Luís Carriço, diretor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (Ciências ULisboa), e Cristina Branquinho, professora de Ciências ULisboa, figuram na lista dos 258 líderes escolhidos para perspetivarem o ano de 2026 para o Jornal de Negócios.

Cristina Branquinho e Luís Carriço revelam previsões para 2026 no Jornal de Negócios

Luís Carriço e Cristina Branquinho deram a conhecer as suas previsões para 2026
No caso do diretor de Ciências ULisboa, que está a cumprir o final de mandato, a mensagem incide na tendência de “mudança” que se se deverá registar “a vários níveis”. Além de reiterar a importância de uma Europa “robusta, independente e autónoma”, Luís Carriço também recorda o impacto que deverá surgir com as mudanças já anunciadas para o sector académico. “Infelizmente, algumas parecem ainda fazer pouco sentido”, sublinha o professor de Ciências ULisboa, reiterando que a autonomia das universidades “está longe de ser uma realidade”.
Além de reiterar a importância de uma Europa “robusta, independente e autónoma”, Luís Carriço também recorda o impacto que deverá surgir com as mudanças já anunciadas para o sector académico
Cristina Branquinho não deixou de abordar os temas da sustentabilidade que pautam a sua carreira, mas lembrou que a maior ameaça vem da “polarização crescente que deixou de ser só política e já atinge áreas como a saúde e o ambiente”.
A investigadora de Ciências ULisboa acredita que a academia poderá ter um papel importante a estabelecer pontes entre vários intervenientes, mas também alerta para os riscos que surgem no caso de não se garantir a sustentabilidade do planeta. “Como no jogo da corda: quando a esticamos até ao limite, ela não cede para qualquer dos lados – rebenta para os dois, deixando todos mais vulneráveis”, conclui a investigadora.
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