Inteligência Artificial

Investigadores de CIÊNCIAS criam assistente digital que dá informações sobre serviços públicos

António Branco, coordenador do Evaristo.ia

António Branco, professor de CIÊNCIAS, lembra que o Evaristo.ai também defende a soberania digital

DCI-CIÊNCIAS

Evaristo.ai – Serviços Públicos acaba de fazer a estreia na Internet, como agente digital que entende português escrito e falado e apresenta automaticamente respostas sobre os diferentes serviços disponibilizados em Portugal pela administração pública. O novo serviço de Inteligência Artificial (IA), que a gíria também conhece como chatbot, foi desenvolvido numa lógica de acesso aberto e transparente pelo Grupo de Fala e Linguagem Natural (NLX) da Faculdade de de Ciências da Universidade de Lisboa (Ciências ULisboa) e a ARTE – Agência para a Reforma Tecnológica do Estado. Cartão de Cidadão, ingresso no serviço militar, questões sobre pensões de reformados ou responsabilidades parentais figuram entre os vários temas que podem ser abordados pelos utilizadores.

António Branco, coordenador do projeto Evaristo.ai e professor no Departamento de Informática de Ciências ULisboa, recorda que esta versão especializada na recolha de informação de serviços públicos surge na sequência de um primeiro chatbot generalista, que já tinha estreado no verão com a denominação de Evaristo.ai. Além do apoio da ARTE, o Evaristo.ai - Serviços Públicos contou com financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

“Há quatro meses, o Evaristo.ai constituiu uma demonstração pioneira de que é possível democratizar o acesso à IA em português. Agora, com o seu primeiro especialista em serviços públicos, reforça a liderança e abre caminho para uma verdadeira IA soberana em Portugal, reduzindo dependências externas”, refere António Branco, em comunicado.

Enquanto o Evaristo.ai recolhe dados e formula respostas a partir de repositórios generalistas que abordam diferentes temas e sectores, o Evaristo.ai – Serviços Públicos tem o raio de ação circunscrito aos dados disponibilizados pela plataforma gov.pt, que funciona como repositório de serviços e dados dos vários segmentos da Administração Pública.

Depois da versão generalista e desta versão que fornece informação sobre serviços públicos, os criadores do Evaristo.ai deverão prosseguir no trilho da especialização com o lançamento de novos chatbots que recolhem informação detalhada de diferentes sectores. No roteiro de objetivos para os tempos mais próximos, consta também o desenvolvimento de uma aplicação para telemóveis.

Este tema também foi noticiado nos meios de comunicação social:

Faculdade de Ciências de Lisboa lança Evaristo.ai especialista em serviços públicos  (Agência LUSA)

'Evaristo, respondes a isto?' FCUL lança chatbot para serviços públicos (Tech ao Minuto)

Faculdade de Ciências de Lisboa lança Evaristo.ai especialista em serviços públicos (Sábado)

“Ó Evaristo, tens resposta para isto?”. Chatbot português já é especialista em serviços públicos (ZAP.aeiou)

Faculdade de Ciências de Lisboa lança Evaristo.ai especialista em serviços públicos (Observador)

Evaristo.ai: a IA portuguesa que sabe tudo sobre os serviços públicos (pplqware)

 

 

 

 

 

 

Hugo Séneca
hugoseneca@ciencias.ulisboa.pt

“É um jogo que trabalha consistentemente o raciocínio e a capacidade de prever os acontecimentos, muito como no xadrez. Para além disso, ajuda nas relações interpessoais, visto que é um jogo de parceiros e é necessário muita confiança mútua para ter sucesso”, reforça Afonso Ribeiro, aluno do 1.º ano de Matemática Aplicada, membro do curso de Bridge da FCUL.

O concurso de programação do Departamento de Informática recebeu 45 participantes, alunos do ensino secundário, na edição de 2017.

Hoje em dia quando se fala de imaginação (criatividade, inovação) queremos dizer, na maior parte dos casos, antecipação e surpresa. Um empresário, um investigador, um professor querem captar a atenção do outro, inventando e brincando com o possível ou o provável. Por isso, falamos frequentemente de criar imagens, ideias, ou mesmo histórias (veja-se o tópico criatividade computacional, e o grupo de Amílcar Cardoso da Universidade de Coimbra).

O Air4, um protótipo para medição de gases indicadores da qualidade do ar, associado a um modelo de análise de mapas e a uma aplicação mobile, ficou em 2.º lugar no 1.º Hackathon de Tra

No Dia da Criança Galopim de Carvalho lança “O Avô e os Netos Falam de Geologia”, editado pela Âncora Editora e apresentado durante a Feira do Livro de Lisboa.

Foi em setembro do ano passado que a HortaFCUL decidiu abraçar o projeto de ajudar a construir uma Horta Pedagógica na Escola Básica de Santo António em Alvalade, em parceria com Direção e Associação de Pais da Escola e apoiado pelo programa de estímulo à aprendizagem financiado pela Gulbenkian.

Miguel Centeno Brito, professor do DEGGE, foi um dos participantes das II Jornadas da Energia, que ocorreram em abril passado, tendo sido um dos convidados do programa da Rádio Renascença Insónia.

