Comunicados - Direção de Ciências

Representação do vírus SARS-COV-2
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Comunicado (31/05/2021)

Programa de Testagem Rápida | Posto de Colheita em Ciências (correção do horário)

Na sequência da informação prestada na passada sexta-feira, relativa ao horário do Posto de Colheita em Ciências do Programa de Testagem Rápida, informa-se que o horário de funcionamento sofreu as seguintes correções:

  • segundas-feiras, em funcionamento nos períodos da manhã e da tarde e não apenas no período da manhã;
  • quintas-feiras, em funcionamento no período da manhã e não no período da tarde.

Assim, a partir de amanhã, dia 1 de junho, o do Posto de Colheita em Ciências, passa a funcionar no seguinte horário:

  • 2.ª feiras: 9h-12h30 | 14h-17h30
  • 5.ª feiras: 9h-12h30

Para esclarecimentos adicionais consulte Programa de Testagem Rápida.

A Direção

 

Comunicado (28/05/2021)

Programa de Testagem Rápida | Posto de Colheita em Ciências (alteração do horário)

Informa-se os membros de Ciências que a partir do próximo dia 1 de junho, o Posto de Colheita em Ciências do Programa de Testagem Rápida passa a funcionar no seguinte horário:

  • 2.ª feiras: 9h-12h30
  • 5.ª feiras: 14h-17h30

Mais se informa que se mantem o funcionamento sem marcação prévia, por admissão direta de utentes no posto de colheita.

Para esclarecimentos adicionais consulte Programa de Testagem Rápida.

A Direção

 

Comunicado (11/05/2021)

Caros alunos,

(Com cópia para todos os docentes)

Em antecipação à (longa) época de exames que se avizinha, enviamos em seguida um conjunto de recomendações para a preparação e realização dos exames, que não esquecem as restrições ainda impostas pela pandemia. Ciências tem neste momento um registo imaculado de contágio em ambiente escolar e a colaboração de todos é fundamental para manter este resultado que nos deve deixar a todos orgulhosos.

1. Condições de segurança para a realização do exame

No interior dos edifícios apenas está a ser feita extração de ar o que gera algum desconforto térmico que não pode ser evitado. Pela mesma razão, as portas devem permanecer abertas.

O plano de higienização assegura que todos os lugares das salas serão desinfetados entre exames. Nos exames os docentes utilizarão os critérios que entenderem para sentar os alunos, ignorando a sinalética nas salas. Os critérios adotados serão necessariamente iguais ou mais fortes que os ditados pela Direção Geral da Saúde (DGS), e que impõe como mínimo um lugar de intervalo entre cada 2 alunos, podendo ser ocupadas todas as filas.

Todos os alunos deverão realizar testes quinzenais à COVID, para o que poderão utilizar o programa de testes gratuitos da ULisboa. Para tal basta comparecer no edifício C4 nos horários indicados.

2. Faltas a exames por motivos relacionados com a COVID

Os alunos impedidos de comparecer a exame por se encontrarem em situação de confinamento obrigatório têm de o comunicar para o e-mail covid19@ciencias.ulisboa.pt, indicando a informação necessária para a gestão de casos COVID:

  • Nome completo, categoria, número de funcionário/aluno, e-mail institucional, n.º telemóvel, n.º de utente do Serviço Nacional de Saúde (ou, no caso de cidadãos estrangeiros, n.º de documento de identificação) e código postal da morada de residência atual;
  • O último dia em que esteve presencialmente na Faculdade;
  • O respetivo comprovativo de isolamento emitido pelas entidades de saúde (no caso das credenciais de acesso a declarações de isolamento profilático, é necessário, para além do código de acesso à declaração, o envio da data de nascimento e do número da Segurança Social);
  • Nome e contacto das pessoas (membros de Ciências) com quem esteve sem máscara (incluindo durante as refeições), a uma distância de menos de 2 metros e, cumulativamente, durante 15 minutos ou mais no período de referência:
    • Caso tenha a confirmação que se encontra infetado com COVID-19, o período de referência são as 72h que antecederam o aparecimento de sintomas ou a data em que efetuou o teste nos casos assintomáticos;
    • Caso tenha tido um contacto de alto risco com um caso confirmado, o período de referência é o período que decorre entre a data em que ocorreu o contacto e a data em que iniciou o isolamento ou a data em que teve conhecimento do teste positivo do caso confirmado.

Devem ainda, indicar quais os exames (data e nome da unidade curricular) a que não vão poder comparecer. Após o envio da informação completa constante nos pontos anteriores para o e-mail covid19@ciencias.ulisboa.pt, devem contactar o docente da unidade curricular para efeitos de agendamento de nova data para a realização da prova de avaliação.

Os docentes serão informados pela Direção Académica de todas as situações de confinamento obrigatório comunicadas pelos alunos para o e-mail covid19@ciencias.ulisboa.pt. Após serem contactados pelo aluno(a), deverão providenciar prova de avaliação alternativa em data em que os alunos estejam em condições de a realizar (após alta médica ou o final do período de isolamento, consoante o caso).

3. Distribuição de alunos pelos espaços

Para evitar ajuntamentos à entrada da(s) sala(s), os alunos deverão aguardar no exterior do edifício até poucos minutos antes do início do exame e ter o documento de identificação rapidamente acessível.

Na véspera devem consultar a página da unidade curricular e o correio eletrónico uma vez que muitos docentes irão publicar mapas de distribuição de alunos por salas. Para facilitar a distribuição, pede-se aos alunos que se inscrevam nos exames tão cedo quanto possível.

4. Depósitos de pertences

O material a levar para o exame deverá ser o mínimo possível por forma a evitar a criação de depósitos de pertences (casacos, mochilas, etc.) durante a realização do exame e com isso tocar em objetos de terceiros.

5. Exames no C3

Experimentalmente, os anfiteatros do C3 irão permanecer abertos durante a totalidade da 1.ª época do 2.º semestre. Sempre que os anfiteatros estejam a ser utilizados para exames de unidades curriculares distintas, mantém-se uma barreira virtual entre as salas não se podendo passar para lá da sala em que a prova é realizada. O ruído será necessariamente limitado ao mínimo em todos os momentos, incluindo na entrega da prova. Todos os alunos devem dirigir-se para o exterior do edifício logo que entregam a prova.

