Para José Maria Diogo, presidente da AEFCL, “a adesão dos estudantes aumentou o que demonstra o esforço que temos feito em diversificar as empresas participantes”. Ana Pereira, do Gabinete de Empregabilidade, corrobora o balanço positivo: “todos os anos tem sido um grande sucesso. Também recebemos feedbacks muito positivos das empresas”.
Fatma Ozel, de Ciências de Dados, licenciada em Tecnologias de Informação, participou na jobshop com o intuito de procurar estágios. O mesmo sucedeu com Miguel Miranda, de Engenharia Informática com especialização em Ciência de Dados, licenciado em Engenharia Informática. Na feira anterior procurou estágios de verão, este ano já tem uma lista de empresas onde poderá realizar o projeto de tese.
“Preocupamo-nos muito com as características pessoais dos candidatos. Gostamos de falar como é que eles devem trabalhar os currículos, os perfis do linkedIn, porque a primeira aproximação à vida profissional é uma novidade”, diz Brígida Gomes, do Millennium bcp, referindo ainda que tem muitos alunos da Faculdade a trabalhar no banco, sobretudo de Estatística, Investigação Operacional, Matemática Aplicada e Ciência de Dados. “Nós estamos focados em atrair o talento jovem. Eles são o futuro da nossa organização e de todas as outras”, comenta Margarida Monteiro, da Mota-Engil, para quem a iniciativa correu muito bem, com uma afluência ótima, com muitos perfis diversificados. Tomás Ribeiro concluiu Engenharia Física e trabalha na Siemens desde que terminou o curso, onde faz automação de testes. “A Siemens valoriza muito as soft skills e a possibilidade de desenvolvimento das pessoas. Estou muito satisfeito”, comenta o alumnus, embaixador da Siemens para a Faculdade, que gosta de voltar e ajudar os alunos. “Além da componente técnica, existem alguns traços comportamentais que tentamos identificar no currículo ou na entrevista. Procuramos estudantes que procurem desenvolver-se, que sejam criativos, ágeis e empáticos”, refere Gonçalo Vareta, da Axians Portugal.