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AI Summit AP: Luís Correia participa em debate sobre Inteligência Artificial

Hugo Séneca
Eventos3 março, 2026

A Inteligência Artificial (IA) já começou a transformar os vários sectores da sociedade e, a avaliar pelo evento “AI Summit AP: Capacitar pela Experimentação”, a Administração Pública também não escapa à tendência. O evento, que decorreu na passada quinta-feira, contou com a participação de Luís Correia, professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (Ciências ULisboa) e investigador do Centro LASIGE, que aproveitou para destacar o pioneirismo de Portugal e as iniciativas lançadas pelo Instituto Nacional de Administração (INA) em torno da IA.

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Luís Correia representou Ciências ULisboa num dos debates realizados na AI Summit AP

“O INA tem feito um trabalho bem meritório com o Programa AI XLab. É um programa que permite mostrar a utilidade e a viabilidade da IA em tarefas diversificadas de vários organismos do Estado, juntando em cada projeto um organismo da Administração Pública, um parceiro universitário e um parceiro industrial. Esta iniciativa surgiu na sequência de outra igualmente importante, que o INA lançou com o nome de AI Business School AP para dar formação a dirigentes da Administração Pública”, refere Luís Correia.

O AI XLab foi desenhado para permitir o desenvolvimento de projetos-piloto que promovem o uso de IA na Administração Pública. Cada um destes projetos tem como ponto de partida a apresentação de uma proposta de um organismo da Administração Pública com vista à resolução de problemas ou desafios já conhecidos. Além de membros da Administração Pública, cada projeto-piloto conta com a participação de parceiros universitários e industriais.

Atualmente, Ciências ULisboa participa no desenvolvimento de três projetos-piloto em curso no AI XLab. Depois de executado, cada um destes projetos-piloto poderá evoluir para um serviço convencional da Administração Pública, caso a avaliação final aponte nesse sentido.

“Este tipo de projetos permite aos organismos da AP abrir novas abordagens, mais eficientes, baseadas em IA, para as atividades que realizam enquanto também permite que esses organismos calibrem expectativas relativamente à utilização desta tecnologia no seu estado atual”, conclui Luís Correia.

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