Circuitos de circulação no C3
   
Circuito de circulação no edifício C3 - versão 1 Circuito de circulação no edifício C3 - versão 2

Por forma a diminuir a concentração de alunos à entrada e à saída, foram definidos circuitos de circulação para o edifício C3. Assim, a entrada dos alunos para os exames a decorrer nos anfiteatros 3.2.13, 3.2.15 e 3.2.16 será realizada pelas portas do piso superior (piso 3). A entrada para o 3.2.14 será realizada pelas entradas laterais (junto aos lavabos) do anfiteatro. As figuras em anexo mostram estes circuitos. A saída de todos os anfiteatros será realizada pelos acessos centrais. Os alunos não poderão permanecer no interior do edifício após a saída do exame.

6. Realização de exames em computadores

As salas de informática seguem as mesmas regras das restantes no que toca à limitação de espaços, arejamento e higienização. Recorda-se que os alunos poderão trazer o seu próprio teclado e rato, reduzindo assim as superfícies de contacto.

7. Esclarecimento de dúvidas

O endereço covid19@ciencias.ulisboa.pt continua à disposição para o esclarecimento de dúvidas e apoiar todos os docentes e alunos.

Pel'a Direção
Hugo Miranda

 

Comunicado (08/05/2021)

Caros membros de Ciências,

Considerando o calendário de inscrição em exames, não será viável o envio de convocatórias aos alunos para agendamento prévio de teste COVID, pelo que a partir de 2.ª feira, dia 10 de maio, o Programa de Testagem em Ciências passa a funcionar sem marcação prévia, por admissão direta de utentes no posto de colheita (no edifício C4, átrio da Biblioteca), no horário de funcionamento indicado na página do programa de testagem rápida.

A limitação da propagação da COVID através da deteção precoce de casos é fundamental para a segurança de toda a comunidade de Ciências, pelo que os alunos deverão realizar o referido teste antes do primeiro exame e depois disso regularmente, com uma periodicidade quinzenal. 

O programa de testagem continua aberto aos restantes membros de Ciências que realizem atividades de I&D ou outras atividades em regime presencial ou misto, funcionando também em regime de admissão direta de utentes.

Para esclarecimentos adicionais, contacte covid19@ciencias.ulisboa.pt.

 

Despacho D/17/2021 (13/04/2021)

Considerando as medidas de desconfinamento controlado definidas pelo Governo, nomeadamente, a Recomendação às instituições científicas e de ensino superior no contexto das medidas de desconfinamento controlado definidas pelo Governo, de 11/03/2021 e o comunicado relativo à Implementação de uma estratégia de rastreio no reinício das atividades presenciais nas instituições científicas e de ensino superior em articulação com a Cruz Vermelha Portuguesa: “Programa de testagem CVP - Ensino Superior”, de 19/03/2021, ambos do Gabinete do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior; ouvidos os Órgãos de Governo e o Gabinete de Segurança, Saúde e Sustentabilidade, aprovo a 9.ª atualização do Plano de Contingência Ciências-ULisboa - COVID-19, que adota as medidas necessárias relativas à prática letiva, caso se confirme pelas entidades competentes a entrada na terceira fase do plano de desconfinamento previsto na Resolução do Conselho de Ministros n.º 19/2021, de 13/03.

São prioridades, a partir de 19/04/2021:

  1. permitir, em condições de segurança, a realização de aulas práticas de determinadas unidades curriculares, enumeradas no plano de contingência, com componente de experimentação no campo, ou de laboratório e provas de avaliação presenciais previstas no calendário de exames;
  2. manter todas as outras atividades letivas com recurso exclusivo a ensino não presencial, nomeadamente aulas teóricas, teórico-práticas e práticas sem componente de experimentação no campo, ou de laboratório;
  3. disponibilizar, no campus de Ciências, condições de testagem rápida para SARS-CoV-2 aos docentes, investigadores, não docentes e estudantes que desenvolvam a sua atividade presencialmente, de acordo com a informação que será mantida atualizada em https://ciencias.ulisboa.pt/programa-de-testagem-rapida;
  4. manter em regime de teletrabalho todas as funções compatíveis com esse regime;
  5. manter escalas de rotatividade de trabalhadores entre o regime de trabalho presencial e de teletrabalho ou horários diferenciados de entrada e saída, para as funções que não possam ser desempenhadas em regime de teletrabalho, de forma a manter o distanciamento físico nos espaços de trabalho;
  6. manter a limitação de atividades de I&D presenciais às que não podem ser realizadas em regime de teletrabalho, nem adiadas;
  7. manter e monitorizar medidas concretas de prevenção e controlo da transmissão da COVID-19 em todos os espaços não encerrados;
  8. realizar uma avaliação permanente da eficácia das medidas, revendo-as, ou adaptando-as, sempre que necessário, de acordo com a evolução global e local da pandemia e com as indicações das entidades competentes.

O presente plano de contingência COVID-19 - 9.ª atualização entra em vigor no dia 19/04/2021 caso se confirme a entrada na terceira fase do plano de desconfinamento previsto na Resolução do Conselho de Ministros n.º 19/2021, de 13/03, situação em que substituirá na íntegra as anteriores versões do Plano de Contingência COVID-19 em Ciências ULisboa.

Estas medidas vigoram até novas orientações e serão ajustadas em função da evolução da situação.

Faculdade de Ciências, 13 de abril de 2021

Luís Carriço

Diretor

 

Despacho D/7/2021 (10/02/2021)

Considerando o agravamento da situação pandémica e no seguimento do Despacho D/5/2021, de 25 de janeiro, da Recomendação às instituições científicas e de ensino superior no contexto das medidas extraordinárias do estado de emergência, de 21 de janeiro de 2021, do Gabinete do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e do Despacho do Reitor n.º 15/2021, de 21 de janeiro de 201, referente às Recomendações relativas à adaptação das atividades desenvolvidas na Universidade de Lisboa no contexto das medidas extraordinárias do estado de emergência; ouvidos os Órgãos de Governo e o Gabinete de Segurança, Saúde e Sustentabilidade, aprovo a 8.ª atualização do Plano de Contingência Ciências-ULisboa - COVID-19, que adota as medidas necessárias relativas ao início do 2.º semestre de 2020/2021 exclusivamente com recurso a ensino não presencial.

