Pode haver quem sonhe desenvolver uma nova terapia contra o cancro. Para Diogo Velez, esse percurso está já em curso. Há cerca de cinco meses que o estudante da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (Ciências ULisboa) desenvolve um projeto num laboratório da Fundação Champalimaud que recorre a técnicas de imagem ao vivo para estudar as interações entre células de leucemia mieloide aguda e nichos celulares da medula óssea envolvidos na produção de glóbulos vermelhos. “Compreender estas interações pode contribuir para identificar novos alvos terapêuticos”, explica.
O trabalho foi distinguido com o primeiro prémio no 8.º Encontro do Mestrado em Bioquímica e Biomedicina, que decorreu esta terça-feira. As distinções atribuídas no final do evento reconheceram a qualidade científica e a clareza da comunicação em formato poster, apresentada pelos estudantes.


