Acabou de defender o doutoramento em Física na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (Ciências ULisboa), mas há muito que divide a vida entre a investigação científica e a realização cinematográfica. Autodidata, Rodrigo Braz Teixeira começou a fazer filmes ainda no 5.º ano e foi construindo, ao longo do tempo, uma linguagem cinematográfica própria, com obras já apresentadas em festivais, como recentemente aconteceu no IndieLisboa 2026.
Durante todo o percurso que foi trilhando, ciência e cinema caminharam em paralelo. Agora, terminado o doutoramento, quer aproximar definitivamente os dois universos. Acredita que o cinema pode ser uma ferramenta poderosa para comunicar ciência e que a ciência tem histórias que merecem ser contadas.