São prioridades para o início do 2.º semestre de 2020/2021:

  1. recorrer exclusivamente a ensino não presencial, até determinação em contrário;
  2. reorganizar o planeamento das UC, por parte dos responsáveis pelas mesmas, por forma a que as aulas que requeiram ensino presencial (laboratório, saídas de campo, etc.) sejam concentradas no final do semestre, devendo, ainda assim, definir um plano de contingência para fazer face a uma eventualimpossibilidade de as realizar presencialmente;
  3. adotar métodos de avaliação contínua em UC com um número igual ou inferior a cinquenta alunos, e que, sempre que possível, esta avaliação contínua substitua o exame final, devendo para tal os docentes responsáveis elaborar um plano de avaliação contínua que deverá ser aprovado pelo coordenador do ciclo de estudos;
  4. manter em regime de teletrabalho todas as funções compatíveis com esse regime;
  5. manter escalas de rotatividade de trabalhadores entre o regime de trabalho presencial e de teletrabalho ou horários diferenciados de entrada e saída, para as funções que não possam ser desempenhadas em regime de teletrabalho, de forma a manter o distanciamento físico nos espaços de trabalho;
  6. manter a limitação de atividades de I&D presenciais às que não podem ser realizadas em regime de teletrabalho nem adiadas;
  7. manter e monitorizar medidas concretas de prevenção e controlo da transmissão da COVID-19 em todos os espaços não encerrados;
  8. realizar uma avaliação permanente da eficácia das medidas, revendo-as ou adaptando-as, sempre que necessário, de acordo com a evolução global e local da pandemia e com as indicações das entidades competentes.

O presente plano de contingência COVID-19 - 8.ª atualização substitui na íntegra as anteriores versões do Plano de Contingência COVID-19 em Ciências ULisboa.

Estas medidas vigoram até novas orientações e serão ajustadas em função da evolução da situação.

Faculdade de Ciências, 10 de fevereiro de 2021

Luís Carriço

Diretor

 

Despacho D/5/2021 (25/01/2021)

Considerando a Recomendação às instituições científicas e de ensino superior no contexto das medidas extraordinárias do estado de emergência, de 21 de janeiro, do Gabinete do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e o Despacho n.º 15/2021, de 21 de janeiro, do Reitor da Universidade de Lisboa, referente às Recomendações relativas à adaptação das atividades desenvolvidas na Universidade de Lisboa no contexto das medidas extraordinárias do estado de emergência:

1. Aprovo as retificações ao calendário escolar, nos termos constantes do anexo ao presente Despacho, após audição dos Conselhos Pedagógico e Científico.

2. Mantenho a determinação da suspensão das atividades de avaliação presenciais, apelando a que seja dada continuidade ao maior número possível das avaliações programadas para o primeiro semestre, usando métodos alternativos, no cumprimento escrupuloso das recomendações do Sr. Reitor emanadas no seu despacho supramencionado, a saber,

«Quando, através de avaliação à distância seja possível garantir a fiabilidade dos processos de avaliação, esta metodologia seja adotada. Por exemplo, podem ser realizados à distância com câmara de vídeo ligada e garantindo a sua fiabilidade os exames com reduzido número de estudantes, os exames orais individuais, as apresentações e discussões de projetos, de monografias ou de programas informáticos.»

3. Determino que, nos termos previstos no Despacho Reitoral supracitado, para os estudantes da Universidade de Lisboa ao abrigo de programas de mobilidade, deverão ser adotados processos e datas de avaliação adaptados, quer às suas necessidades de retorno ao país de origem (alunos estrangeiros que frequentaram UCs na FCUL no primeiro semestre), quer de permanência no estrangeiro (alunos FCUL com mobilidade prevista para o segundo semestre).

4. Determino que a discussão de teses e dissertações, já agendadas ou a agendar, decorram por via remota. Na ausência de acordo para que tal possa acontecer, estas discussões serão adiadas até que a situação permita a sua realização presencial.

5. Determino que o segundo semestre seja iniciado exclusivamente com recurso a ensino não presencial, e que se mantenha neste regime até determinação em contrário, pelo que os responsáveis pelas UCs deverão reorganizar o planeamento das mesmas por forma a que as aulas que requeiram ensino presencial (laboratório, saídas de campo, etc.) sejam concentradas no final do semestre, devendo, ainda assim, definir um plano de contingência para fazer face a uma eventual impossibilidade de as realizar presencialmente.

6. Em consonância com as recomendações do Conselho Pedagógico, recomendo que, durante o 2.º semestre, sejam adotados métodos de avaliação contínua em UCs com um número igual ou inferior a cinquenta alunos, e que, sempre que possível, esta avaliação contínua substitua o exame final, devendo para tal os docentes responsáveis elaborar um plano de avaliação contínua que deverá ser aprovado pelo coordenador do ciclo de estudos.

Estas medidas vigoram até novas orientações, serão ajustadas em função da evolução da situação e complementam as que constam do Despacho D/4/2021.

Faculdade de Ciências, 25 de janeiro de 2021

Luís Carriço

Diretor

 

7.ª atualização do Plano de Contingência Ciências-ULisboa - COVID-19: Declaração de retificação (25/01/2021)

Por ter sido publicada com inexatidão a 7.ª atualização do Plano de Contingência Ciências-ULisboa - COVID-19, que reforça as restrições e condicionamentos à atividade presencial, de 22 de janeiro de 2021, retifica-se que:

No capítulo 3. Definição de prioridades (pág. 7)

Onde se lê:

«Contribuir para diminuir contágios, suspendendo as atividades de avaliação;»

deve ler-se:

«Contribuir para diminuir contágios, suspendendo as atividades de avaliação presenciais;»

 

No capítulo 4. Restrições e condicionamentos (pág. 9)

Onde se lê:

“1. Todas as atividades de avaliação com efeitos a partir de dia 22 de janeiro de 2021 (inclusive). As medidas de mitigação do impacto desta decisão nas atividades académicas, definidas pela Direção e pelo Conselho Pedagógico, são comunicadas a toda a comunidade e disponibilizadas no portal de Ciências.”

deve ler-se:

“1. Todas as atividades de avaliação presenciais com efeitos a partir de dia 22 de janeiro de 2021 (inclusive). As medidas de mitigação do impacto desta decisão nas atividades académicas, definidas pela Direção e pelo Conselho Pedagógico, são comunicadas a toda a comunidade e disponibilizadas no portal de Ciências.”

 

No capítulo 5. Resposta ao agravamento da situação pandémica (pág. 10)

Onde se lê:

“Suspendem-se as atividades de avaliação e limitam-se as atividades presenciais de I&D às que não podem ser realizadas em regime de teletrabalho nem adiadas, mantendo-se em vigor medidas concretas que contribuem para minimizar a propagação do vírus nas atividades presenciais em Ciências.”

deve ler-se:

“Suspendem-se as atividades de avaliação presenciais e limitam-se as atividades presenciais de I&D às que não podem ser realizadas em regime de teletrabalho nem adiadas, mantendo-se em vigor medidas concretas que contribuem para minimizar a propagação do vírus nas atividades presenciais em Ciências.”

