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Cybersecurity Executive Program arrancou com novo ciclo de formação para gestores

Formação31 março, 2026

A 5ª edição curso Cybersecurity Executive Program arrancou esta quinta-feira na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (Ciências ULisboa) com a promessa de preparar gestores e decisores de topo para os temas principais da cibersegurança. Este novo ciclo de formação tem a duração de dois meses e conta, no grupo de formandos, com 44 executivos de diferentes empresas e instituições públicas. O curso resulta de uma parceria entre Ciências ULisboa, através da sua escola de formação avançada comCiências, e a Premivalor Consulting e contempla quase 20 módulos lecionados por especialistas em tecnologias, leis, temas militares, cibercrime, telecomunicações e diferentes sectores da indústria e Administração Pública.

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António Casimiro durante o arranque do curso Cybersecurity Executive Program

“Esta é também uma oportunidade para reforçar a ligação que temos através da escola de formação avançada comCiências com temas que estão na ordem do dia. A comCiências conta com formações específicas em temas de alta importância para a atualidade e tem o objetivo de chegar a todos os públicos da sociedade”, sublinhou Conceição Freitas, diretora de Ciências ULisboa, à margem do evento.

A 5ª edição da formação Cybersecurity Executive Program prevê a atribuição de quatro créditos académicos (ECTS) e um certificado de conclusão do curso. “Este curso demonstra o empenho de Ciências ULisboa, desde há vários anos, para com a formação na área da cibersegurança, neste caso tendo presente que os formandos são pessoas com cargos de topo de empresas relevantes de vários sectores”, refere António Casimiro, subdiretor de Ciências ULisboa e coordenador científico da 5ª edição do curso Cybersecurity Executive Program.

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O Cybersecurity Executive Program arrancou com 44 gestores de topo como formandos

Na 5ª edição do curso Cybersecurity Executive Program serão abordados temas relacionados com a Diretiva Europeia NIS 2, recentemente transposta para a legislação nacional, com o regulamento DORA, e também módulos sobre a proteção de recursos e ativos que garantem a operacionalidade das instituições, a mitigação e a prevenção de ciberataques, e muitas matérias essenciais para lidar com a crescente sofisticação da atualidade.

 “A cibersegurança deixou de ser um tema exclusivamente tecnológico”, sublinhou Telmo Vieira, líder e fundador da PremiValor Consulting e coordenador executivo do curso, numa alusão à crescente “dependência digital” e ao necessário reforço da cibersegurança enquanto garante de “soberania” que também produz impacto na vertente económica.  “A cibersegurança não deve ser encarada só como um custo, mas sim como um investimento”, reiterou ainda o responsável da PremiValor Consulting. 

Telmo Vieira

Telmo Vieira recordou que a cibersegurança deve passar a ser encarada como um investimento

Além da abertura oficial do curso, houve ainda lugar a pequenas palestras com Isabel Baptista, membro do Conselho de Administração da Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), Vasco Mendes de Almeida, diretor executivo da Indra em Portugal, Henrique Fonseca, membro da Administração da Vodafone Portugal, e Pedro Pinto, diretor da Fsas – a Fujitsu Company em Portugal. Inteligência Artificial (IA), computação quântica, o papel das telecomunicações e a necessidade de preparar empresas para uma realidade cada vez mais complexa do ponto de vista tecnológico dominaram os temas destas palestras. 

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O início oficial do curso contou ainda com momentos de interação mais informais

O primeiro módulo do Cybersecurity Executive Program decorreu pouco depois, tendo como formador António Gameiro Marques, contra-almirante da Marinha Portuguesa e antigo diretor do Gabinete Nacional de Segurança. As restantes sessões de formação decorrem até 26 de maio em regime presencial ou por videconferência.

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