Exposições a decorrer

Exposição: “Cartografia histórica da Lua - Nos 50 anos da Apollo 11”

Até 31 de outubro de 2019 (dias úteis, das 8h às 19h30) | Galeria de Ciências (Edifício C4)

Exposição "cartografia história da Lua"

Exposição comemorativa dos 50 anos da primeira pegada humana na Lua (Apollo 11), dos 60 anos das primeiras imagens da face oculta da Lua (Luna 3) e dos 410 anos dos desenhos iniciais realizados com o auxílio do telescópio (Thomas Harriot e Galileu Galilei).

A exposição composta por objetos provenientes de três coleções particulares (Luís Tirapicos, Pedro Ré, Cândido Marciano da Silva) com curadoria de Luís Tirapicos (CIUHCT/FCUL), Thomas Horst (CIUHCT/FCUL) e Pedro Ré (DBA/FCUL). Tem como grandes objetivos assinalar o 50º aniversário da missão Apollo 11 - julho de 1969, um dos mais emblemáticos acontecimentos técnico-científicos do século XX - e divulgar aspetos menos conhecidos do património científico português. Os artefactos expostos compreendem cartografia da Lua - original e em fac-simile -, frequentemente publicada em gravuras inseridas em livros antigos; globos, fotografias e outras publicações científicas, nomeadamente relacionadas com o programa Apollo. A exposição está organizada em quatro núcleos temáticos alinhados cronologicamente: As primeiras representações telescópicas da Lua; A idade de ouro da Selenografia; Influências lunares na cartografia dos planetas e Cartografia da Lua na era espacial.

    
 

 

http://ciuhct.org/divulgacao/exposicoes/cartografia-historica-da-lua
 


Exposição: “Biologia Matemática sem fronteiras”

Até 31 de março de 2019 (dias úteis, 08h00 às 19h30). Átrio do Edifício C6.

Exposição de Matemática Biológica

Dividir a vida em níveis, ou escalas, é fundamental para compreendê-la. Esta divisão é a base da biologia, uma ciência complexa e interdisciplinar que recorre a outras ciências, como a matemática, para ser estudada.
Cada um destes níveis, hierárquicos, de organização biológica é caraterizado por propriedades e funções vitais, que não estão presentes nos níveis inferiores. Contudo, esta divisão não é estanque, pois os níveis relacionam-se e interagem entre si. Esta é, no entanto, a forma mais simples de explicar e estudar algo tão complexo como a vida.
O progresso nas ciências da vida dependerá, cada vez mais, da integração profunda e ampla da análise matemática no estudo de todos os níveis da organização biológica.
Esta mostra surge como um breve olhar sobre algumas das aplicações da matemática na biologia, exemplos de como eliminando fronteiras se consegue ir mais longe. Não pretendendo ser exaustiva, tenta mostrar de que forma estas duas áreas se têm cruzado ao longo do tempo, abrindo o caminho para explorar conquistas mais recentes, nas quais a biologia e a matemática se combinam para criar um mundo novo de oportunidades resultante daquela que é chamada Biologia Matemática.

Respondendo ao desafio de celebração do ano da Biologia Matemática, esta mostra foi promovida pelo CMAFcIO - Centro de Matemática, Aplicações Fundamentais e Investigação Operacional e inclui resultados originais de diversos investigadores. O financiamento foi assegurado pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (projeto UID/MAT/04561/2013).

Conceção e Textos: Ana Maria Eiró; António Monteiro; Carlos Albuquerque; Cristina Luís; José Francisco Rodrigues; Luís Mateus; Pedro Moura; Suzana Nápoles; Tiago Marques
Design gráfico: João Sotomayor


Exposição: "Formas & Fórmulas"

Permanente | Departamento de Matemática (C6 - Pisos 1 e 2)
 

Exposição formas e fórmulasA exposição Formas & Fórmulas mostra como imagens e conceitos da Geometria e da Álgebra interatuam e se completam, ligando fórmulas matemáticas com modelos geométricos, com objetos de uso comum e com formas de arquitetura.
O evidenciar de linhas e superfícies matemáticas e as suas múltiplas visualizações permite criar novos elementos e novas formas, potenciando outras relações e outras visões, concretamente com a Arte.
Esta exposição dá assim uma nova dimensão à célebre observação de Lagrange, com mais de duzentos anos: “Enquanto a Álgebra e a Geometria estiveram separadas, o seu progresso foi lento e o seu uso limitado; mas uma vez que estas ciências se uniram, elas deram uma à outra um apoio mútuo e rapidamente avançaram juntas para a perfeição” Lagrange, 1795.