 

No Anexo IV - Limpeza e higienização de instalações - 1. Introdução (pág. 3)

Onde se lê:

«São suspensas as atividades de avaliação com efeitos a partir de dia 22 de janeiro de 2021 (inclusive), e limitam-se as atividades de I&D presenciais e as atividades de suporte às que não podem ser realizadas em regime de teletrabalho.»

deve ler-se:

«São suspensas as atividades de avaliação presenciais com efeitos a partir de dia 22 de janeiro de 2021 (inclusive), e limitam-se as atividades de I&D presenciais e as atividades de suporte às que não podem ser realizadas em regime de teletrabalho.»

 

Despacho D/4/2021 (22/01/2021)

Considerando:

a) o Decreto n.º 3-C/2021, de 22 de janeiro, que altera a regulamentação do estado de emergência declarada pelo Decreto do Presidente da República n.º 6-B/2021, de 13 de janeiro, a vigorar até às 23h59 de 30 de janeiro;
b) a Recomendação às instituições científicas e de ensino superior no contexto das medidas extraordinárias do estado de emergência, de 21 de janeiro, do Gabinete do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e o despacho do Reitor n.º 15/2021, de 21 de janeiro, referente às Recomendações relativas à adaptação das atividades desenvolvidas na Universidade de Lisboa no contexto das medidas extraordinárias do estado de emergência;

ouvidos os Órgãos de Governo e o Gabinete de Segurança, Saúde e Sustentabilidade, aprovo a 7.ª atualização do Plano de Contingência Ciências-ULisboa - COVID-19, que reforça as restrições e condicionamentos à atividade presencial.

Salientam-se as seguintes medidas previstas, no referido plano de contingência:

  1. Encontram-se suspensas as atividades de avaliação presenciais.
  2. Limitam-se as atividades de I&D presenciais, e as atividades de suporte em geral, às que não possam ser realizadas em regime de teletrabalho nem adiadas.
  3. O acesso aos edifícios efetua-se exclusivamente através da utilização de cartão, ou de autorização especialmente emitida para o efeito, exceto no caso do C3, que é encerrado.
  4. As salas de leitura das Bibliotecas são encerradas, mantendo-se operacional o serviço de requisição e entrega de publicações na Biblioteca Central mediante marcação prévia.
  5. Adotam-se escalas de rotatividade de trabalhadores entre o regime de trabalho presencial e de teletrabalho, ou horários diferenciados de entrada e saída, para as funções que não possam ser desempenhadas em regime de teletrabalho, de forma a manter o distanciamento físico nos espaços de trabalho.
  6. O atendimento das unidades de serviço é feito, sempre que possível, por meios de comunicação não presenciais, utilizando os contactos divulgados. Quando indispensável, o atendimento presencial é feito mediante marcação prévia para o serviço respetivo. Excecionalmente, mantêm-se serviços de atendimento presencial sem marcação prévia no Núcleo de Expediente (C5), na Portaria do C8 e na portaria do TecLabs, para a receção e entrega de encomendas e outro correio.
  7. As saídas de campo são limitadas às que não podem ser adiadas e carecem de autorização prévia de acordo com o estipulado no plano de contingência.
  8. A vinda de visitantes externos à ULisboa, incluindo estudantes, é restringida à participação em atos que não possam ser realizados por videoconferência e a interações imprescindíveis e inadiáveis, expressamente autorizadas caso a caso pelo Diretor.
  9. Todas as reuniões são realizadas por videoconferência.

Estas medidas vigoram até novas orientações e serão ajustadas em função da evolução da situação e da aprovação do novo calendário escolar.

Faculdade de Ciências, 22 de janeiro de 2021

Luís Carriço

Diretor

 

Despacho D/3/2021 (21/01/2021)

Considerando a evolução da situação pandémica e as consequentes determinações governamentais, bem como as resultantes da reunião do Conselho Coordenador da ULisboa ocorrida hoje, determino a suspensão imediata das atividades de avaliação e o respetivo adiamento da época de exames, a ocorrer em período a definir.

A Direção e o Conselho Pedagógico estão a procurar soluções que minimizem o impacto desta situação nas atividades académicas que serão comunicadas com a brevidade possível.

Faculdade de Ciências, 21 de janeiro de 2021

Luís Carriço

Diretor

 

Despacho D/1/2021 (15/01/2021)

Considerando:

a) o Decreto n.º 3-A/2021, de 14 de janeiro, que regulamenta a renovação do estado de emergência declarada pelo Decreto do Presidente da República n.º 6 -B/2021, de 13 de janeiro, a vigorar até às 23h59 de 30 de janeiro;
b) a recomendação às instituições científicas e de ensino superior no contexto das medidas extraordinárias do estado de emergência, de 14/1/2021, do Gabinete do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior;

ouvidos os Órgãos de Governo e o Gabinete de Segurança, Saúde e Sustentabilidade, aprovo a 6.ª atualização do Plano de Contingência Ciências-ULisboa – COVID-19, que mantém diversas restrições e condicionamentos e reforça as medidas de proteção que permitem cumprir os princípios base em que assentam as orientações para a continuidade do ano letivo 2020/2021. Nesse sentido:

  1. CIÊNCIAS, como Unidade Orgânica de uma Instituição de Ensino Superior, mantém o seu funcionamento, com atividades presenciais de ensino, investigação e suporte a estas atividades, nos mesmos moldes do semestre em curso.
  2. Adota-se o regime de teletrabalho sempre que as funções o permitam sem colocar em causa o funcionamento presencial das atividades de ensino, investigação e suporte a estas atividades em CIÊNCIAS.
  3. Os exames mantêm-se em regime presencial. As ausências às datas previstas no calendário de exames por confinamento obrigatório serão tratadas na 6.ª atualização do Plano de Contingência Ciências-ULisboa – COVID-19.
  4. A comunidade de CIÊNCIAS deve reforçar as medidas gerais de prevenção e controlo da transmissão da COVID-19, promovendo o distanciamento físico adequado e evitando a concentração de pessoas, quer no interior, quer no exterior das instalações.
  5. Mantém-se a obrigatoriedade da utilização de máscara corretamente colocada nas instalações de CIÊNCIAS.
  6. Não é necessária a emissão de declarações para deslocações de estudantes e trabalhadores, no âmbito das suas atividades académicas e/ou profissionais, aos dias úteis ou aos fins-de-semana, por serem consideradas deslocações autorizadas como exceções ao dever geral de recolhimento.
  7. Os estabelecimentos de restauração e similares existentes no campus só estão autorizados a funcionar em regime de take-away.

