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Edição de 2016

O programa decorreu na semana de 18 a 22 de julho
Vê aqui as fotos dessa semana cheia de atividade!

Na 3.ª edição o programa foi composto por um conjunto de projetos propostos pelas diversas áreas científicas que constituem o universo de Ciências. Cada atividade científica proposta, opera de forma independente, oferecendo um número de vagas limitado e específico de acordo com as suas características. 
 

 

Edição de 2015

A Faculdade de Ciências agradece todos os alunos do secundário que se candidataram ao "Ser Cientista" e a todos os participaram!

Foi uma semana intensa de muita atividade mas muito recompensadora!

Obrigado a todos!

Todas as fotografias estão disponíveis aqui!

Funcionamento |

 

 

Edição de 2014 

A 1.ª edição do "Ser Cientista"!

Durante quatro dias a Faculdade de Ciências da ULisboa abriu as portas dos seus Departamentos e Laboratórios a 55 estudantes do 11.º ano de escolaridade. Investigar, aprender, partilhar conhecimentos, experiências e viver o ambiente académico, foram os objetivos traçados para os jovens.
O programa foi composto por 17 projetos, distribuídos pelas áreas das Ciências da Vida e da Saúde, Ciências do Ambiente, Ciências Matemáticas e da Informação, Tecnologias da Informação e Comunicação, Ciências Químicas e Ciências Físicas.

Fonte: GCIC
Legenda: Acompanhados por professores, investigadores ou alunos, os cientistas conheceram de perto a realidade da investigação científica desenvolvida na Faculdade

Trabalhar com bactérias produtoras de antibióticos, analisar dados medidos na estação meteorológica do campus solar de Ciências, resolver problemas matemáticos, desenvolver a análise funcional de sequências genómicas de plantas, preparar e caraterizar óxidos de metais de transição e estudar um supercondutor, foram alguns dos projetos executados pelos jovens cientistas, em Ciências.

Acompanhados por professores, investigadores ou alunos, os cientistas conheceram de perto a realidade da investigação científica desenvolvida na Faculdade.


Fonte: GCIC
Legenda: O projeto "Ser Cientista" é apoiado pela Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, através do projeto "Escolher Ciência- da Escola à Universidade"

A organização do programa “Ser Cientista” é da responsabilidade de Ciências, sendo apoiado pela Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, através do projeto "Escolher Ciência- da Escola à Universidade".

“O programa ‘Ser cientista’ diferencia-se de outros programas de ocupação científica de jovens, entre outros aspetos, pelo facto de promover a integração temporária dos alunos do ensino secundário em trabalhos de investigação em desenvolvimento nos laboratórios de Ciências”, explicou a professora do departamento de Geologia e coordenadora do projeto "Escolher Ciência- da Escola à Universidade" na Faculdade, Carla Kullberg.


Fonte: GCIC
Legenda: Durante quatro dias a Faculdade de Ciências da ULisboa abriu as portas dos Departamentos e laboratório a 55 estudantes do 11.º ano de escolaridade

“Com as mãos na massa”

Enquanto preparava cápsulas para serem utilizadas como padrões para a análise de isótopos, no laboratório de Espectrometria de Massa, Margarida Rodrigues, aluna do 11.º ano da Escola Secundária Fernão Mendes Pinto, descreveu a importância que atribui à iniciativa Ser Cientista: “no secundário não temos grande contacto com esta realidade e esta experiência permite-nos ter uma ideia daquilo que poderá ser o nosso futuro e tirar algumas conclusões. O que mais estou a gostar é, sem dúvida, o trabalho de laboratório. É a área que estou a pensar seguir”.