Este ano as Jornadas celebraram a efeméride dos 35 anos da criação da licenciatura em Química Tecnológica.

 É necessário estabelecer redes de monitorização mais robustas e de larga escala para avaliar o impacto das alterações climáticas e da poluição atmosférica na Bacia do Mediterrâneo, refere comunicado de imprensa do cE3c - Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais.

A primeira abordagem a uma reconstituição tridimensional da circulação atmosférica de Vénus pode ser lida no artigo “Venus's winds and temperatures during the MESSENGER's flyby: An approximation to a three-dimensional instantaneous state of the atmosphere”, publicado na Geophysical Research Letters.

O ano passado “The Sphere of the Earth” integrou a exposição “Formas & Fórmulas”, patente no Museu Nacional de História Natural e da Ciência. De lá para cá e por sugestão de José Francisco Rodrigues, um dos comissários desta mostra, Daniel Ramos começou a atualizar o referido programa tornando-o ainda mais rico em termos de funcionalidades e design, com uma multitude de visualizações cartográficas e da geometria da esfera e pela primeira vez em Português. Assim surgiu Mappae Mundi.

As plantas estão por todo o lado, são-nos indispensáveis de diversas formas, mas a nossa consciência, individual e coletiva, da sua importância, é ainda muito limitada.

“Não só quero continuar a adquirir competências, como quero passar a mensagem de que a Comunicação de Ciência é essencial para que a ciência seja compreendida e bem sucedida. É nosso dever informarmos a sociedade dos progressos científicos que vão sendo alcançados”, declara Rúben Oliveira, aluno do mestrado em Biologia da Conservação, finalista do concurso FameLab Portugal.

“O que realmente me aqueceu o coração foi o facto de que, depois da apresentação, algumas pessoas dedicaram tempo a dirigirem-se a mim para discutir o tema em mais profundidade, explicar-me os seus pontos de vista e opiniões”, declara Helena Calhau, aluna do 2.º ano da licenciatura em Física.

Ao serviço de quem está a ciência e a tecnologia? Devemos ter medo das suas utilizações? Há mesmo o perigo de uma superinteligência fazer-nos mal? Em 2014 e 2015, um conjunto de personalidades pôs em causa o controlo (ou a sua falta) da disciplina da Inteligência Artificial (IA) e abriu o debate com os temas da superinteligência e do domínio dos humanos por máquinas mais inteligentes. Graças a Elan Musk, Bill Gates, Stephen Hawking, Nick Bostrom e Noam Chomsky podemos estar mais descansados com o alerta (na singularidade defende-se que a Inteligência Artificial ultrapassará a humana para criar uma IA geral ou forte), mas mesmo assim cuidado.

“Sempre achei as áreas da educação e comunicação bastante interessantes, sonho desde jovem em incorporar um pouco destas duas áreas na minha carreira científica”, declara Hugo Bettencourt, aluno do mestrado integrado em Engenharia Biomédica e Biofísica.

“O Malcolm Love é uma pessoa incrível e ensinou-nos muitas coisas, desde como agir numa entrevista, como contar uma história de forma fascinante, como controlar o nervosismo e principalmente como cativar o público quando falamos”, conta Andreia Maia, aluna do mestrado em Biologia Molecular e Genética, finalista do concurso FameLab Portugal.

A que cheira a sardinha? Cheira bem, cheira a Portugal. Na próxima quinta-feira, 18 de maio, junte-se a Miguel Santos e a Susana Garrido, dois investigadores do IPMA envolvidos no processo de avaliação do estado dos recursos da pesca em águas nacionais e internacionais para mais uma sessão de 60 Minutos de Ciência, desta vez no Edifício Caleidoscópio.

Cristina Branquinho e Paula Matos propõem utilização dos líquenes como um novo indicador ecológico global.

Mais de mil alunos do ensino secundário visitaram o campus de Ciências no dia 3 de maio.

Assunção Bispo

O que fazem e o que pensam alguns membros da comunidade de Ciências? O Dictum et factum de maio é com Assunção Bispo, assistente técnica do Departamento de História e Filosofia das Ciências.

Andreia Maia, Helena Calhau, Hugo Bettencourt e Rúben Oliveira são os alunos de Ciências que apresentam assuntos científicos de forma simples e descomplicada em três minutos, na edição 2017 do FameLab Portugal.

Pela 13ª vez, realizou-se em Ciências a fase de semifinal das Olimpíadas de Química Júnior. 67 alunos dos 8.º e 9.º anos conheceram a Faculdade, o Departamento de Química e Bioquímica e testaram conhecimentos de Química, em provas escritas e experimentais.

A 8.ª edição da feira anual de emprego de Ciências aconteceu em abril. Esclarecimento de dúvidas através do contacto pessoal com empresas, workshops, treino de entrevistas de emprego e análises de currículos foram algumas das atividades que marcaram os dois dias.

“Alargar horizontes, mudar atitudes” é o lema do “Girls in ICT @CienciasULisboa” que acontece este sábado, dia 6 de maio de 2017, em Ciências.

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