Faculdade de Ciências, 15 de janeiro de 2021

Luís Carriço

Diretor

 

Recordatória (08/01/2021)

Caros Alunos,

Relembramos a necessidade, agora mais do que nunca, e em particular à entrada dos exames, cumprir e ajudar a fazer cumprir as regras de segurança (uso de máscara e distanciamento social) determinadas pela DGS.

Informamos também que, nas salas de exame, estão a ser seguidas as “Orientações para Atividades Letivas e não Letivas nas Instituições Científicas e de Ensino Superior para o ano letivo 2020/21”, emanadas pela DGES  e pela DGS, e reforçadas no comunicado do Gabinete do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, de 4 de agosto de 2020.

A Direção

 

Esclarecimento (07/01/2021)

Caros Alunos, Caros Colegas,

Têm chegado à Direção pedidos de esclarecimento sobre situações em que os alunos, quer por estarem com COVID, quer por se encontrarem em isolamento profilático, não podem realizar um ou mais exames.

1. A Direção esclarece que os alunos:

  • Têm de comunicar para o e-mail covid19@ciencias.ulisboa.pt a situação de confinamento obrigatório, acompanhada da informação constante no Comunicado da Direção de 15 de outubro de 2020;
  • Na mesma mensagem, devem enviar o respetivo comprovativo de isolamento emitido pelas entidades de saúde (no caso das credenciais de acesso a declarações de isolamento profilático, é necessário, para além do código de acesso à declaração, o envio da data de nascimento e do número da Segurança Social);
  • Devem ainda, indicar quais os exames a que não vão poder comparecer (exemplo: data: zz-zz-2021, designação correta da UC “xxxxxxxx”);
  • Após o envio da informação completa constante nos pontos anteriores para o e-mail covid19@ciencias.ulisboa.pt, devem contactar o docente da unidade curricular para efeitos de agendamento de nova data para a realização da prova de avaliação;

2. A Direção esclarece que os docentes responsáveis pelas UC:

  • Serão informados pela Direção Académica de todas as situações de confinamento obrigatório comunicadas pelos alunos para o e-mail covid19@ciencias.ulisboa.pt;
  • Após serem contactados pelo aluno(a), deverão providenciar prova de avaliação alternativa em data em que os alunos estejam em condições de a realizar (após alta médica ou o final do período de isolamento, consoante o caso).

A Direção

 

Comunicado (19/11/2020)

2.ª ronda de testes COVID-19

Através do Comunicado Ciências ULisboa, de 15 de outubro de 2020, foi divulgada pela comunidade de Ciências a possibilidade se se autopropôr para a realização do teste de diagnóstico para a infeção por SARS-CoV-2, no âmbito da 2.ª fase de testes de diagnóstico promovido pela Universidade de Lisboa, mediante manifestação de interesse através do preenchimento de um formulário disponibilizado para o efeito.

Considerando que apenas cerca de 1/6 dos membros de Ciências se autopropôs para a realização do teste de diagnóstico, informa-se os restantes membros de Ciências que foi reaberto o formulário para a realização do teste de diagnóstico para a infeção por SARS-CoV-2 até ao próximo dia 26 de novembro.

A coordenação dos testes continua a cargo dos serviços do Centro Médico da ULisboa, o qual solicita a divulgação da seguinte informação:

  • O universo de testagem que comporta esta 2.ª fase não é compatível com agendamentos atendendo às disponibilidades pessoais, não sendo possível, atender aos pedidos de alteração de horas e datas, assim como ao pedido de marcação em datas e horas especificas. Consequentemente, pede-se a maior flexibilidade pessoal na aceitação da data e hora agendadas;
  • A convocatória para os testes considerará 3 estados após o envio:
    • Aceite, quando existe a ação concreta de aceitação;
    • Rejeitado, quando existe a ação concreta de não aceitação. Caso a presença na data e hora agendada, seja de todo impossível de aceitar, deverá ser acionada a opção de rejeição. Nestes casos, a pessoa que rejeitou será considerada em novos processo de convocação;
    • Não Confirmado, por defeito e quando não exista qualquer ação concreta. A pessoa que não aceite ou rejeite uma convocatória será considerada em novos processos de convocação.

A Direção
 

Comunicado (18/11/2020)

Caros membros de Ciências ULisboa,

Encontra-se disponível no portal de Ciências, uma página informativa sobre os casos confirmados, contactos de alto risco e número de testes de diagnóstico para infeção por SARS-CoV-2 propostos por Ciências, no âmbito do programa de testes de casos urgentes da ULisboa.

Esta página, com a designação de Relatório de Situação em Ciências (disponível mediante autenticação) é atualizada semanalmente e às sextas-feiras.

Incentiva-se toda a comunidade a manter-se a par dos últimos desenvolvimentos por meio da página dedicada à resposta de Ciências ULisboa designada Saúde: COVID-19.  Relembre-se de como proceder nos Casos COVID-19 com ligações a membros de Ciências e cumpra escrupulosamente as recomendações das autoridades.

A Direção

 

Comunicado (10/11/2020)

Caros colegas,

Foi publicado o Decreto n.º 8/2020, de 8 de novembro, que regulamenta a aplicação do estado de emergência decretado pelo Presidente da República (Decreto do Presidente da República n.º 51-U/2020, de 6 de novembro).

Tendo em consideração a sua redação, não se preveem restrições às atividades letivas, incluindo aulas e provas de avaliação.

Em matéria de liberdade de deslocação, fica prevista naquele Decreto a proibição de circulação - nos concelhos determinados com risco elevado - em espaços e vias públicas diariamente entre as 23h00 e as 05h00, bem como aos sábados e domingos entre as 13h00 h e as 05h00, exceto para efeitos de deslocações urgentes e inadiáveis nos termos previstos pelo referido Decreto.

Os trabalhadores que necessitem de se deslocar à Faculdade naqueles períodos deverão contactar os núcleos para obtenção da necessária declaração da entidade empregadora.

Atentamente,
Guida Carvalheiro

 

Comunicados (03/11/2020)

Caros alunos,

Foi disponibilizado em https://ciencias.ulisboa.pt/pt/legislacao-covid-19 o comunicado de ontem do MCTES onde se reforça a necessidade de manter as aulas nos moldes definidos no início do  ano letivo. Em particular, o documento reforça o privilégio que deve ser dado às aulas experimentais/laboratoriais presenciais, com as restantes a serem lecionadas presencialmente sempre que as condições o permitam, ou em regime alternado quando não é possível assegurar as condições de segurança impostas pela DGS.