No Departamento de Biologia, Sofia Teixeira explicou um dos procedimentos da experiência que realizava, inserida no projeto “As bactérias e a resistência a antibióticos”: “colocamos nestes tubos pequenos uma concentração de antibiótico que vamos diluindo ao longo dos restantes”. A estudar Biotecnologia no Colégio Internato dos Carvalhos, no Porto, Sofia veio até Lisboa completar os seus conhecimentos na área das Ciências da Vida e da Saúde: “na minha escola temos disciplinas práticas de laboratório. Quis vir até à Faculdade de Ciências da ULisboa para continuar a descobrir outras experiências científicas. Já decidi que quero ser professora, estou a desenvolver estas componentes mais práticas para saber qual a área  pela qual quero realmente optar. Depois desta experiência, vou estar mais à vontade com os instrumentos e com as técnicas laboratoriais no meu Colégio”.


Fonte: GCIC
Legenda: O programa foi composto por 17 projetos

Ricardo Santos, a trabalhar num dos laboratórios do Departamento de Química, com as colegas Beatriz Morais e Madalena Alexandre, deu conta das vantagens de participar nesta iniciativa: “ter a oportunidade de vestir estas batas é com certeza mais giro do que estar em casa sentado em frente à televisão. Estamos a fazer coisas que não fazemos no dia a dia. Por isso, esta é uma oportunidade única. Estamos a aproveitar o nosso tempo da melhor maneira”.

Para o professor do Departamento de Matemática, Pedro Freitas, a acompanhar nove jovens cientistas naquela semana, esta foi “uma maneira interessante de mostrar a alunos do secundário a atividade científica e a vida em Ciências”. O professor destacou como aspeto positivo da atividade “o interesse dos alunos, que se manifestou em empenho nos problemas e perguntas quase constantes”.

Sobre as atividades desenvolvidas no departamento de Informática, a professora Cátia Pesquita, explicou: “cada aluno fez um projeto independente que acrescenta valor real ao trabalho efetuado no Departamento de Informática e no LASIGE (Large Scale Informatics Systems Laboratory). No projeto de análise funcional de sequências genéticas, a aluna utilizou ferramentas e bases de dados da Bioinformática. No projeto de avaliação de usabilidade, o aluno aprendeu conceitos de usabilidade que depois aplicou na avaliação de várias ferramentas de Bioinformática desenvolvidas em Ciências”.


Fonte: GCIC
Legenda: "Cada aluno fez um projeto independente que acrescenta valor real ao trabalho efetuado no Departamento de Informática", explicou a professora Cátia Pesquita

Comunicação de ciência

Para além do contacto com os materiais e técnicas científicas, foi proposto aos alunos que ao longo do processo recolhessem dados importantes sobre o trabalho desenvolvido. Tal como num projeto de investigação científica, os participantes identificaram o problema, as técnicas e materiais utilizados, os resultados obtidos e as respetivas conclusões. Depois dos dias passados nos laboratórios e departamentos, foi a vez de trabalhar os conteúdos reunidos. O último dia da iniciativa foi, por isso, dedicado à preparação e produção de uma comunicação oral do trabalho científico desenvolvido nos dias anteriores. Numa primeira fase, os alunos adquiriram competências na preparação de conteúdos digitais e técnicas de comunicação oral.


Fonte:GCIC
Legenda: Depois dos dias passados nos laboratórios e departamentos, houve a oportunidade de trabalhar nos conteúdos reunidos ao longo do trabalho prático

Para Manuel Valença, pertencente à organização do evento, esta sessão foi importante pois, “dada a preponderância que a ciência e a tecnologia assumem na nossa vida, a comunicação de ciência, seja entre pares na comunidade científica ou no contacto com a sociedade, é um tema de importância crescente. No programa ‘Ser Cientista’, através de um pequeno workshop, foi nossa intenção transmitir aos alunos do ensino secundário esta mesma noção e apresentar algumas técnicas de comunicação oral".


Fonte: GCIC
Legenda: O último dia da iniciativa foi dedicado à preparação e produção de uma comunicação oral do trabalho científico desenvolvido

Por fim, os estudantes apresentaram o seu trabalho para todos os participantes do programa, num ambiente similar a um congresso científico.


Fonte: GCIC
Legenda: Comunicar ciência foi outro dos assuntos abordados na iniciativa

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