismo ignorante; Os problemas ambientais resultantes da produção em massa de painéis solares; Diferença entre Clima e eventos meteorológicos; Os erros mais comuns na interpretação paleoclimática em registos geológicos… entre outros.

50/60 minutos

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Mário Cachão

(mcachao@ciencias.ulisboa.pt)

Alterações climáticas: efeitos de impactos e políticas públicas sobre as gerações futuras

As alterações climáticas impõem um futuro distinto do passado. Ações climáticas para reduzir emissões (mitigação) trazem consequências socioeconômicas. Não reduzir as emissões exigirá ações para adaptarmos aos impactos impostos por um clima diferente ao que estamos acostumados. As gerações futuras precisam se preparar para o que vem aí.

50/60 minutos

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Alexandre Köberle

(ackoberle@ciencias.ulisboa.pt)

Renováveis + Eficiência? Precisamos de Suficiência para a Energia do Futuro.

Esta palestra explora a cultura da suficiência em contraste com a visão focada só na eficiência, apresentando sete ideias essenciais para repensar consumos, escolhas e estilos de vida que orientam um uso de energia mais consciente no futuro.

50/60 minutos

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Marta Panão

(mopanao@ciencias.ulisboa.pt)

Desafios da Transição Energética: a integração multi-sector

A transição energética revela a necessidade de uma integração profunda entre sectores, a par da crescente electrificação da economia. A integração de sectores é um elemento-chave da transição, ao articular o uso da energia nos sectores eléctrico, térmico, dos transportes e outros, permitindo maior flexibilidade e uso mais eficiente desta.

50/60 minutos

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Ana Estanqueiro

(aiestanqueiro@ciencias.ulisboa.pt)

Tu estás a Aquecer o Planeta?

As nossas casas consomem água, energia e produtos. Estes consumos são responsáveis por emissões de gases com efeito de estufa (GEE) diretas e indiretas. Um Americano em 2025 emitiu 18 ton de GEE e um Europeu 7 ton. Vamos mergulhar ao nível das casas e depois perceber melhor o que significam estes números.

50/60 minutos

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Carla Silva

(camsilva@ciencias.ulisboa.pt)

Bolsa de Palestras

Geofísica Interna - Sismologia

Título e duração

Orador  e contacto

Terramoto de 1755: causas e consequências

a.) O porquê da “Geologia Augusta” na cidade Pombalina;

b.) Razões geológicas da devastação da Baixa em relação aos “bairros altos”;

c.) O conhecimento científico do Marquês de Pombal sobre a natureza dos sismos;

d.) A Real Barraca e como o seu sucedâneo Palácio da Ajuda me ajudou a entender o significado paleoambiental do Liós;

e.) Origem do Sismo de 1755 e o início da subducção no Oceano Atlântico.

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Mário Cachão

(mcachao@ciencias.ulisboa.pt)

Do interior da Terra às erupções vulcânicas

As erupções vulcânicas são manifestações da dinâmica interna da Terra, mas representam apenas uma pequena parte da actividade de um vulcão. O que controla a subida do magma? Esta palestra explora os diferentes tipos de erupções e a sua ligação ao interior da Terra e às placas tectónicas, com exemplos de Portugal e do mundo.

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Stéphanie Dumont

(ssdumont@ciencias.ulisboa.pt)

Sismos e risco sísmico, em Portugal e no Mundo

Porque há sismos? Podemos evitá-los ou devemos aprender a viver com eles? Como? E em Portugal, temos de nos preocupar com sismos? O que podemos fazer para ficarmos mais seguros? A previsão sísmica é possível? Como funcionam os sistemas de alerta de sismos? Esta palestra aborda os sismos e seu risco.

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Susana Custódio

(sicustodio@ciencias.ulisboa.pt)

Física da Terra Sólida

Há quem diga que sabemos menos sobre o interior da Terra do que sobre a Lua ou Marte. É verdade? Porquê? Como podemos conhecer o interior do nosso planeta? Nesta palestra vamos ver como aplicar conceitos simples da Física para desvendar o interior do nosso planeta e compreender a sua dinâmica.

50/60 minutos

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Susana Custódio

(sicustodio@ciencias.ulisboa.pt)

A Terra vista do Espaço: como os satélites observam o nosso planeta

Serão abordados os conceitos físicos e as aplicações da observação da Terra por satélites artificiais. Serão apresentados satélites com sensores passivos e ativos, bem como a sua utilização na monitorização ambiental e o impacto no planeamento e na tomada de decisão.

50/60 minutos

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João Catalão

(jcfernandes@ciencias.ulisboa.pt)

CSI Sismologia

Apresentam-se inicialmente os métodos com que são estudados os sismos para obter parâmetros essenciais: localização e dimensão da fonte, energia libertada. Através de vários exemplos estes métodos são usados na caracterização de atividade humana danosa ou criminosa.

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Luís Manuel Matias

(lmmatias@ciencias.ulisboa.pt)

Em busca da donte do sismo de 1755

Apresentam-se os métodos de estudo atuais dos sismos para a determinação de parâmetros essenciais. Segue-se a descrição do que sabemos sobre o sismo de 1755 e como podemos usar essa informação para localizar a fonte e estimar a sua dimensão.

50/60 minutos

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Luís Manuel Matias

(lmmatias@ciencias.ulisboa.pt)

Bolsa de Palestras

Engenharia Geoespacial

Título e duração

Orador  e contacto

Mapear para Decidir: O Poder da Informação Geográfica nos Problemas Globais

Nesta palestra mostramos projetos reais onde a integração de dados geográficos em SIG e a sua análise permitem compreender, antecipar e a combater fenómenos naturais extremos, em terra e no mar, protegendo as populações através do poder da localização. É através destes estudos que podemos contribuir para decisões mais informadas, reduzindo perdas humanas, ambientais e económicas.

50/60 minutos

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Cristina Catita

(cmcatita@ciencias.ulisboa.pt)

Bolsa de Palestras

Comunicados

Startup Delox capta €1,6 milhões junto de investidores