Naturalmente, não se irá mudar o regime de obrigatoriedade de presença nas aulas teóricas e nas aulas teórico-práticas, que foi imposto no início do ano letivo e que em grande medida coincide com o regime de funcionamento destas aulas em Ciências, em anos anteriores.

O documento apela também à diversificação dos métodos de ensino, com um reforço do estudo autónomo e de mecanismos de avaliação de conhecimento alternativos, não necessariamente centrados na realização de provas escritas, as quais, a acontecer, serão necessariamente presenciais. Mais uma vez estas recomendações coincidem com as diretrizes lançadas desde o início do ano letivo.

Com os melhores cumprimentos,
Luís Carriço

 

Caros colegas,

Foi disponibilizado https://ciencias.ulisboa.pt/pt/legislacao-covid-19 o comunicado de ontem do MCTES onde se reforça a necessidade de manter as aulas nos moldes definidos no início do  ano letivo. Em particular, o documento reforça o privilégio que deve ser dado às aulas experimentais/laboratoriais presenciais, com as restantes a serem lecionadas presencialmente sempre que as condições o permitam, ou em regime alternado quando não é possível assegurar as condições de segurança impostas pela DGS.

Naturalmente se, como tem acontecido cada vez mais desde que o início do ano, os alunos, que não têm, nem nunca tiveram em anos anteriores presença obrigatória nas aulas teóricas e em algumas aulas teórico-práticas, optarem por não estar presentes e assistirem à contraparte não-presencial, não se vêm razões válidas, nem nada expresso na recomendação do MCTES, para que o regime de obrigatoriedade de presença, nessas tipologias de aulas, seja alterado.

O documento apela também à diversificação dos métodos de ensino, com um reforço do estudo autónomo e de mecanismos de avaliação de conhecimento alternativos, não necessariamente centrados na realização de provas escritas, as quais, a acontecer, serão necessariamente presenciais.

Finalmente, tal como ontem foi comunicado na reunião do Conselho de Presidentes de Departamento, os Coordenadores dos Cursos e os regentes das disciplinas devem, na medida do possível, ter pronto um plano para que se possa passar a regime remoto, caso a situação pandémica assim o imponha, e o MCTES o reconheça. A evolução da situação parece recomendar que esse plano seja muito real, mantendo-se por enquanto como tal, um plano.

Com os melhores cumprimentos,
Luís Carriço

 

Caros colegas,

Disponibilizámos em https://ciencias.ulisboa.pt/pt/legislacao-covid-19 o comunicado de ontem do MCTES onde se reforça a necessidade de manter atividades presenciais. Em particular, reforça-se no comunicado que:

"... o teletrabalho é obrigatório sempre que seja compatível com as funções desempenhadas pelo trabalhador", e ainda que:

"... se impõe a presença dos trabalhadores [...] não docentes das instituições de ensino superior nos seus postos de trabalho, sempre que:

  • o trabalho tenha de ser prestado presencialmente, por exemplo, em serviços de atendimento ao público e serviços essenciais;
  • a presença seja superiormente determinada pelo dirigente máximo do serviço, atendendo à necessidade de ser prestado apoio técnico ou administrativo presencial aos dirigentes ou trabalhadores que se encontrem em exercício presencial de funções;
  • a natureza das suas funções seja necessária para assegurar o normal funcionamento dos serviços e garantir o cumprimento de deveres e obrigações essenciais, como sejam, designadamente, o processamento de remunerações dos trabalhadores, o cumprimento de obrigações financeiras, a assistência e manutenção de equipamentos informáticos, apoio a laboratórios ou outros essenciais ao exercício de funções dos trabalhadores em regime de teletrabalho;
  • a natureza das suas funções obrigue à consulta de bases de dados ou outras aplicações consideradas sensíveis pelo dirigente da instituição e que não devam, ou não possam ser acedidas fora do posto de trabalho físico;
  • a natureza das suas funções obrigue à consulta, análise ou tratamento de informação reservada ou confidencial, sempre que tal seja considerado violador das regras de segurança pelo dirigente da instituição."

Nesse sentido a Direção preparou, junto com os dirigentes das Unidades de Serviço, um plano que assegura que:

  1. os serviços acima mencionados, excecionados no comunicado do regime de teletrabalho, estão a funcionar em pleno, mitigando, quando possível o risco de contágio, através da rotatividade dos trabalhadores;
  2. estará em teletrabalho quem pode desempenhar as suas funções nesse regime.

Com os melhores cumprimentos,
Luís Carriço

 

Comunicado (23/10/2020)

A sociedade portuguesa atravessa uma segunda vaga da pandemia COVID-19, perante a qual é crucial dar uma resposta célere, rigorosa e de confiança à população. Com este objetivo, a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e a SGS Portugal, parceiros institucionais desde 2015, aliaram esforços e competências técnicas num projeto - FIGHT COVID - direcionado ao combate do novo coronavírus.

O projeto FIGHT COVID consiste na alocação e disponibilização de estruturas laboratoriais móveis para a realização de testes Covid-19 à comunidade nas melhores condições possíveis de segurança epidemiológica e clínica. Neste contexto, será colocado brevemente um posto de colheitas biológicas no exterior do campus de Ciências, na zona entre o Edifício C6 e a Faculdade de Letras. Esta infraestrutura respeita integralmente as atuais recomendações da DGS, estando também registada na Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e no INEM. O seu funcionamento será garantido por uma equipa de enfermeiros qualificados com experiência profissional comprovada em gestão de casos COVID-19 e por um responsável médico. A estrutura funcionará por sistema de marcação prévia, possuindo equipamento de emergência médica, plano de contingência e reenvio clínico para situações emergentes, garantindo assim as melhores condições de segurança. A mesma infraestrutura estará também equipada com sistema de desinfeção, por nebulização, de modo a garantir o controlo microbiológico da infraestrutura, superfícies e ar.

Os testes de diagnóstico e rastreio, terão o rigor e qualidade garantidos pelo Centro de Testes de Ciências (CTC) da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, membro da Rede Portuguesa de Laboratórios para o Diagnóstico da COVID-19. O CTC, que dispõe de um sistema de contenção Biológica de Nível 3 recomendado pela Organização Mundial de Saúde, é certificado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge e licenciado pela Entidade Reguladora da Saúde. Recentemente, foi também equipado com tecnologia de referência em gestão de informação clínica (CLINIDATA®), certificado pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, garantindo assim a comunicação de informação laboratorial em tempo real com a Direção Geral de Saúde - Ministério da Saúde.

