Correr, pensar, decidir. Tudo em simultâneo. Na orientação, chegar primeiro não depende apenas da velocidade: é preciso interpretar um mapa, ler o terreno, escolher o melhor caminho e manter a cabeça fria quando a decisão não corre como esperado. Para uma estudante de Ciências ULisboa que concilia seis dias de treino por semana com aulas, trabalhos e exames, esta capacidade de decidir sob pressão é também uma aprendizagem para a vida académica.
Depois de representar Portugal no Campeonato Mundial Universitário de Orientação, onde alcançou o 14.º lugar na prova de sprint relay, fala-nos sobre a exigência de competir ao mais alto nível enquanto estudante, a disciplina necessária para conciliar desporto e Faculdade e aquilo que a orientação lhe ensinou sobre foco, resiliência e superação. Uma conversa sobre mapas e escolhas, mas também sobre saber encontrar o caminho certo quando os desafios aparecem.