A Direção

 

Comunicado (15/10/2020)

Gestão de casos e testes COVID-19 em Ciências ULisboa

Um rápido e efetivo rastreio de contactos (identificação, avaliação do risco e implementação de medidas) é um elemento chave para a deteção precoce de casos e limitação da propagação da COVID-19. Assim, é importante que a informação transmitida pelos membros da comunidade de Ciências ULisboa aos serviços da Faculdade, através do e-mail covid19@ciencias.ulisboa.pt, seja adequada para que os procedimentos adotados, em articulação com a Unidade de Saúde Pública (USP), sejam rápidos e eficazes. Os serviços da Faculdade fazem o acompanhamento direto da evolução da situação de saúde dos casos confirmados e contactos de alto risco de membros de Ciências, pelo que qualquer alteração associada a estes casos deve ser comunicada logo que possível para o e-mail covid19@ciencias.ulisboa.pt.

 

Definição de caso confirmado, caso suspeito, contacto de alto risco, contacto de baixo risco e sintomas de COVID-19

Sinais e sintomas associados à COVID-19: os sinais e sintomas da COVID-19 variam em gravidade, desde a ausência de sintomas (sendo assintomáticos) até febre (temperatura ≥ 38.0ºC), tosse, dor de garganta, cansaço e dores musculares e síndrome respiratória aguda grave. Foi também verificada anosmia (perda do olfato) e em alguns casos a perda do paladar, como sintoma da COVID-19.

De acordo com a Norma 015/2020 de 24/07/2020 da Direção-Geral da Saúde, e considerando o tipo de atividades da Faculdade:

Caso confirmado: Pessoa com confirmação de teste laboratorial positivo para infeção por SARS-CoV-2, independentemente dos sinais e sintomas apresentados.

Caso suspeito: Pessoa que desenvolve quadro respiratório agudo com tosse ou febre (temperatura ≥ 38.0ºC) ou dispneia / dificuldade respiratória ou pessoa que desenvolve sintomas associados à COVID-19 e que esteve em contacto com um caso confirmado.

Contacto de alto risco: Pessoa que esteve em contacto com caso confirmado de COVID-19 sem máscara (incluindo durante as refeições), a uma distância de menos de 2 metros e, simultaneamente, durante 15 minutos ou mais.

Contacto de baixo risco: Pessoa que esteve em contacto com caso confirmado de COVID-19 tendo ambos usado máscara, ainda que em ambiente fechado e mesmo durante mais de 15 minutos.

 

Casos confirmados e contactos de alto risco

Para uma eficaz gestão da informação por parte da Faculdade, apenas os casos confirmados e contactos de alto risco com casos confirmados devem enviar, tão breve quanto possível, mensagem para o e-mail covid19@ciencias.ulisboa.pt, com a seguinte informação:

  1. Nome completo, categoria, número de funcionário/aluno, e-mail institucional, n.º telemóvel, n.º de utente do Serviço Nacional de Saúde e morada de residência atual;
  2. O último dia em que esteve presencialmente na Faculdade;
  3. Relativamente às 48h que antecederam o último dia em que esteve presencialmente na Faculdade, indicação do nome e contacto das pessoas (membros de Ciências) com quem esteve sem máscara (incluindo as refeições), a uma distância de menos de 2 metros e durante 15 minutos ou mais para que os serviços avaliem o risco e façam os contactos que assim se justifiquem, garantindo a proteção dos dados da fonte de potencial contágio.

Os contactos de alto risco devem contactar a linha SNS24 (808 24 24 24) e seguir as indicações que vierem a receber. O confinamento domiciliário ou isolamento profilático imediato é determinado pelas autoridades de saúde.

Os serviços da Faculdade enviam diretamente à USP os dados pessoais que foram solicitados aos membros da Faculdade considerados casos confirmados ou contactos de alto risco.

Alerta-se toda a comunidade e em especial os alunos para o facto de todos os contactos institucionais para os efeitos previstos neste documento serem feitos através dos seus endereços de mail institucional de Ciências, pelo que deverão ter especial atenção à operacionalidade destes endereços de mail, em particular, consultando regularmente este e-mail e evitando que as respetivas caixas de mail estejam cheias.

A informação recolhida será tratada exclusivamente com o objetivo de assegurar o acompanhamento dos casos confirmados e contactos de alto risco, a informação à USP e o processamento e divulgação de dados estatísticos anonimizados. Os dados recolhidos são confidenciais, acessíveis apenas aos membros do Gabinete de Segurança, Saúde e Sustentabilidade e aos órgãos de gestão da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Os dados são destruídos logo que o incidente se considere encerrado.

 

Casos suspeitos e contactos de baixo risco: procedimentos a adotar pelos próprios

Os casos suspeitos devem contactar a linha SNS24 (808 24 24 24) e seguir as indicações que vierem a receber. Apenas informarão a Faculdade, através do e-mail covid19@ciencias.ulisboa.pt, caso tenham necessidade de regularizar a assiduidade por lhes ter sido determinado isolamento profilático.

Os contactos de baixo risco, bem como os casos suspeitos, devem manter vigilância passiva durante 14 dias, desde a data da última exposição:

  1. Automonitorizar diariamente sintomas compatíveis com COVID-19;
  2. Medir e registar a temperatura corporal, duas vezes por dia;
  3. Implementar rigorosamente as medidas de prevenção disponíveis, incluindo distanciamento, higiene das mãos, etiqueta respiratória e a utilização permanente de máscara bem colocada, cobrindo o nariz e queixo;
  4. Não frequentar locais com aglomerações de pessoas, mantendo a atividade presencial em Ciências e assegurando o cumprimento da alínea anterior;
  5. Se surgirem sintomas compatíveis com COVID-19, contactar o SNS24;
  6. Caso seja determinado o isolamento profilático, informar os serviços da Faculdade através do e-mail covid19@ciencias.ulisboa.pt.

Tanto os casos suspeitos como os contactos de baixo risco podem autopropor-se para a realização de teste de diagnóstico de infeção por SARS-CoV-2 (ver informação abaixo, em programa de testes da ULisboa).

Em relação a outro tipo de contactos, que configuram ligações indiretas entre casos, não há lugar à adoção de medidas adicionais às medidas gerais de prevenção.

 

Regularização de assiduidade

Para efeitos de regularização de assiduidade, a decisão de isolamento profilático ou confinamento é sempre da responsabilidade das autoridades de saúde que enviam a respetiva declaração ao trabalhador/aluno que, por sua vez, a reencaminhará para o e-mail covid19@ciencias.ulisboa.pt.

O regresso à atividade presencial deve ter lugar no dia útil seguinte ao último dia do período indicado na declaração, não sendo necessário documento de alta.

 

Programa de testes da ULisboa

A Universidade de Lisboa, através da sua Reitoria, implementou uma 2.ª fase de testes de diagnóstico para a infeção por SARS-CoV-2, que abrange testagem regular à sua população. Adicionalmente, está sempre em curso um serviço de testagem para casos suspeitos.

Os testes são coordenados pelos serviços do Centro Médico da ULisboa. Os membros de Ciências interessados em realizar testes de diagnóstico devem preencher o formulário disponível aqui até ao próximo dia 25 de outubro (novo prazo). Mediante a disponibilidade de testes e o número de pessoas interessadas, a Direção de Ciências ULisboa definirá critérios de prioridade e enviará os dados constantes no formulário para o Centro Médico, que agendará diretamente a realização do teste com os interessados.

Paralelamente, para os casos suspeitos ou contactos com casos confirmados, também está em curso um serviço de testagem. Estes casos podem autopropor-se para a realização de teste de diagnóstico de infeção por SARS-CoV-2, bastando enviar para o e-mail covid19@ciencias.ulisboa.pt a indicação do caso e tipo de ligação, bem como nome completo, categoria, número de funcionário/aluno, e-mail institucional, n.º telemóvel e n.º utente do Serviço Nacional de Saúde. O agendamento de teste só é possível após o envio de todos os elementos indicados.

Os encargos com a realização dos testes propostos pela Faculdade, quer no caso do programa de testagem, quer no caso de casos suspeitos e contactos de alto ou baixo risco, são suportados pela Faculdade.

 

N.º de emergência em Ciências e sala de isolamento

Qualquer membro de Ciências, que se encontre na Faculdade, em caso de emergência, ou se apresentar sintomas de COVID-19, deve contactar o número de emergência em Ciências (extensão interna 20000 ou número direto 217 500 600). Nesse caso, será encaminhado pelas equipas de emergência (ou vigilantes) para a área de isolamento (sala 8.1.02). O acesso à sala de isolamento deve ser feito diretamente a partir do exterior do edifício C8. Na deslocação, devem ser evitados os locais de maior aglomeração de pessoas/trabalhadores nas instalações.

 

A Direção

 

Despacho D/39/2020 (11/09/2020)

Considerando:

a) a “Recomendação às instituições científicas e de ensino superior para a preparação do ano letivo 2020/2021” emitida pelo Gabinete do Ministro Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, em 5 de agosto de 2020;
b) as Orientações conjuntas da Direção-Geral do Ensino Superior e da Direção-Geral da Saúde para Atividades Letivas e Não Letivas nas Instituições Científicas e de Ensino Superior - Ano Letivo 2020/2021;

ouvidos os Órgãos de Governo e o Gabinete de Segurança, Saúde e Sustentabilidade, aprovo a 5.ª atualização do Plano de Contingência Ciências-ULisboa - COVID-19, que mantém diversas restrições e condicionamentos e reforça as medidas de proteção que permitem cumprir os princípios base em que assentam as orientações para a preparação do ano letivo 2020/2021.

Nesse sentido:

1. Os princípios gerais que orientaram a preparação do ano letivo 2020/2021 foram os de garantir a presença de estudantes, docentes, não docentes, investigadores e outros colaboradores, respeitando as normas e medidas de prevenção e controlo da transmissão da COVID-19, nomeadamente, a utilização obrigatória de máscara, o distanciamento físico entre pessoas e a higienização das mãos e dos espaços.
2. As atividades letivas e não letivas presenciais são alvo de medidas concretas que contribuem para minimizar a propagação do vírus.
3. É limitada a lotação das salas de aula, o que obriga à utilização de diferentes modelos de lecionação:

i) Modelos Misto Não Presencial (MMNP);
ii) Modelo Síncrono Não Presencial (MSNP);
iii) Modelo Síncrono Alternado (MSA);
iv) Modelo Síncrono Presencial (MSP);

podendo as aulas funcionar em modelos presenciais, não presenciais e/ou mistos.

4. Os alunos que pertençam a grupos considerados de risco poderão solicitar a dispensa da frequência de aulas presenciais, todas ou em parte, mediante requerimento dirigido ao Diretor, comprovando essa condição mediante a apresentação de atestado médico.
5. Para os trabalhadores pertencentes a grupos considerados de risco, o Decreto-Lei n.º 10-A/2020, de 13 de março, na sua redação atual, prevê o regime excecional de proteção de imunodeprimidos e doentes crónicos, sendo necessário a apresentação de declaração médica que comprove a condição de saúde que justifica a sua especial proteção.
6. Para assegurar o funcionamento das unidades de serviço, poder-se-á recorrer a modelos de prestação de serviço previstos no regime que estabelece as medidas excecionais e temporárias de resposta à epidemia SARS-CoV-2.
7. São levantadas as seguintes restrições:

i) acesso aos edifícios, que passa a ser livre para a comunidade de Ciências, nos dias úteis das 8 horas às 20 horas, e sujeito a autorização nos períodos da noite e fins-de-semana e feriados;

ii) atendimento presencial, é retomado em todas as unidades de serviço;

iii) deslocações em serviço, deixam de estar sujeitas a restrições específicas, mantendo-se a obrigatoriedade do cumprimento das medidas de prevenção da COVID-19;

iv) visitas de estudo, podem ser realizadas nos termos melhor definidos no Plano de Contingência;

v) visitantes externos à ULisboa, desde cumpram as medidas de prevenção da COVID-19, aconselhando-se a vinda de visitantes apenas quando não seja possível a participação através de videoconferência;

vi) eventos, incluindo congressos, reuniões internacionais e exposições, podem realizar-se com autorização expressa do Diretor e com a indicação, por parte da organização do evento, de um elemento responsável pela implementação e acompanhamento das medidas de prevenção da COVID-19.

8. Qualquer membro de Ciências com sintomas associados à COVID-19 (tosse, febre e/ou dificuldade respiratória) ou que manteve contacto próximo com casos confirmados ou suspeitos de COVID-19, não deve aceder às instalações de Ciências sem antes confirmar que não existe risco para si nem para os outros, devendo para o efeito contactar a
Linha SNS24 (808 24 24 24) e ter essa confirmação.

Faculdade de Ciências, 11 de setembro de 2020

Luís Carriço

Diretor

 

Comunicados anteriores

Informação disponível em https://ciencias.ulisboa.pt/pt/comunicados-anteriores-direcao-ciencias.